8 comentários em “Capa do DIÁRIO, edição de sábado, 02

  1. Tem ocasiões em que dá vergonha de ser brasileiro.

    O renan calheiros (para mim não merece o Sr.nem maiúsculas no nome) é eleito com folga no senado (também não merece o s maiúsculo).

    Votaram 74. 56 para o calheiros, 14 para o oponente, 2 em branco e 2 nulos.

    Vejam bem, para cada 5 votos válidos, 4 para o calheiros. O mesmo calheiros que em 2007 renunciou ao cargo para não ser cassadom numa clara confissão de culpa, esse mesmo calheiros que está sendo acusado e deverá ser julgado pelo STF (nem sei se acredito nisso).

    E foi ardorosamente defendido pelo fernando collor de mello. Isso,
    ele mesmo!!!!!!!

    Um senado desses é que edita e aprova leis neste país.

    QUE PAÍS É ESTE??????

  2. O desconto na tarifa da energia, vai todo no preço do combustível. Esta é a Dilma “elas por elas”. Como diria uma amiga minha, não exatamente com estas palavras: ‘Foi a mesma coisa que usar canjica’.

  3. Não senhor, Antônio. Não compare alhos com bugalhos. O aumento da gasolina está bem abaixo do que o mercado queria e por isso o governo sofreu críticas dos empresários do setor e seus reverberos no PIG. Por outro lado, a redução da tarifa de energia alcança milhões de brasileiros que, em sua maioria, não possuem carros. Portanto, não é “elas por elas”.

  4. O estado não tem dinheiro (e competência também) para prestar um serviço decente de remoção de corpos de pessoas atropeladas ou assassinadas, mas tem o bastante para pagar gordos salários para certas categorias de funcionários públicos do executivo ou repassar ao judiciário paraense para que este poder pague salários de marajá aos seus servidores. O escândalo estampado na capa do Diário de sexta-feira nada difere deste da capa da edição de sábado. São irmãos siameses.

  5. Cássio,

    E o que dizer da desfaçatez da velho velho campo político obtuso na defesa da tese de que o estado estava “intervindo” e um setor onde deveria prevalecer as leis do livre mercado, quando da anunciada redução das tarifas de energia? Os entreguistas do PSDB-DEM, Sardemberg e os analistas econômicos defensores das liberdades parciais mostraram preocupação com o Brasil e com sua política econômica “intervencionista”, quando na verdade suas preocupações referem-se ao “outro” Brasil: o dos produtores, das concessionárias, das classes produtivas. O Brasil dos consumidores que pagam contas de energia altíssimas, numa relação custo-benefício aviltante (o preço é caro e o serviço é precário), é algo a ser ignorado. Parabéns à Dilma. Teve peito para garantir uma redução de tarifa em um setor que não gosta de sofrer regulação dos poderes constituídos, mas que aí estão com o consentimento e a permissão destes. Gostaria que ele revisse os contratos de concessão, mas diminuir a tarifa está de bom grado. A mulher tem “queixo”!

  6. Elas por elas, sim senhor. Primeiro que a redução do preço da energia foi subsidiada pelo próprio governo, o que significa dizer que parcela significativa do que foi reduzido, senão tudo, foi bancada por todos os brasileiros, os que têm e os que não têm carro. Segundo que a industria, o comércio, os prestadores de serviços etc, são muito parcimoniosos no repasse de “descontos” e isenções governamentais aos preços ao consumidor, e sempre muito ávidos no repasse dos aumentos. Prova disso é que já há posto de combustível aqui em Belém reajustando seu preço em até 10%. Então, não há confusão. Primeiro veio o alho, em seguida, para compensar, veio o bugalho. Mas, poderia ter sido pior. Afinal, tudo poderia ter se resumido ao aumento no preço do combustível. Se ao menos a ANP caprichasse no seu trabalho para evitar a fraude nas bombas e o batismo dos combustível…

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