12 comentários em “Capa do Bola, edição de segunda-feira, 28

  1. só algumas considerações…

    Time operário…
    aplicado táticamente…
    sem estrelismo…
    time raçudo…
    joga feio e eficiente…
    e mesmo sem divisão é Líder de um campeonato onde temos apenas 2 representantes garantidos em campeonatos Brasileiros da segunda e da terceira!
    falar mais o que?

  2. A vitória foi saborosa por ter sido diante de um arqui-rival visivelmente mais forte. Agora, é preciso manter o foco em busca da vaga para a Série D e fazer de tudo para manter o elenco.

    Sempre acreditei na raça dos atletas nordestinos, pois são os únicos que suportam o nosso clima. Não foi foi à toa que a década de ouro do Remo tinha como símbolo a raça do Agnaldo, além do Alencar e do Marcelo Silva.

  3. Caro Mariano, quem conhece minimamente o nordeste entende logo de cara que somos mais parecidos com os nordestinos que com as outras regiões, até historicamente. A divisão do IBGE entre as cinco áreas não mostra a integração cultural que há de fato entre norte e nordeste. A própria região norte foi povoada por muitos nordestinos, mas há muitos de diferentes origens, de outras regiões. O Pará é a maior colônia nipônica do Brasil depois de São Paulo. Por isso, acredito não só no envolvimento sério de quem é nordestino, mas sim em quem simpatiza com a história e o povo de nossa região, inclusive entre aqueles que são do sudeste, do sul e do centro-oeste e entendem que aqui também é Brasil. Sejam bem vindos aqueles que nos respeitam pois serão respeitados e recebidos com carinho em nossa casa.

  4. Muito infeliz essa capa do Bola com o jogador do Remo usando uma camisa da torcida organizada extinta “Remoçada” que agora se denomina “Torcida Remista”. Isso é apologia. Muito infeliz essa publicação do Bola.

  5. Caro Lopes Junior, eu nem preciso ir ao nordeste para conhecer a essência do povo nordestino, pois sou filho de um cearense que veio para o Pará em um pau-de-arara em 1970 quando ainda nem havia a BR-316. O meu avô paterno tem 86 anos e mesmo depois de enfrentar uma complicada cirurgia cardíaca, continua firme feito uma rocha. Pense num cearense duro!

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