12 comentários em “Sempre em busca de novos rumos e conquistas

  1. Tempo bom quando o futebol paraense era respeitado, será que um dia ainda voltaremos a essa posição.Falem o que quiser do tourinho porém suas vitorias nunca serão apagadas.

  2. E os fracassos, sr. Sérgio?

    Existe um paralelo entre o Tourinho e o LOP

    Um nos fez conhecer o céu e o inferno.

    O outro nos faz sofrer e permanecer no inferno.

  3. P assado cheio de glórias,
    A cumulado de títulos vibrantes,
    Y sso é o nosso PAPÃO,
    S erá para sempre um gigante !
    A cidade toda canta, São fogos e a-
    N imação. Tudo com muita raça,
    D edicação, confetes e até faixas,para
    U ngir um Campeão !

  4. A novos rumos está precisando de professor de português. O certo é 10 anos de uma história que sempre estará – e não que estarão – pois é a história que ficará marcada no peito e na mente e não os 10 anos. Custava dá uma revisada na gramática!

    1. Nesse caso, amigo Diogo, é melhor relevar essa pequena questão, tão inferior à verdadeira intenção do pessoal que bolou o bonito anúncio, que estamos publicando no Bola deste domingo.

  5. Desculpe-me Sr. Diogo

    O correto é dizer – ou escrever – “custava dar uma revisada”. E no final cabe o ponto de interrogação, não o de exclamação.

  6. Amigo Cláudio,

    Rogerinho, Ronaldo Willis, Pedro Paulo, Cláudio Gavião, Sandro, Jóbson, Souza (“cara de velha”), Albertinho, Clayson Rato, Sérgio, Wélber e Magnum, por exemplo, eram todos locais. Luiz Fernando já estava um bom tempo por aqui pois também havia jogado no Remo. Além de Givanildo, o mais paraense dos pernambucanos devido o sem número de trabalhos feitos por aqui tanto no Remo como no Paysandu. Seriam então todos de “procedência duvidosa?”.
    Lembro inclusive que a única contratação para a Copa dos Campeões foi o rodado Jajá, pois a base do time era da vitoriosa campanha na Série B de 2001, com algumas mudanças.

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