Heranças da era AK atormentam o Remo

Ex-jogadores Didão e Gilsinho, que defenderam o Remo sob o comando do técnico Giba, entraram na Justiça do Trabalho reivindicando do clube respectivamente R$ 50 mil e R$ 110 mil. Além deles, o coronel PM Wilson, que era chefe de segurança no Baenão, também entrou na Justiça cobrando mais de R$ 100 mil em salários atrasados. Todos trabalharam na gestão Amaro Klautau. Em relação ao passivo trabalhista, o departamento jurídico do Remo, chefiado pelo advogado Ronaldo Passarinho, houve uma redução expressiva na atual gestão, que usa a negociação como principal trunfo para diminuir os débitos.

6 comentários em “Heranças da era AK atormentam o Remo

  1. Engraçado quando um PM trabalha fazendo bico é considerado errado, e o Coronel? Será que era certo ele ser chefe de segurança de uma instituição particular como é o Remo?

    Em relação ao aniversariante do dia, como seria bom que no nosso futebol, colocasse pra trabalhar quem entende de sua missão.

    Ou seja médico trabalhando na area da medicina, advogado na area juridica e assim se vai.
    No Paysandu seria interessante saber se o LOP tem ao menos algum curso que lhe credencie a dirgir um Clube.

    No Remo o tecnico de futebol quer mandar mais que o rapaz que é responsavel pelo gramado do Baenão.

  2. Pior que os diretores atuais não aprenderam com as barbeiragens do AK, e, só dos que se sabe, contrataram uma batelada para o segundo turno e a maioria nem chegou a treinar.

  3. Até o coronel caiu no conto do paco, embora pense que não pode prestar serviço particular. Deve ser um acerto que beneficiou ambas as partes, não cumprido. Só pode.

    1. Diogo, o mais impressionante é que AK e seus defensores fiéis vivem dizendo até hoje que ele fez administração impecável, sem dívidas, sem pendências trabalhistas. Só pode ser piada de mau gosto.

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