Recuo impede vitória do Papão

Por Gerson Nogueira

bol_sab_070913_11.psForam os três pontos mais fáceis de ganhar que o Paissandu teve pela frente nesta Série B. Tudo conspirava a favor. O gol saiu logo aos 4 minutos e, a partir daí, o time dominou as ações sobre o ASA ao longo do primeiro tempo. Não dava espaços na defesa, marcava bem as laterais e criou chances, com Jailton e Marcelo Nicácio, de ampliar a contagem. A atuação foi quase impecável, exceto pelas finalizações.

Como Nicácio precisou ser substituído, o ataque paraense perdeu força e ficou quase inoperante. Aleílson entrou sem ritmo e custou a aparecer perante a zaga do ASA. Parecia perdido, sem encontrar a faixa certa para ocupar. Nos poucos lances em que a bola chegou até ele, a má colocação impediu que o chute ou cabeceio saísse perfeito.

E aí, como é normal na Série B, competição cuja maior característica é o equilíbrio entre as equipes, o segundo tempo pendeu para os donos da casa. O ASA, apesar de muitos erros de passe e afobação nos lances ofensivos, tomou conta da partida e pressionou com vontade.

Atacava tanto que acabou encurralando o Paissandu em seu próprio campo. Wanderson perdeu gol logo aos 4 minutos, com Pikachu aparecendo para salvar quase na linha fatal.

Do time seguro e rápido do começo da partida, o Papão aos poucos foi se desconstruindo, entregando-se à correria do adversário. Eduardo Ramos, que já havia sido discreto na primeira etapa, praticamente desapareceu. Jailton fazia um esforço para conduzir as jogadas, mas esbarrava na marcação.

Aos poucos, o bloqueio defensivo também deu sinais de exaustão e os atacantes do ASA passaram a desfrutar de facilidades seguidas frente à meta de Paulo Rafael. O goleiro andou operando alguns pequenos milagres, em chegadas cada vez mais perigosas do time da casa.

Vânderson era obrigado a sair para a marcação direta e a defesa ficava mais desprotegida. Ainda assim, o nervosismo do ASA impedia que as jogadas se concretizassem. Na frente, o Paissandu perdeu ainda mais presença com a substituição de Eduardo Ramos por Pablo, a 15 minutos do final. Pelo baixo rendimento, Iarley talvez fosse a peça a ser sacada naquele momento.

A entrada de defensor em lugar de um meia-armador não é bom presságio, costuma atrair problemas. Passa a impressão de insegurança e recuo excessivo. Com Pablo em campo, a pressão se acentuou ainda mais porque o Papão não tinha mais ninguém trabalhando jogadas no meio, gastando o tempo longe da grande área.

Antes de ceder o empate, o Papão escapou de dois lances críticos graças às intervenções de Paulo Rafael. Aos 40, porém, Tiago Garça empatou em jogada que denunciou o cansaço da defensiva bicolor. É justo reconhecer também que os alagoanos já mereciam a igualdade, pelo menos por terem insistido sem tréguas em busca do gol.

Os efeitos da atribulada viagem a Alagoas, com seis escalas e 12 horas de duração, não podem ser ignorados. O time sentiu o esforço e desmoronou no segundo tempo. Ainda assim, caso tivesse sido competente nos arremates, teria estabelecido uma boa vantagem no primeiro tempo, ganhando tranquilidade para administrar o resultado.

De positivo, a conquista de mais um ponto e o terceiro jogo sem derrotas, o que confirma a fase ascendente. Com os cinco pontos conquistados nas últimas partidas, o time diminuiu a distância para concorrentes diretos que estão fora da zona de rebaixamento.

A parte negativa, outra vez, foi a fragilidade física, responsável pela queda no desempenho de peças fundamentais, como Eduardo Ramos, Iarley, Nicácio e Jailton. O apagão que se abateu sobre o time no segundo tempo é um drama que se repete desde as primeiras rodadas do campeonato. Algo precisa ser feito para corrigir essa situação, a tempo de garantir uma pegada mais competitiva no returno.

————————————————————————–

Muito barulho por nada

Notícias sobre discordâncias entre o técnico Charles e a direção de Futebol do Remo acerca de amistoso com Time Negra conflitam com o ambiente cada vez mais sereno que o clube tem vivido nas últimas semanas. Mais esquisita ainda é a exploração desse episódio por figuras ligadas ao próprio Remo, como se fosse fato relevante.

Arestas são normais na gestão de futebol e devem ser dirimidas no âmbito das hierarquias internas. Qualquer barulho maior em torno de tema menor soa, de imediato, como esforço concentrado para fazer tempestade em copo d’água. O Remo precisa, através de seus gestores, aprender a blindar suas áreas mais sensíveis.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste sábado, 07)

26 comentários em “Recuo impede vitória do Papão

  1. GN e amigos,
    O jogo contra o Asa deu mostra que o PSC necessita urgentemente priorizar a parte física.
    Demonstrou ainda que o time precisa de um meia para revezar com ER10.
    O Jailton encaixou taticamente muito bem na equipe, contudo precisa de um bom parceiro e ER10 vai apagando fisicamente ao longo do jogo.
    O ER10 perdeu gols incríveis no jogo contra o Sport e contra Asa.
    O que passa?
    Creio que é momento de cobrar mais eficiência do maestro, nosso maior salário junto com o Iarley.
    Meu receio é que venha o abatimento e o time volte ao declinio.
    Os próximos jogos contra Ceará em casa e América/RN fora serão decisivos para definir se PSC irá se manter na série B.
    Nesses jogos PSC tem que pontuar, no mínimo, 4 pontos.
    Cabe a torcida empurrar o time na 3a feira lotando a Curuzú para que o PSC mantenha o crescimento. Essa é a hora decisiva.

    Curtir

  2. Concordo plenamente, amigo Inocêncio. Parte física do Papão tem deixado a desejar há várias rodadas. Se não corrigirem isso, ficará muito difícil encarar a dureza que vai ser o returno.

    Curtir

  3. Um time que passa doze horas viajando não pode entrar em campo nas suas melhores condições, principalmente um jogador que já beira os quarenta anos, daí a necessidade de substituição dos mais cansados para que o resto do time respire e o adversário não venha a gostar do jogo.
    Ontem, era visível que o Iarley já pisava em ovos e não tinha mais condições, mas Arturzinho só colocou o Djalma faltando uns quinze pro jogo terminar. Antes disso, Iarley caiu umas três vezes em campo, contribuindo para o aumento da pressão por parte do adversário, sempre com um homem a mais.
    Além disso, os gols desperdiçados por Zé Antônio, Eduardo Ramos e Aleílson também contribuiram para o sufoco. Aquela altura, 2×0 traria mais tranquilidade, principalmente no lance de Aleílson, que foi no segundo tempo. Um outro fator negativo é o porte físico franzino demais do Pikachu, que perde dez entre dez disputas, muitas vezes até se machucando.
    Resumo da ópera: Paissandu fez bom primeiro tempo, tanto que o Icasa não criou qualquer iminente perigo de gol. No segundo tempo, parece que o sangue esfriou no vestiário e E. Ramos não voltou para jogar, apenas passear em campo e sem ele o Papão perde metade de sua força.
    Talvez, seja hora do treinador aumentar o grupo em quem deposita confiança, abrindo seu leque de opções. A atual falta de confiança no banco, traduzida nas substituições apenas por força de contusão, o torna refém do acaso e isso tem prejudicado mesmo nessas três últimas partidas, indiscutivelmente a melhor sequência do Bicola na competição.

    Curtir

  4. Não assisti, tampouco, escutei o jogo ouvindo a Clube, por estar fora de Pará, a serviço em local remoto, porém, ao saber do resultado bem deduzi, omque aconteceu e não deu outra, como sempre, as saídas táticas do Nicácio, ademais, as mexidas ERRADAS do arturzinho; pô meus, isso é básico no futebol, quem sai, é substituído por outro da mesma posição, time está canasado, bota gente descansada prá jogar, substituir o invejoso ER por Pablo deu nisso, nesse diapasão, há de se responsabilizar op técnico pela má atuação, afinal, no banco estavam disponíveis o Gaibú e o Djalma, ah! perdão, o Djalma é garoto inexperiente segundo o Arturzinho e dessa forma não terá vez no time, onde era titular.
    Volto a frisar aqui que o Arturzinho, trabalha muito, ajeitou até o time e escala bem, porém, todas as mexidas dêle são um DESASTRE, como ele não teve peito prá barrar o Mártir Nicácio(todo jogo só vai no sacrifício, prá ajudar o time) e o INVEJOSO e DESMOTIVADO ER, que em meu entendimento são as laranjas podres desse plantel, deveria pedir o boné e rasgar daqui, é o mínimo de atitude, que se aguarda de um profissional numa situação dessas, o Arturzinho já chegou ao limite técnico dêle, não evolui do que já mostrou, é só isso, ele mesmo já afirmou em entrevistas à imprensa.
    Vandick Lima, dispensa o ER, o Nicácio e o Arturzinho, ainda há tempo de evitar a queda, técnico para esse time, nessa situação é do tipo João Galvão ou Cacaio, se queres insistir com o arturzinho, terás que cortar na carne, demitindo os Chinelinhos da Curuzú, começando com os citados.
    E o Fabrício desempregado, no interior de onde mesmo? só sei que é da região de Mãe do Rio, Itituia, S. Miguel do Guamá, por ali assim, tão perto de nós, mas longe dos vaidosos dirigentes do Grande Bicolor Celeste Amazônico.
    Te dizer, permitam-me.

    Curtir

  5. O problema é que o Iarley ia crucificar o Arthur se ele saisse aos 15 do segundo tempo. O papão perdeu quatro pontos por descuido no final (pelo menos o empate contra o Palmeiras, Chapecoense e agora a vitoria contra o Asa). Impressionante!

    Curtir

  6. Caro Icca, o Papão está sem preparo fisico e sem preparador também.

    Isso não pode continuar assim.

    Sobre o jogo, como não ví e nem escutei, pouco posso opinar. O certo é que o Arthur não é um graaaaande tecnico, mas precisa arrumar a solução pro time não continuar perdendo esses pontos preciosos no final do jogo, em alguns, até no finalzinho do 1° tempo.

    Logo se vê que não é só preparo fisico.

    Tem pontos conquistados fora de casa que devem ser comemorados. Contra Chapecoense, Ceará, Palmeiras e Icasa, não seria diferente, mas o cerrto é que mais perdemos que ganhamos.

    Curtir

  7. A maior perda que pode ocorrer em mais uma displicência desta é financeira. Novamente ou como já rotina, mais pontos preciosíssimos perdidos em questões de alguns desprezíveis minutos mas que no futebol vale o provérbio popular : ” So acaba quando o juiz apita”. Ao meu ver parece que os “atletas bicolores não aprenderam isso”. Pior ainda além da perda dos pontos é perda financeira que é irrecuperável. Faltavam 8 minutos para acabar o jogo com vitória bicolor. Se o time tivesse redobrado as atenções nesses minutinhos, viria a vitória, a saída da zona, e muita grana, porque não tenho dúvida que se vence o jogo, terça feira haveria, a nação bicolor envalada definitivamente pelos últimos resultados esgotaria a lotação total da Curuzu e a renda seria imensa. Mas agora é difícil, teremos sim um grande público mas esgotamento de ingresso jamais. Aí me vem na lembrança a passagem gloriosa de 2000 a 2003 do Giva e do Presidente Tourinho, onde diz que o Paysandu nadou no dinheiro: Naquele período, além do time forte, confiável, comprometido com o clube, era um time, uma diretoria, uma comissão técnica que sabia o que queria na parte técnica e financeira do clube , porque valorosas oportunidades de ganhar jogos e muitos dinheiro que o Papão perdeu em questões de minutos jogando contra Chapecoense, palmeiras, e Asa, aquele grupo de Tourinho e Giva não perderiam jamais. Os caras sabiam que se conseguissem determinados pontos la fora, no jogo de volta aqui em Belém, teríamos avalanche bicolor na Curuzu em massa e muito dinheiro nas bilheterias. Aí o aquele grupo redobrava as atenções até o final do jogo, porque sabiam que o Papão no próximo jogo iria ganhar muita grana e eles também. Por isso aquele grupo ganhou muitos títulos, jogos e muito dinheiro com o Papão.

    Curtir

  8. Em relação ao rival, penso um pouco diferente do amigo Gerson. Pois é melhor tirarem a sujeira agora, do que ir jogando pra debaixo do tapete.

    Todo mundo sabe que o Charles foi contratado pq se tinha a esperança que o cachorro de peruca fosse arrumar a vaga na série D.
    Como não deu certo, e fizeram um contrato com multa recisória, os que não querem ele por lá, estão forçando a barra pro mesmo pedir o boné numa boa.

    Curtir

  9. Como o Cláudio diz: “Técnico Local é uma festa”. Te dizer…

    Concordo contigo, Édson. Provavelmente existe, sim, boicote ao trabalho de Charles. Mas também acho que esta irritação do técnico foi desnecessária.
    O clube está montando uma base forte para 2014, mas precisa colocar seus atletas em atividade e, ainda, gerar recursos. Qual o mal de um amistoso agora?
    Ou guerreiro pensava que iria preparar o time até dezembro na base do coletivo? Pere lá. Os atletas precisam se acostumar com o calor da torcida.

    Creio que o time base para os amistosos será o seguinte: Fabiano; Levy,Henrique, Rech e Alex Juan; André, Jonathan e Ratinho; Jayme, Val Barreto e Branco.

    Pra quem está começando, tá bom, né?

    Curtir

  10. O Papão segue seu calvário. Pelo andar da carruagem já deverá estar rebaixado aí pela 34a. rodada. Não tem salvação. Jogadores medrosos, técnico medíocre, ausência quase total de talento. Enfim, um desastre. Pikachu não repete a brilhante temporada do ano passado e Iarley fez muito pelo time. No passado, há dez anos, hoje não mais.

    Curtir

  11. Aliás, achei a contratação de Ratinho muito bem vinda. Apesar da idade, o pequeno roedor tem mostrado um bom futebol mesmo sob a batuta de técnicos que, na minha opinião, ainda tem suas limitações (Sinomar, Mariozinho, o próprio Cacaio…). Creio que mais uma (boa) contratação venha em breve, mas não posso entrar em detalhes. Depois disso, o Remo deve esperar a eliminação de alguns times da Série D para ir às compras.

    Curtir

  12. Existem três tipos de jogador:
    -Os que jogam bem, mesmo sem um treinador excepcional (Mael, Ratinho, Gian…)
    -Os que precisam de um bom técnico para mostrar seu futebol (Lembram do Flamel, que não jogou nada no Santa Cruz, mas que voltou a arrebentar pelo Águia? )
    -E aqueles que não melhoram nem com reza braba hahahha

    Remo tem que escolher a primeira opção.

    Curtir

  13. Sempre assim quando joga fora de casa, não ganha ninguem e a barca vai afundando. Uma vergonha o Arthizinho devia se espelhar no tecnico do Cruzeiro o time tanto faz jogar dentro ou fora vai buscar vitoria. Exceto contra o flamengo o time ganhou quase todas fora

    Curtir

  14. Se o Paysandu comemorou o pífio empate contra o Bragantino, o Joinville, que tem mentalidade de time grande, foi ontem à Bragança Paulista e venceu este mesmo Bragantino de virada. Diferença clara de foco, entre o time que festeja até derrota e outro que joga para vencer, ainda que o jogo seja na casa do adversário. Falando no time paulista, virou sério candidato ao rebaixamento, tamanha a queda de produção que vem apresentando, a qual se manifestou claramente há uma semana.

    Curtir

  15. Senhor Gerson Nogueira,

    Curioso falares em muito barulho por nada no ambiente azulino. Esta semana surgiu uma boataria sobre uma rincha entre o Arthurzinho e o Marcelo Nicacio, e os meios de comunicações de os quais o Senhor dirige foram responsáveis pela disseminação e relevante cobertura do fato.
    Partindo do que falastes na tua coluna de hoje, essa cobertura do ambiente alvi-azul foi com o intuito de desestabilizar? Afinal, tais conflitos são normais no ambiente futebolístico, como dissestes…

    Fraternalmente,

    Curtir

  16. Cidadão, não misture alhos com bugalhos. Procure cobrar a disseminação de fofocas dos verdadeiros autores desse tipo de boatos, que não são repórteres ou jornalistas de minha equipe no DIÁRIO (redação que dirijo). O blog (assim como minha coluna no Bola) não veicula boataria, nem dedica espaço a intrigas. Da mesma forma que opinei sobre esses problemas no Remo, tenho defendido a atuação da diretoria do Papão em face de pequenas maldades que visam atingir diretamente o presidente. Quem me segue e lê sabe disso.

    Curtir

  17. senhores Roberto Machado e Gerson Nogueira, não sei qual de vcs está com razão nessa pequena discordância, mas a minha opínião sobre a postura do C Guerreiro e “diretoria do remorto” é que Charles é profissional sério, enquanto essa diretoria remorta que aí está, não passa de um monte de aventureiros disfarçados de dirigentes, amadores ou sangsugas se aproveitando da desgraceira atual do remorto. Ja comentei isso antes. Ocorre que charles ao discordar da data do amistoso e não do amistoso em si, sabe que isso é para tirarem proveito das atuações ruins do Paysandu la fora, para fazerem uma especie de “enfrentamento” nos bastidores ou para ser mais claro, se aproveitarem de possível tropeço do Paysandu la fora onde a nação bicolor fica totalmente ausente do estádio para prestigiar o papão, e em cima disso fazerem marketing e chamarem o fenomenoazul de sofrimento para o estádio, dentro daquela propaganda manjada do caxiado ” amanhã no amistoso vai dar mais público que no jogo deles”. Só que o charles, como profissional quer amistoso para preaparar o time e precisa de tempo porque depois ele é que vai ser cobrado no caso de um revés. Charles sabe que tem muitas datas boas para esse time jogar amostoso, inclusive domingão do futebol que está vago ha muito tempo em Belém, onde o time pode sim arrecadar uma boa grana, mas o madorismo exacerbado desses atuais dirigentes do remorto não pensa assim. eu choroooooo, depois não querem que fale que esse pessoal vive á sombra do Paysandu

    Curtir

  18. Nunca tinha visto um técnico mais desmotivador de jovens jogadores do que o tal Arthuzinho. anotem aí: esse cara vai derrubar o PSC com essa história de abdicar dos jovens que subiram da base bicolor e dar crédito somente a esses barrigudos que ele trouxe pra cá.

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s