Um Papão melhor em 2013

Por Gerson Nogueira

Não é segredo pra ninguém que o futebol se alimenta de comparações, desde os bons tempos de Araken Patusca. Na expectativa dos jogos decisivos do primeiro turno é normal que surjam avaliações sobre semelhanças e diferenças entre o Paissandu da Série C do ano passado e o time que Lecheva vem utilizando no Campeonato Paraense.

Apesar de preservar algumas peças de 2012 e da óbvia importância da conquista do acesso à Série B, pode dizer que o time atual é superior. Há uma visível evolução técnica e o aspecto visível disso está na ofensividade. Do meio para a frente, o Paissandu mostra-se mais equilibrado e é quase sempre implacável no aproveitamento das oportunidades que cria ou lhe são oferecidas.

bol_qua_200213_15.psNão se pode esquecer que a equipe do acesso não tinha um ataque memorável. Não só pelo perfil dos atacantes (Kiros, Rafael Oliveira e Tiago Potiguar), mas muito em função das inconstâncias do meio-de-campo, onde o veterano Alex Gaibu se sobressaiu em meio a tantos armadores que frustraram a torcida.

A rigor, o principal nome da campanha afinal vitoriosa foi o lateral-direito Pikachu, até mesmo em quantidade de gols marcados. Outro papel destacado teve o setor defensivo, a partir da efetivação de Fábio Sanches e Marcus Vinícius na zaga e a entrada de Rodrigo Fernandes pelo lado esquerdo.

No Parazão 2013, Pikachu ainda não reproduziu as boas atuações da última temporada, mas, em compensação, Lecheva ganhou outros trunfos ofensivos. A dupla Rafael Oliveira-João Neto faz campanha irrepreensível, tendo anotado quase metade dos 27 gols marcados pelo time.

Como a comparação é inevitável, o grande diferencial entre um time e outro talvez esteja na meia-cancha, onde volantes (Ricardo Capanema, Esdras e Vânderson) funcionam com eficiência e os meias executam suas funções com louvor. Eduardo Ramos, que começou jogando ao lado de Gaibu, assumiu naturalmente o papel de cabeça pensante da equipe.

Quando Gaibu se contundiu e Lecheva lançou Djalma, a velocidade passou a ser mais um item no arsenal de recursos do meio-de-campo. E ainda tem Iarley pronto para ser lançado a qualquer momento.

São qualidades que superam com folga as deficiências do time, todas localizadas na retaguarda. As laterais não funcionam como antes e o miolo de defesa ainda inspira cuidados, obrigando os volantes a se desdobrarem na vigilância em frente à área. Até no gol, hoje guarnecido Zé Carlos, a comparação é desvantajosa em relação à Série C, quando o Paissandu alinhou Paulo Rafael e João Ricardo.

Há, porém, um ponto comum entre os dois times que explica a evolução registrada em tão pouco tempo. Lecheva, que se responsabilizou pela estabilidade na parte final da Série C, responde agora pelo crescimento dos setores vitais do time. Caso disponha de tempo, tranquilidade e condições de trabalho pode fazer com que o Paissandu chegue bem mais longe.

———————————————————

Quem atrai mais público no Parazão

Como a atestar a máxima de que boa campanha arrasta multidões aos estádios, o Remo lidera o ranking de torcida do Parazão, respondendo por quatro dos cinco maiores públicos do campeonato até agora. O jogo de maior presença de torcida foi o Re-Pa da quarta rodada vencido pelos azulinos por 2 a 1, com 39.076 pagantes no Mangueirão. O segundo da lista foi o clássico Tuna 0 x 2 Remo, com 15.879 pagantes, na segunda rodada.

O terceiro maior público (11.891) foi registrado no último domingo, com na semifinal Remo 2 x 0 Paragominas. O quarto 4º, Remo 1 x 0 Santa Cruz, na primeira rodada, com 10.950 torcedores pagando ingresso no Baenão. Em quinto, Paissandu 2 x 2 São Francisco, na primeira rodada, com 9.839 pagantes.

———————————————————-

Direto do blog

“Trio da Fifa no Re-Pa é uma atitude acertada. Quem garante, por exemplo, que o árbitro de Paissandu 6 x S. Francisco 1 invalidaria o gol legítimo do Paissandu – não lembro agora se o placar já estava 3 ou 4 a 0 –, se a equipe bicolor estivesse em desvantagem no marcador? Quem garante, por exemplo, que o árbitro dessa mesma peleja marcaria o penal a favor do S. Francisco se essa equipe estivesse ganhando de 2 a 0? Quem garante, por exemplo, se o penal a favor do Paissandu naquele jogo de Santarém seria marcado se, nas mesmas condições, fosse a favor do S. Francisco e se este estivesse empatando ou mesmo ganhando por 1 a 0? Quem garante se aquele mesmo árbitro do jogo PSC e Tuna marcaria um penal – que ele mesmo não viu – se fosse a favor da Tuna? Nesse caso, o bandeirinha dificilmente insistiria, chamando a atenção do árbitro central. A condição técnica não é o xis da questão aqui”.

Do Antonio Valentim, torcedor remista, avalizando a opção por arbitragem de fora na decisão.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 20)

56 comentários em “Um Papão melhor em 2013

  1. Caramba, lendo a análise sobre a “evolução” do time bicolor, tem-se a impressão de que se trata de um novo Barcelona ou algo assim. Adjetivos como “equilibrado” e “implacável” são um flagrante exagero e, quando muito, somente aplicáveis no Parazão. O time atual tem um bom armador, que é o Eduardo Ramos, mas continua frágil nos demais setores, tendo ficado inferior no gol, na zaga e nas laterais (com o declínio de Pikachu). No ataque, que evolução houve? Mesmo dizer que é superior ao time do ano passado soa como precipitação e as goleadas aplicadas no Parazão e saudadas com entusiasmo, sabemos, foram sobre times de pelada. Sabemos que a Copa do Brasil e o Brasileiro vão se encarregar de mostrar que o time ainda carece de muitos reforços.

  2. A respeito dessa evolução do time do Paysandu de 2012 para esse de 2013, passar pelos conhecimentos do Lecheva, outro dia, numa dessas discussões entre torcedores, um dirigente do Paysandu disse no Twitter(ora se ele disse,é porque é quase consenso entre eles): ” Lecheva escala bem, mas mexe mal, isso, já percebemos(Só que ele falava isso, como se fosse a coisa mais natural do mundo)”. Isso prova o quanto as pessoas falam sem perceber o que estão falando, pelo simples fato de não entenderem de futebol(Me refiro aos dirigentes)
    – Ora, Gerson e amigos, dentro do que eu penso sobre futebol, se um técnico mexe mal, é porque ele não conseguiu ler direito o jogo, logo, não é um bom técnico, ainda mais para o Paysandu. É como se o time adversário tivesse explorando o lado direito e você mexesse no lado esquerdo… Te dizer…

    – No jogo Remo x PFC, o repórter da Cultura disse: ” Quando nesse momento, o técnico Charles Guerreiro manda um recado ao seu lateral esquerdo, que é pra ele ter cuidado que o Remo está jogando muito pelo seu lado”… Te dizer…

    – Tenho um amigo que ele diz que o Lecheva tem tudo pra ser um bom técnico, diz-que porque ele fala bem, tem postura nas entrevistas que dá, é calmo… Digo a ele, que todo aplicador tem esse perfil… Roberto Fernandes que o diga…

    – Uma coisa os amigos tem que entender, técnico que não sabe mexer, não, sabe fazer leitura do jogo, logo, não é um bom técnico.

    – Claro que isso, nada tem a ver com o Re x Pa, que por ser um clássico, tudo pode acontecer, pelo elenco que o Paysandu tem, jamais pelos conhecimentos de seu técnico. Falo isso, por acompanhar o seu trabalho e principalmente suas mexidas, desde a série C de 2012…
    – Acredito que o Lecheva só esteja sobrevivendo, pelo preparador físico Wellington Vero que certamente lhe dá algumas dicas e pelo Presidente que pensa, nesse momento, em economizar, apesar de pensar que essa economia, está equivocada..

    – Nesta semana, um apresentador perguntou aos setoristas dos dois clubes: Quais as folhas de pagamento de Remo e Paysandu…
    O do Remo disse: quase 300 Mil Reais e o do Paysandu disse, quase 500 Mil Reais…. Vou te contar..
    Até onde sei, a do Remo é 220 Mil e a do Paysandu, 460 Mil…

    – E assim caminham os técnicos locais e de procedência duvidosa…

    É a minha opinião.

  3. – Vale dizer que você não vira um bom técnico por acaso, por mais conhecimentos e tendência que você tenha para ser um bom técnico.
    – Bons estágios e uma boa aprendizagem com técnicos renomados, poderão fazer de Lecheva, Charles(esse, acho difícil..) e outros, a se tornarem bons técnicos, porque não… Agora, antes disso, penso ser quase impossível…

  4. – Em relação ao clássico Re x Pa de domingo, conversando com minha mãe, na 2ª feira, ela me falou: “Meu filho, se o Remo jogar como jogou contra o PFC, não tem nada pro meu Paysandu.. Tinha como o Lecheva fazer alguma coisa pra anular esse jogo do Remo?” hehe… Pouco nervosa ela…Não puxou nada pro filho…

    – Disse a ela, que, pro jeito como joga o Remo, uma das coisas que o Paysandu teria que fazer, seria a opção por um dos volantes apenas, e que jogam fixos( Esdras ou Vanderson) e acrescentaria o Alex Gaibú no meio, com o Djalma e o Eduardo Ramos, trazendo o Djalma mais de trás e marcando mais….

    – É um jogo que será decidido nos detalhes, pois conta muito o nervosismo do jogador, a situação do campo na hora do jogo, e outras coisas mais…

    É Re x Pa, isso…

  5. Gerson/Claudio, Bom Dia!
    O Payssandu teve uma evolução? teve mais isso para o campeonato paraense, para a serie B é diferente e é isso que me irrita com os dirigentes. Um time/tecnico para o paraense e um para tecnico/time para serie B, isso ja vejo como erro de um passado bem proximo e ja começa errado planejamento do ano, mostrou as conta OK e o resto.
    Quanto ao jogo do Pa/Re vai ser um jogo em que o FA vai da mesma maneira do jogo passado, colocando um volante em cima do Pikachu, um volante em cima do Eduardo Ramos, um volante no joão neto, 1 volante protegendo a zaga, e um no rebote para para o galhardo iniciar o contra ataque. O time do Payssandu sem um tecnico mateiro vai cai, os volantes vão querer sair porque não vão ver produção dos homens de frente e abrem a zaga para o contra ataque de chutão ou de um lapso do galhardo, pode acontecer não acham?

  6. Lecheva, com muita calma e caladinho ( até porque quem lhe paga é o Vandick ) sem muito mê mê mê ( que é normal no rival ) vem comendo pelas beiradas e o Papão mostrará no domingo quem é o melhor…Anotem: O Papão vai vencer e bem

  7. O equilíbrio emocional dos times será fundamental nos RExPAs. Quanto ao Remo ter mais público nos campeonatos, não é novidade.

  8. Cláudio, estou passado com essa diferença de folha, visto que a diferença dos elencos, notadamente nos resultados não é tão grande.

    Entendo que se o PSC queria economizar faria um time com menos de 300 mil e em nível dos rivais, mas a questão é que os jogadores que deram retorno são justamente mais caros o Eduardo Ramos e o Iarley (esse ainda não utilizado como deveria).

    Achei boa sua idéia de colocar o Gaibu saindo um volante só destruidor e recuar o Djalma, mas acho que melhor se encaixaria ai nesse caso a entrada do Billy que é um volante rápido e que sai muito bem com a bola (mesmo caso do Jonathan do Remo), tiraria o vanderson que certamente não terá pique para acompanhar a correria e estresse físico que será o jogo, nesse caso usaria as armas do Remo, marcando de perto suas melhores peças (Galhardo e Paulista), com uma saída rápida para o ataque.

    Diz ai Cláudio você como grande conhecedor aprova minha mexida, rsrsrs!?

    RRamos

  9. Complementando a dupla de volantes seria Billy e Esdras, acho que o Capanema precisa de orientação técnica e de posicionamento, pois é um cara casca grossa, corre muito, incansável, mas quando tá sozinho vai direto dar o primeiro combate de primeira, ou seja, dá o bote sem retaguarda e dança, é só analisar o gol do Remo e outros que ocorreram contra o PSC.

    RRamos

  10. NOTA: Ontem Sr. Oscar Rodrigues fugiu do mauro Bonna e fingiu não entender porque RE e PA não fecharam patrocínio, mas deu a dica que o PSC queria mais valorização e já tinha fechado com o Remo e recuou pois tinha intenção de fechar com ambos.

    RRamos

  11. De fato houve evolução no time do paysandu, mas como um amigo falou acima, está evolução foi no campeonato Paraense onde o nível é muito baixo quando comparamos com o Brasileiro, vemos um time como o Remo que foi montado a pouco tempo superou o mesmo em um jogo estratégico aproveitando os arremates e jogando com inteligência, fruto do bonito trabalho do Flávio. Domingo creio que vai haver esse um equilíbrio na partida, pois as duas equipes estão em plena evolução, porém creio que essa vantagem do Remo pode lhe premiar como campeão do primeiro turno. EU ACREDITO…

  12. Concordo que o Psc tem uma grande equipe, grandes valores; tudo, é claro, tendo como parâmetro o nosso campeonato estadual.

    Em semana do clássico mais jogado do mundo (até que me provem o contrário), pululam os estrategistas, candidatos a técnico, treineiros e afins, cada um com uma fórmula mágica para se vencer a peleja. Eu, do alto da minha ignorância dessa parte tática e estratégias de jogo, digo que, ocorrendo uma falha grotesca de um ou de outro, um penal imprudente, desnecessário, ou até mesmo uma jogada de gênio (daquelas bem raras), uma equipe se sobressairá à outra, desequilibrando a situação e vencendo o clássico. Isso, dependendo para que lado favorecer, poderá até ocasionar um placar excepcional (e a tendência maior para que fato semelhante viesse a ocorrer seria para o lado bicolor, reconhecidamente com valores individuais de notável habilidade). Daí muitos virão a este espaço cantando em prosa e verso que “Fulano, técnico do meu time deu um nó tático no seu colega adversário”, que “Jogador Tal ‘comeu’ a bola” ou bazófias assim. Eu digo também que, em geral, é jogo para 0 a 0, 1 a 1 ou um placar magro de 2 a 1, para um lado ou para outro.

    Com relação à arbitragem, a minha opinião, já destacada pelo blogueiro nesta postagem, decorre da experiência vivida em clássicos Re-Pa desde os idos de 1970. Um árbitro paraense (a não ser que tenha a serenidade de um monge), quer queira quer não, está inserido nesse caldeirão de emoções, agitado pelas ondas do rádio, pelas páginas dos jornais, pela internet, pela tevê, pelos papos de feira-livre, botequins e esquinas. Ele sabe que, por qualquer falha ou marcação que seja decisiva no resultado, o mundo cairá sobre a sua cabeça. Já o árbitro de fora não está susceptível a isso, ainda que, como qualquer ser humano, sujeito a erros.

    É a minha opinião.

  13. Gerson, não tendo a minha opinião nenhuma divergência significativa com a sua exposta na Coluna, vou destacar um aspecto onde penso que nossos pontos de vista coincidem plenamente. Falo da importância do Lecheva, seja agora no campeonato, seja antes, na campanha do acesso, o qual já era julgado quase impossível pela maioria dos torcedores do rival (pelo menos aqui do blog).

    Sim, nas mesmas limitadas condições técnicas e financeiras dos seus antecessores, renomados antecessores, o Lecheva conseguiu o que nenhum deles conseguiu. E, agora, apesar das pressões de todo o lado, da torcida, dos dirigentes, d’alguns setores da imprensa, e até do próprio Iarley (o qual vem dizendo insistentemente que já está 100%), o técnico o vem mantendo no banco, aguardando o melhor momento de lançá-lo e isso tudo garantido pela produção do time que ele escala.

    Que no domingo o Lecheva realmente cometa todos os equívocos que os seus críticos dizem que ele comete. Isso, somado à vantagem alcançada pelo Remo ao longo do primeiro turno, e ao time azulino repetir ou melhorar a atuação que teve contra o PFC, poderão levar o Fenômeno ao delírio ao final dos 90′.

    Quanto à arbitragem, respeitosamente, não vejo que a melhor justificativa para respaldar a opção pelo “trio de fora” seja a falta das garantias referidas pelo Valentim. Afinal, também ninguém pode garantir que se fossem árbitros de fora eles teriam este ou aquele comportamento. Aliás, tenho a impressão que se for realizado um estudo histórico, a balança dos erros, inclusive dos cabeludos, vai pender para os árbitros de fora. Até porque ao longo de todo o tempo em que o Clássico é realizado, muito provavelmente a maioria das vezes a arbitragem foi de fora.

    Não desaprovo a escolha do árbitro de fora, não. Afinal, são os donos do jogo é que devem avaliar e saber quem lhes inspira mais confiança. E se eles confiam mais na arbitragem de fora, paciência. Mas, ninguém pode garantir que esta confiança vai se confirmar, e que os árbitros de fora vão fazer uma boa arbitragem.

  14. Um comentário sobre a folha (comentário nº 2, de Cláudio Santos) paga aos elencos de Psc e Remo:

    Se depender disso, então o Remo não precisa nem entrar em campo. Ainda bem que, dentro das 4 linhas, i$$o nem sempre prevalece.

  15. Quem atrai o maior público?
    CR x SC ingresso 10 reais.
    CR x Tuna ingresso 10 reais.
    CR x PFC semifinal no Mangueirão num domingo de sol.
    CR X PSC a maioria visível no estádio era bicolor.
    Tá explicado!

  16. O Paysandu não é Barcelona ou qualquer outro time é PAYSANDU. Na minha opinião que inclusive defendí essa tese no passado. Assim que voltassemos a 2° divisão, a motivação seria outra e está acontecendo isso. E melhor, aliádo a isso tivemos mudança de diretoria, hoje temos um presidente equilibrado e que repassa isso a todos.

    O caso Pikachú prova isso e do próprio Iarley também, se estivessemos na 3° divisão e com uma administração desastrada, um ou os dois já tinham se mandado do papão.

    Saber que o time tem coisa boa a disputar e é o maior favorito a conquista do parazão, faz os atletas se acomadarem e se esforçarem. Ambiente propicio para que haja um bom desenvolvimento no time de futebol dentro de campo.

  17. Não acho que o PSC tenha evoluido em relação a time da série C, o goleiro é pior, a zaga com exceção do Pikachu também é pior, no meio a presença do Eduardo Ramos deu mais equilíbrio e no ataque também não vejo melhora! O que tem acontecido é que os adversários são mais fracos, com exceção do Remo que fez uma sucata do nordeste com jogadores experientes formando um time razoável e um treinador matreiro. Agora, se for em relação ao paraense passado ai sim, evoluiu. Mas com tudo isto o Papão ainda é o melhor time do campeonato, e em certas coisas concordo com Columbia sobre o Lecheva, como não estar sabendo usar o elenco que tem.

  18. O Remista Valetim com esse canto da cigarra vai se tornando o MILTON NEVES aqui do BLOG.

    Gostaria que o mesmo me dissesse e a todos nós, se é só o PAYSANDU que está sendo beneficiado pelo apito amigo.

    São 8 particiapntes, na opinião do Valetim, o Paysandu é o time escolhido dos arbitros, te dizer.

    O Remo do pirão chorão, com certeza foi o único prejudicado.

    O Vandick por ser um cara extremamente educado caiu nessa do Pirão chorão. Não precisava ainda trazer arbitros de fora.

    Minha opinião.

  19. Concordo com o amigo Otávio Santos, o valor cobrado é o diferencial para o maior público , os dirigentes precisam aprender a ganhar com a quantidade, é ilusão achar que cobrar mais caro é ganhar mais.

    E quanto ao Lecheva acho que vai ser preciso ser Campeão da segundona, depois da série A, pro amigo Cláudio Santos parar de pegar no pé dele. Basta olhar os resultados e comparar com os treinadores importados que passaram no Papão.

  20. O Remo foi beneficiado uma única vez neste campeonato, e foi naquele jogo contra o São Francisco.
    Não é o meu remismo que vai me cegar e deixar de enxergar os fatos.

    Quanto às influências do Pirão, vice do Remo, ainda acho que é bem pequena em relação ao poder bicolor de decisão instalado no futebol paraense faz não sei quantos anos, tipo presidente de federação bicolor, vice bicolor, diretor técnico bicolor, etc…

    Penso que isso é levado em conta no subconsciente (ou até mesmo no ‘consciente’) da maioria da arbitragem local.

    Nunca vão me convencer de que isso (a preferência clubística de quem manda) não interfere na Comissão de Arbitragem. Não estou dizendo que são, os árbitros, desonestos, isso não, mas a experiência de vida me ensinou que a ‘sombra’ do poder acaba por interferir nas decisões, ainda que involuntariamente.

    Obs: O meu nome, caro amigo bicolor Édson do Amaral, é “ValeNtim”, com o “n” intermediário. É muito comum as pessoas omitirem o N, o que dá uma diferença vocal bem grande.

  21. E o torcedor tem direito de sair de casa com que roupa queira. Como estamos num país democrático, não é crime ostentar o uniforme (camisa, calção etc) de seu time de preferência, até mesmo do Remo e do Paissandu.

  22. Sinceramente, eu não acredito que o Lecheva, que passou parte da sua vida, jogando futebol, que trabalhou com nomes consagrados dentro do cenário futebolistico brasileiro, que ouviu milhares de vezes preleções, orientações dos técnicos de diversas correntes, táticos, motivadores, ofensivos, retranqueiros etc…., e principalmente um cara inteligente, que busca o conhecimento e o aprimoramento profissional, não tenha capacidade para dirigir uma equipe de futebol profissional, quer seja no campeonato paraense, quer seja no brasileiro da série,A,B,C,D qualquer que seja a competição. Em entrevista concedida ao Cajuru, Nelinho, atleta que surge no brasileiro de 1972, no clube do Remo, ocupando uma posição sempre no segundo tempo no meio campo remista, e que em seguida , e levado pelos olhos clinicos de Carmine furletti, para o Cruzeiro de Minas Gerais, onde brilha na lateral direita, e é convocado para a disputa de duas copas do miundo, 1974 e 1978, dizer nessa matéria, que treinador não ganha jogo, ele ajuda um pouco, mais quem realmente faz a diferença, é o atleta dentro do gramado. Um outro que ouvi dizer a mesma coisa, foi Gerson o maior lançador que o futebol conheceu. Ele disse que por diversas vezes os atletas do São Paulo,Botafogo, Flamengo e até seleção brasileira, enfim equipes onde ele jogou, cansaram junto com ele, de modificarem tudo o que o técnico tinha orientado quando da subida da equipe para o gramado, eles no caminho para o gramado, iam desfazendo tudo que haviam ouvido na preleção. Portanto chego a conclusão, que um cara inteligente, com o poder de liderança e que saiba com essa liderança, harmonizar o ambiente entre o grupo de atletas, e com experiência vivida dentro do campo de jogo, resguardado por uma diretória, que cumpra seus deveres com os atletas. tenha plenas condições de se tornar um grande técnico, mesmo sem ter tido toda essa experiência. Não tenho motivos, para acreditar no Lecheva, não o conheço, não torço para o time que ele comanda, porém não posso aceitar que nós torcedores, que temos apenas um conhecimento teorico da situação, coloquemos aqui, que ele não é técnico para o Paysandu. E ai me prendo a alguns detalhes, como é que ele sem ser técnico, sem conhecer nada, consegue dentro da Ilha do Retiro, eliminar o Sport da Copa do Brasil. E mais como ele com toda essa incompetência, consegue classifcar o Paysandu para a segunda , quer dizer onde muitos ditos renomados técnicos falharam , ele com seu trabalho alcançou o que mais desejava o torcedor do papinha. Então acho que ele pode até não vencer o turno, e eu torço para que ele não vença, porém acho que pegam duro demais nesse rapaz. Acredito em destino, no trabalho em Deus, e acho que chegou o momento do Remo, assim como chegou o do Paysandu, na segundona, chegou a hora do mais querido dar a volta por cima, e o Paysandu poderia ter como técnico, o Wanderley Luxemburgo, que mesmo assim o Leão venceria esse paraense. está escrito nas estrelas, é o momento da redenção azulina, e não há culpados, haverá sim vencedores. Deus quer que assim seja.

  23. Amigo Rocildo, foste à Doca, domingo passado ?! É que nos próximos domingos, não vai dar para a torcida do CR ir. A hora de comemorar foi no domingo passado. rs

  24. É interessante como um clássico mexe com a imaginação do torcedor!
    Críticas, táticas, estatísticas e muitas outras coisas são levantadas neste momento.
    Amante de um bom futebol sempre aplaudo o vencedor e que sabemos nem sempre é o que jogou melhor, jogou mais bonito, teve maior domínio de bola e como em todo clássico, se vence nos detalhes.
    O Dérbi paraense nesta reta final de primeiro turno tem-se mostrado mais acirrado pelo fato de que de um lado defende-se a sobrevivência de uma temporada, para o time azulino, perder este turno será desesperador pois no returno disputará todas as partidas com os nervos à plena flor da pele, sem o direito de errar e jogar com esta obrigação torna o fardo mais pesado!.
    Para o Paysandú, com agenda completa até o fim desta temporada, poderia ser até mais tranquilo mas não é, um resultado desfavorável tem consequências gravíssimas a não ser que a mentalidade da nova diretoria tenha mudado tanto a ponto de absorver com naturalidade uma derrota permitindo que o título fique para os azulinos!, acho que não!
    Vou acreditar no trabalho do Lecheva e esperar que esta zaga tenha mais cuidado desta vez, ela deixa muito a desejar.
    Também não concordo em ter que descaracterizar o jeito de jogar em função do que pode ou não o adversário vir a fazer no gramado, o jogo ofensivo do Paysandú pode trazer conseqüências desastrosas, porém se encaixar um gol logo de saída certamente a sólida equipe azulina será testada em se se mantém com a mesma postura ou vai se atirar em busca do gol de empate! e neste caso é pedir para ser goleado!
    A vantagem do time de Periçá é muito grande pois mesmo com uma derrota por um placar pequeno no primeiro jogo isto pode ser revertido perfeitamente no segundo pois trata-se do clássico Rei da Amazônia!
    Quero que vença o meu Papão mas que mostre realmente por onde conseguir e merecer a vitória!
    Diferentemente de muitos remistas que dizem que estamos empolgados pelas goleadas, eu torcedor do Paysandú, estou muito consciente de que o meu time é limitado sim, tem uma defesa ruim, talvez a pior dos últimos anos, uma ataque que embora tenha 27 tentos marcados, não me inspira confiança, tocam demais a bola sem objetividade dando com isso margem para erros de passe e armação de contra-golpe, ponto forte do time do FA .
    Um Pikachú desfigurado, não marca nem ataca! Se continuar deste jeito dificilmente se valorizará no mercado da bola, pelas suas costas as jogadas dos times adversários ainda continuam sendo bastante exploradas!
    Um Vanderson que mesmo com toda a experiência não tem o mesmo pique dos atacantes adversários, velocidade não falta aos remistas!
    Então diante dos fatos não aponto o meu Paysandú como favorito ao título. Se vir tudo bem e reafirmo tem que mostrar muito futebol, empenho, garra e foco para ser campeão deste turno!
    É o meu parecer!

  25. Otavio Santos, você estava em outro planeta? Ha, esqueci que você torce para o time modinha e sem memória. Remo e S. Francisco R$ 20,00, contra a Tuna, o mando era da cruz de malta, contra o Paysandu, como deve ter sido o único jogo que você foi nesse campo por isso é modinha, os seus olhos com certeza o engaram. Eu não vou dizer aqui que “foi visível que a torcida do Remo estava em maior número…e tal” vou apenas de citar o que no início da manhã de sábado, portanto, véspera do REXPA, os ingressos se esgotaram no Baenão logo cedo e a torcida do Leão, incluindo meu irmão, que me contou este fato, atravessou a almirante barroso para comprar ingressos no estádio(?) da curuzu, onde ainda haviam bilhetes, portanto, como todo bicolor que se preze, você omite fatos e mente descaradamente afirmando que “a maioria visível no estádio era bicolor”. Como pode ser maioria visível se haviam esgotado os ingressos primeiro no Baenão? Há, já sei, porque o Baenão é mais perto da casa dos bicolores que a curuzú, né? Tá explicado!

  26. Quem atrai ou deixa de atrair não me interessa o que me importa mesmo é o título do campeonato que mesmo a vantagem imensa do time azulino que tem o melhor técnico, zaga dos sonhos, sólida feito aço!, melhor meio campo com ligações bem planejadas, os lançamentos são milimetricamente alçados nos pés dos seus atacantes, lembra até a seleção brasileira de 70, égua
    !, um não mas dois atacantes matadores eu acredito no meu PAPÃO que com defesa frágil, ataque duvidoso e meio campo sem criatividade ainda vai ganhar este título!

  27. Rocildo, mandou bem. Com todo o respeito do mundo, acho que o comentarista-mor, Claudio Santos, distorce a realidade somente para ter argumentos que sustentem seu posicionamento crítico em relação ao Lecheva. Nada contra ele não gostar dos tecnicos da terra, é um direito seu. Mas entendo que seja importante e até necessário o reconhecimento de um profissional local, por seus resultados, principalmente depois de tentativas (uma atrás da outra) em outros técnicos de fora, incluindo o glorioso Givanildo, sem qualquer resultado positivo.
    Creditar o sucesso da equipe somente no preparador físico é demais. Até porque não e o que vemos nos jogos. Lecheva pode não acertar sempre, como qualquer outro técnico. Mas colocar a faixa de que sabe escalar e não sabe mexer é, no minimo, irreal. É perseguição. Naquele jogo contra o glorioso, o paysandu somente fez gol depois de sua mexida. No jogo contra a tuna, o time só melhorou depois do intervalo. Ora, um profissional de qualquer área tem um conjunto de competências, e o resultado em delas em todo é que vai determinar sua qualidade. E, desde a cassificação do ano passado, conseguida apenas quando assumiu o time, o técnico tem tido excelentes resultados. Não gosto muito de dar pitaco no time adversário, mas confesso que encomoda-me um pouco a falta de critério de alguns para criticar o lecheva. Ademais, parece que o Claudio fica esperando até que o Lecheva comece a ter resultados ruins para vir dizer: tá vendo, venho dizendo isso desde….
    Não fique chateado com minhas críticas, Cláudio, mas
    É A MINHA OPINIÃO.

  28. Amigo Jorge Alves, não foi eu quem disse que Lecheva escala bem e mexe mal, foi um diretor do Clube, via Twitter, como falei, acima. Até porque, penso que ele tanto escala quanto mexe mal…
    Quanto a eu ficar esperando ele ter resultados ruins para dizer: Não disse? Isso, amigo só vai acontecer, se a sua teoria estiver errada e a minha certa… Elementar..

    Reconheci sim a importância do Lecheva, na conquista do acesso à série B(está gravado aqui).. Falei que ele, por ter recebido um time bem treinado pelos técnicos Davino e Giva, levou o PSC ao acesso, graças ao bom técnico bombeiro que ele é.

    Agora, é bom não confundir, bom técnico “bombeiro” com um bom técnico… As pessoas precisam saber separar esses 2 profissionais…

    É a minha opinião.

  29. Eu espero sinceramente, que eu tenha a chance de ir não somente domingo até a Doca de souza Franco, mais principalmente quando da decisão do campeonato. Decisão esta que como todo bom azulino espero estar participando.E ainda arrisco um palpite decidiremos o campeonato com o Papinha, e ai quem for podre que se quebre. e eu continuo acreditando no mais querido, indiferente, as armadilhas táticas ou talentos dos bicolores.

  30. Realmente o paysandu melhorou muito do meio pra frente, mas atrás precisa melhorar bastante.. quanto a publico, como sempre, a torcida do papão será maior no q mais importa nesse camp. o rexpa.. !

  31. Se assim fosse, amigo Rocildo, Maradona seria um dos melhores técnicos do mundo… Jogar futebol e ser técnico de futebol, são 2 coisas bastante diferentes… O que facilita para quem jogou futebol, é apenas conhecer como funciona um clube internamente, vestiários, lidar com jogadores, concentração,…… Mas na hora de treinar um time taticamente, de ler o jogo e fazer as substituições, é que vem o mais difícil… Aí é que vamos realmente saber se ele é ou não um bom técnico…

    É bom não confundir…. Aliás, Sinomar e Nad, foram dois grandes jogadores de futebol que passaram pelo nosso estado.. Te dizer..

  32. Égua! Queria entender o raciocínio do decano do blog, Cláudio Santos. Ele sugere que seja usado apenas um volante, no entanto, sugere também que se recue o Djalma para fazer às vezes de um. Por que não deixar, então, os dois que são do ramo, assim como o garoto lá na frente encostando nos atacantes, caindo pelos lados e tabelando com o Pikachu, algo que ajudou a melhorar sensivelmente o setor ofensivo do Bicola?

  33. É interessante as colocações do Sr. Antonio Valentim, sobre a escolha de arbritagem de fora para a decisão, só esqueceu de comentar o seguinte: o gol irregular do remo contra o são francisco, na falta no meio de campo que resultou no gol do remo contra a tuna, na agressão do jogador do remo no Adriano no jogo em Marabá e só recebeu cartão amarelo, etc. Jr.

  34. Meu caro Cláudio, então, o que falta é mais movimentação de todos e não um esquema ‘cobertor de pobre’, pois recuar o Djalma enfraquecerá o time mais na frente, e não temos disponível outro La Caceta, que batia o escanteio e já estava a postos na área para o cabeceio.
    Quanto ao Nad, foi muito bom zagueiro, tanto que foi várias vezes campeão pelo Papão.

  35. O Nad é do mesmo time do Zé Augusto, do Bebeto Campos que passou uma sombra aqui antes de morrer e alguns outros que a memoria não me ajuda.

    Foram grandes jogadores sem precisarem ser necessariamente craques. O suor de suas camisas valiam bem mais que muitas estrelas que pra cá vieram e nada fizeram, e como valia.

    Sou de opinião do Claudio também, o Paysandu é muita areia pro caminhãozinho do Lecheva, mas sou menos radical do que ele( e respeito pois é sua opinião ) pois penso que o ex meia bicolor tem seus méritos e que são baseádos não em sorte e sim no seu ainda pouco conhecimento.

    E por final, entre Lecheva e FA, eu sou mais o Lecheva.

    O FA é do tipo de tecnico que só serve pra time em desenvolvimento, o dia que pegar um time montado e pra fazer pequenos ajustes e que venha disputar uma grande competição, talvez não dê conta. Por isso decresceu na carreira.

    Já o Lecheva, ao contrário, não se intimidou e vai sem medo na frente de um time que evoluiu no cenário nacional.

  36. Cláudio, por isso mesmo que entendo que a entrada do Billy somente, formando com Esdras a proteção e o Djalma e o E Ramos na armação, como o Djalma tem folego alem de armar marca bem, então seria somente uma mexida com mais velocidade na saída de bola e também na recomposição.

    RRamos

  37. Torcedor bicolor que se preze tem de parar com este discurso politicamente correto sobre o rexpa,a verdade é que o papão tem a obrigação de impor sua maior categoria afinal somos time série B e o rival é um time que vive atolado na lama e que vive SEM DIVISÃO.não é questão de menosprezo não é apenas a realidade dos fatos.

  38. Jairo a imposição é fato, mas realizá-la é outra coisa. Veja na copa do nordeste o que aconteceu com o Sport-Pe em relação ao time sem divisão da Paraíba, portanto eu digo que entrar ligado no jogo será fundamental para determinar a vitória tanto de um como do outro. eu também, mesmo com a vantagem azulina sou mais PAPÃO!

  39. essa nova do time que arrasta multidão todo mundo sabe que é o REMO.

    obs. tem torcedor justificando que campeonato paraense não vale nada e que é melhor a serie B , mas muitos esquecem que o nosso parazão , dá acesso á copa do Brasil e outros acessos a campeonatos pelo mundo. vai entender o torcedor.

    ops. é so inventar outra desculpa para derrota. rsrsrsrs

  40. atá , blz então , deve ser o teu ok ., meu amigo não sou eu , vai reclamar no site do IBOPE , vcs são de serie B e agente tem á maior torcida é simples , não posso postar só comentarios para te agradar , afinal vc é paisandu e o blog é livre , tú colocas varias coisas fanaticas que nem existe ai e eu nem ligo , apenas participo e comento tambem. é a democracia amigo.

Deixe uma resposta