Uma estreia desastrosa

Por Gerson Nogueira

Depois de tão aguardada, a estréia remista no Brasileiro da Série D revelou-se um fiasco em grande escala. Perder fora de casa é parte da rotina do futebol, mas sofrer uma goleada para equipe sabidamente inferior é desastroso. Até porque o adversário enfrentava sérias turbulências internas, não treinava há mais de duas semanas e teve que usar jogadores das divisões de base para suprir as carências do elenco. 
O primeiro tempo, mesmo sem movimentação do placar, já deu uma idéia da condição técnica do Remo no jogo. Sem jogadas criativas no meio-de-campo e nenhuma força ofensiva, o sistema 3-5-2 mostrou-se problemático desde os primeiros minutos.
A maioria dos jogadores parecia estranhar a nova configuração tática, com especial dificuldade no trabalho dos alas. Como é rotineiro no Brasil, o 3-5-2 quase sempre é um disfarce para fortes retrancas. O problema é que nem retrancado o Remo conseguiu ser. 
Para o segundo tempo, quando se esperava que finalmente a equipe mais cascuda levasse a melhor sobre o mal-ajambrado Vilhena, aconteceu justamente o inverso. Surpreendido pelo gol de Marcelo Maciel logo a um minuto, mas o time da casa reagiu de forma fulminante. Empatou em cima do lance e virou quatro minutos depois, atestando toda a vulnerabilidade do sistema defensivo paraense.
A partir daí, atordoado pelo inesperado vigor do Vilhena, o Remo revelou a incapacidade de equilibrar a partida. Perdeu-se em tentativas de cruzamentos e, quando ensaiava a busca pelo empate, sofreu o terceiro gol, aos 25 minutos. Intranqüilo e sem alternativas para reverter a situação, só descontou aos 40 minutos, mas logo a seguir abriu espaços e cedeu o quarto gol.    
Na verdade, os problemas remistas – já expostos no Re-Pa – vão muito além da zaga. Incluem uma crônica falta de criatividade no meio-de-campo, agravada pelo desentrosamento de Ratinho com os demais companheiros e a distância em relação aos homens de ataque.
A inexplicável desarrumação imposta pelo técnico Flávio Lopes ao time vice-campeão estadual cobra um preço alto demais neste começo de Série D. O precário conjunto adquirido no returno do Parazão, com a utilização de um meio-campo marcador e técnico (André, Jhonnatan, Reis e Magnum), foi abandonado por uma nova formação, que prioriza jogadores mais rodados e indicados pelo treinador.
Como observei aqui, na semana passada, a opção por um time sub-40 poderia ter conseqüências danosas. É sabido que competições de baixo nível técnico como a Quarta Divisão exigem, acima de tudo, velocidade e preparo físico. O Remo, contrariando todas as recomendações, preferiu apostar em lentidão e experiência, daí a preferência por uma linha de zagueiros com idade acima dos 30 anos.
O Vilhena nem precisou ser brilhante para superar o caótico grupo remista. Foi, pelo relato do companheiro Geo Araújo (da Rádio Clube), apenas um time esforçado, que percebeu logo de cara que o visitante não estava com essa bola toda. Apostou, então, na correria e no contra-ataque. Deu certo.
Para o próximo compromisso, domingo, em Belém, com ou sem Flávio Lopes, o Remo precisará de mudanças radicais. De conceito, inclusive: o futebol é, cada vez mais, um esporte para jovens. Sem qualquer sentido discriminatório, jogadores com mais de 30 anos precisam ter talento acima da média e excepcional forma física para encarar o duelo com a garotada. Nesse aspecto, jogadores como Tiago Cametá, Igor João, Reis e Jaime fazem muita falta. Não são craques, mas jogam (e correm) mais do que os forasteiros que o técnico elegeu como titulares.  
 
 
Os números não mentem. Sete gols em dois jogos. O saldo negativo da defesa remista, que foi responsável direta pela perda do título estadual mais fácil dos últimos anos, evidencia a fragilidade desse setor remista. Ontem, o Remo reproduziu em versão ampliada as falhas primárias demonstradas no clássico contra o Paissandu, há duas semanas.
O técnico, que havia reclamado de falta de tempo para preparar o time para o Re-Pa, não foi capaz de observar que a defesa é lenta e sem reação. E isso se agrava quando, ao invés de usar dois zagueiros fracos, o time joga com três. Lopes, que antecipou a derrota para o Paissandu, não foi capaz de prever o desastre em Vilhena. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola) 

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 25)

46 comentários em “Uma estreia desastrosa

  1. mas jogador é bicho mimado mesmo, e depois do jogo vem o velho comentário de que ” perdemos, agora é trabalhar e procurar os 3 pontos” até o discurso é velho e não engana mais ninguem…por mim, a torcida tem que dar gelo e não ir ao estádio mais, pra ver se esses jogadores, dirigentes e até os torcedores tomem vergonha na cara, precisamos entender que não somos mais uma força no norte. temos que ser humildes e jogar, jogar e jogar.

  2. Só faltou a Coluna dizer que o Geo Araújo elegeu o Dida, como o melhor jogador do Remo.Bom, mas isso não vem ao caso.

    – Gerson e amigos, ao que parece e, pelas entrevistas que ouço, atentamente, o Flávio Lopes está desanimado no Remo, face a tanta incompetência da diretoria. Dá pra perceber que o Remo não deu os jogadores que ele queria e, pra não ficar sem ninguém, acabou por pegar o que lhe ofereceram, no que penso ser um erro e, eu no lugar dele, entregaria o lugar. O jeito como se comporta nas entrevistas, me fez lembrar, ontem, das passagens de Giba, Barbieri, Ademir Fonseca e Edson Gaúcho, a quando dessas pressões, tanto da mídia(mas essa está no papel dela), quanto dos dirigentes incompetentes.
    Dizer que o FL teve todos os jogadores que pediu, é faltar com a verdade. Ele indicou, desde qando chegou(conversei com ele sobre isso), um Meia armador e um atacante( e deu nomes), mas não trouxeram e, como o Magrão já estava aqui, os diretores demorando a contratar, ele fez a opção por esse jogador, até por já conhecer o atleta e, mesmo assim, não vingou.
    Flávio Lopes, é bom técnico, mas paga caro, por lidar com dirigentes incompetentes e, por não fazer o que queria a mídia(mas essa, passaria despercebida, se o Remo tivesse diretores que entendessem de futebol).
    Ora, amigos, se o 3-5-2 é sinônimo e retranca, porque só o 3-5-2 do Galvão é que é ofensivo? Te dizer…
    Já falei e volto a dizer, Diretor de Futebol pra se meter em Remo e Paysandu, tem que largar o radinho e entender de futebol, caso contrário, será facilmente dominado pela mídia local.
    – O caso do Edu Chiquita, é típico desse ruim ambiente em que se formou no Remo, com esse HG. Esta na cara, hoje, que o FL não o coloca, porque o HG o contratou, sem lhe consultar e, isso, não é qualquer técnico que aceita, como não aceitaria o Giva, o EG, o Giba, o Davino.. isso é dele, o técnico. Eu, também não aceitaria, mas o tiraria do grupo.
    Pelo que estou vendo aqui de fora , pelos dirigentes amadores que o Remo tem, penso que uma troca nesse momento do FL pelo Edson Gaúcho, poderia mudar o ambiente no Remo, já que com o FL, ele já vem, havia muito tempo, com esse ambiente pesado e, se desgastou muito com o HG.
    – Só para os amigos terem uma idéia, o FL pediu ao Presidente que o Albany fosse chefiando a delegação e, esse disse: Eu, não.Manda outro… Te contar..

    O torcedor do Paysandu que se prepare, pois se a pressão da mídia derrubar o FLopes, o próximo vocês já sabem quem será, pois ele não quis mais amistosos.
    – Pra refletir: O Guarani, foi goleado pelo Remo e, foi campeão brasileiro.

    É a minha opinião.

    1. Não vi essa louvação ao Dida, amigo Cláudio, nem da parte do Geo. Aliás, é outro jogador de procedência duvidosa, como tantos que incham o elenco do Remo hoje. Quanto ao desgaste entre técnico e dirigentes, existe mesmo, mas há também um excesso de autonomia para treinador no futebol do Pará. É um funcionário do clube e deve se comportar como tal. A reação dele ao Re-Pa, elogiada por alguns, foi uma demonstração de insegurança, cujos resultados mais negativos apareceram na estreia de domingo. Vejo o treinador sem um time pronto, apesar dos 40 dias de treinos. Não há um sistema defensivo confiável, pois ele aposta nos mais velhos zagueiros em atividade no Brasil. Não há meio-campo, pois ele indicou Ratinho, que é um condutor de jogo e esqueceu de trazer um meia-armador clássico. Edu Chiquita não foi testado – e dificilmente será, pois não foi indicação sua. Um outro detalhe: os velhotes foram contratados com o aval dele, não foram impostos. Quanto ao Guarani, camarada, era um timaço, com pelo menos três jogadores de nível de Seleção – Careca, Renato e Zé Carlos. Sofreu um apagão em Belém e foi goleado, algo raro na trajetória daquele time. Portanto, não há termo de comparação.

  3. Jamilton, cametá, igor João, edinho e alex ruan, André, Jonhatan, Chiquita e Tardelli, jaime e Joãozinho. Essa é a única escalação para salvar o Remo, se não der certo, é melhor jogar a toalha antes que seja humilhante a participação na série D. Treinador: Edson gaúcho Já, o Flávio Lopes não tinha nem de desembarcar em Belém, ou será que vão deixá-lo para o time pegar ritmo em novembro?. A torcida tem que fazer boicote domingo, ou a direção passa uma borracha nessa vergonha que está ai, ou a torcida abandona de vez os estádios. Porque não tentar do Santa cruz o Rairo, Floriano e paty ou será mais investir no sub-40?

    1. Sei de sua admiração pelos técnicos importados, amigo Cláudio, às vezes até concordo algumas posições, mas essa fase do Flávio Lopes pós-Parazão revelam um técnico inseguro e perdido no comando do Remo. Ontem, ele saiu dizendo que o time não teve alma. Será que vai jogar a culpa nos jogadores pela má jornada (como tentou fazer com Jhonnatan naquele famoso treino filmado no Baenão)?. Segundo o companheiro Géo Araújo, que narrou o jogo para a Rádio Clube, o Remo perdeu para cansaço, sim, como já havia acontecido no Re-Pa; perdeu para desarrumação tática (o time não conseguia trocar três passes no primeiro tempo); perdeu para a ausência de reação; e perdeu para a ausência de ligação entre meio-campo e ataque. Adriano falhou no quarto gol, mas nos demais foi parte da barafunda criada pelo setor defensivo para o modesto Vilhena. Os garotos Jhonnatan e Reis não foram inferiores a Ávalos, Edinho, Paulinho, Ratinho & cia.

  4. Amigo Cláudio, a longa viagem não poderia ser desculpa para um time tão descansado como o Remo, que bem poderia alegar a ociosidade.

  5. Essa estória,(estória mesmo), não termina nunca. Uma sugestão:mandem essa novela para o “Vale a pena Ver de Novo”.Tudo na vida tem fim,só não,esse calvário azulino.Olha que não sou adepto desse clube,mas já sinto pena do mesmo.

  6. Será mesmo Cláudio que a diretoria não contratou quem ele pediu? E os zagueiros que por eles foram escalados, são indicação de quem? Do LOP? Cláudio, não defenda o indefensável. Flávio Lopes é limitado, tem manias e cacoetes como muitos outros que passaram por aqui, “estrangeiros”, como dizes, de “procedência duvidosa”…

  7. O FL teve tempo suficiente para ter um bom trabalho, coisa que não está acontecendo ecomo todos os técnicos que não tem un bom rendimento arruma uma desculpa para o revés, pois se ele que está no dia-dia com o plantel e não conseguiu um padrão de jogo

  8. E achas pouco amigo só esses 4? Além do mais amigo Cláudio, nem sempre os indicados do treinador são sinônimos de certeza e sucesso absoluto. Até mesmo Givanildo indicou certos bondes por aqui nos tempos de Paysandu (Wilson Surubim, aquele lateral direito que era do Ceará e que também jogou no Remo e outros menos votados). E o Edu Chiquita? Será que está pior do que os demais que estão jogando? Se ele foi contratado antes da desavença com o HG e o jogador estiver bem, FL é burro em não escalá-lo, pois pode vir até a salvar sua cabeça caso o jogador encaixe no time. Ratinho, pelo que você diz, não é indicação de FL e ontem jogou. Qual o critério então adotado pelo treinador.
    Barbieri quando por aqui passou tinha um time caro e de jogadores renomados (Enílton, Sandro Goiano), campeões de torneios nacionais como a Copa do Brasil há menos de dois anos de suas estadas no Paysandu. A única coisa que fez de destaque foi dar oportunidades ao garoto Moisés. Foi Barbieri sair e o time encaixou, veja só. E pelo que via nos jogos em que ia, era a torcida e não a imprensa que pressionava o técnico pela sua saída. Quando uma torcida pega no pé de um técnico isso, via de regra, não é feito de forma proposital, mas sim pelo trabalho ser ruim e não mostrar resultados. EG, por exemplo, é adorado por aqui. Esse sim, foi sabotado pelos dirigentes (na segunda passagem, pois na primeira também deixou a desejar). Os demais, foram fracassos retumbantes.

    1. Concordo inteiramente, amigo Daniel. O problema quanto ao Flávio Lopes é que, desgraçadamente, a boa campanha no returno do Parazão parece ter sido um acidente de percurso. A vitória sobre o Águia em Marabá, apenas quatro dias depois de ter assumido o time, deu o ânimo necessário para que o time se recuperasse, com o apoio da torcida. Ocorre que seu comportamento nas finais do campeonato e o que veio depois disso passam uma outra imagem sobre seus métodos de trabalho. Deixou de ser o cara que estimula os garotos da base para repetir as mesmas malandragens das velhas raposas, trazendo uma legião de veteranos e montando um time envelhecido. Como alertei em coluna recente, o Remo parecia a fim de montar um sucatão sub-40. Teve tempo para treinar e dar um mínimo de conjunto à equipe, mas os resultados recentes (Re-Pa e ontem) revelam um time desfigurado. A pergunta mais óbvia é: por que não aproveitou a espinha dorsal que terminou o campeonato?

  9. Penso que é mais fácil culpar o técnico, amigo Gerson. Num clube com 34 jogadores, onde apenas 4 foram indicações do treinador, penso que o Culpado, foi quem contratou os outros 30. Como cobrar de um técnico, se ele lhe pede um jogador e você oferece outro? Como cobrar de um técnico, onde todos dizem que o time é fraco, mas não foi ele quem contratou?
    Aí, amigos, é demais. Chego a pensar que eu nunca entendi mesmo sobre futebol, sinceramente.

  10. Esse técnico é maluco, só ele viu futebol no improdutivo Juan Sosa (que é uma espécie de coringa pra ele). Fota FL, fora Sosa..ô sofrimento que não acaba nunca.

  11. Temos de ter calma e serenidade neste momento. Em 2005 foi o mesmo sofrimento, ou alguém esqueceu do tocantinopolis? A diretoria tem de resolver se o reis vai ou não embora e se for trazer logo alguem pro lugar dele. Não tem como se fazer uma preparação adequada sem saber com quem vc pode contar. Vou dar um voto de confiança e fazer minha parte no baenão e quem for remista tb vai torcer o tempo todo e apoiando o time.

  12. Agora, o CR está sob pressão. Outro resultado que não a vitória no próximo jogo, o técnico será trocado. Acho que o FL terá de modificar o time, não repetir o que jogou ontem.

  13. O problema é que uma vitória (casual) no próximo jogo pode mascarar esse fraquíssimo time azulino. A torcida precisa acordar e parar de acreditar em Papai Noel.

  14. Não sei o que doi mais; o time do remo com este sistema que não leva a lugar neunhum ( desde o parazão ) ou este senhor tecnico de pelada defendendo este treinador.

  15. O técnico azulino foi enfático após a derrota para o Paysandu, que o time azulino ainda não estava pronto! Mais quando o time do Remo vai ficar pronto? Quando tomar mais uma saraivada de gols! Será, que somente assim o time ficará realmente pronto, quando não tiver mais como reverter o quadro….Te dizer!

    1. André, quando o Lopes alegou que não tinha um time pronto para o Re-Pa houve quem aplaudisse. Agora, ele continua a afirmar isso, e há quem ainda aplauda. Até quando? Há coisas que extrapolam a teimosia, chegando quase à demência.

  16. Com todo respeito Cláudio! Mais se o Flávio Lopes sabia de todos esse problemas dentro do clube, por que ele permaneceu? Para mim, não há desculpa amigo, se ele foi conivente com erros, também e culpado.
    Se eu fosse ele, eu já teria saído dessa barca furada logo após a perda do título do campeonato paraense. Ele sabia que o time não prestava desde o início, estava apenas tapando o sol com a peneira, o problema e que a hora da onça beber água ia chegar, como chegou.
    Agora olha merda que se fez! Não defende mais esses enganadores amigo, você só vai se estressar meu camarada….

  17. Amigos Gerson e André, só para vocês terem uma idéia que o que falo do FL, é verdadeiro. Houve uma reunião, agora a pouco do Albany com o Cabeça na Sede do Remo, segundo um setorista, para tratar, sabem do que? Da contratação do meia armador e do atacante, que falei que o FL tinha me falado há um mês atrás.Pode? Sabem o que é isso, amigos? É o reconhecimento deles de que o Flávio, é o menos culpado e eles sim são os verdadeiros culpados.
    -Penso que o FL deveria sair, pelo fato do desgaste, como pensava que deveria sair o Givanildo no brasileiro série A, quando o Jobson e cia. “fritaram” ele na Curuzu.Naquele momento, não havia mais clima para o bom Giva, não era que ele não fosse um bom técnico. Sem um bom clima, técnico nenhum terá sucesso em qualquer time.
    Penso mais, se tiver que tirar, que tire logo e traga o Edson Gaúcho, nada de técnico local, pelo amor de Deus.

    1. Não defendo a saída pura e simples do Flávio Lopes, amigo Cláudio, até por entender que o afastamento dele não resolve rigorosamente nada no Remo. A questão é se ele ainda tem ambiente para continuar.

  18. Vale registrar mais uma lambança da diretoria do Remo. 2º o mesmo setorista, ela só pagou o mês de MAIO(ainda?) aos jogadores que viajaram. Quem ficou aqui, ainda não recebeu e, estão todos trabalhando descontentes. Temos que parar de passar a mão nesses dirigentes incompetentes, se a intenção for de realmente ajudar os clubes, pois são eles que estão acabando com Remo e Paysandu. É neles que a mídia tem que bater.

  19. Lá vem mais tranqueira. Que pelos menos sejam de vinte e pouco anos, mais de 30 é sobrecarregar os que aqui estão.
    Seria mais produtiva a reunião se tivessem sondando outro técnico de preferencia local, mas a torcida precisa de uma resposta para acreditar no jogo de domingo e alguma coisa tem que ser feita e logo pensam em contratação. Sempre assim….

  20. Surgiro trazer o BI CAMPEAO SINOMAR NAVES para a nossa alegria os Bicolores e claro pro vexame ser maior ainda do compra a vaga

  21. Amigo Cláudio, não quero que você se ofenda com o que irei lhe dizer! Mais vou “compara-lo” com uma “mulher de malandro”. Quanto mais apanha, mais gosta do dito cujo! Falo em analogia aos treinadores que passam ou passaram pelo nosso futebol.
    Você sempre foi defensor dos treinadores importados, muitos deles não deram certo por aqui, os que tiveram melhor rendimento dentro de campo, tiveram um rendimento ruim fora dele (Edson Gaúcho). O Resto foi o próprio Flávio Lopes e Giba, esse dois tão elogiados por você, não fizeram e nem irão fazer nada para melhorar a situação do seu clube amado.
    Entenda amigo, que isso tudo o que eu disse, foi apenas em grau de comparação, não há nada afirmativo a seu respeito. Gosto de sua pessoa, é penso que esses treinadores (enganadores) não merecem sua compaixão meu amigo.

    Alguns membros aqui do blogue, já estão lhe achincalhando por causa desse assunto! Seja mais comedido nas suas palavras, sei que você e um apaixonado por futebol assim como também sou, mais tem horas que temos de ter os pés no chão para ver o que realmente nos faz bem e que faz mal. Fica com Deus!

  22. Egua camarada Andre mais nessa eu estou com o amigo Columbia nao adianta trazer o Pep Guardiola pro remo com esses Dirigentes Incompetentes que ele nao dara certo ou muda a mentalidade desses velhos ou muda os mesmo.

  23. Amigo Cláudio, pegando o ensejo do seu comentário de número 33. Reafirmo que o Flávio Lopez tem de sair do clube sim, para o seu próprio bem e principalmente para o bem do clube e de seus torcedores. Pois, não há mais clima para o mesmo no clube do Remo, ele só está dando desculpas esfarrapadas e nada mais.
    O que você disse sobre o Givanildo Oliveira tem todo sentido sim, realmente aconteceu aquele fato que os jogadores do Paysandu fritaram o Givanildo Oliveira sim. O certo e que, quando não tiver mais clima dentro de um clube de futebol, o treinador tem de se mandado embora, por mais que ele seja o menos culpado, pois será mais fácil demitir e pagar apenas um profissional, do que, ter que pagar um elenco inteiro.

    A situação do Flávio Lopez, se assemelha muito com a do Roberto Fernandez que dirigiu o Paysandu ano passado. O mesmo assumiu o Paysandu no segundo turno do regional, perdendo o título para o Independente. Mais reformulou toda a equipe, com jogadores de sua própria confiança, a diferença e que o Flávio Lopez não teve sua vontade realizada no Baenão, pois fez solicitação de reforços e lhe deram “REFUGOS” então meu amigo, seria o momento mais adequando para o mesmo pedir as contas e sair fora, para evitar stress mutuo.

  24. Eu lhe entendo Brenno, realmente não adiantaria nada trazer o Guardiola ou o Mourinho, que não iria resolver nada com os jogadores que se tem em mãos.
    Mais meu amigo, o que se começa errado, não se pode terminar certo! O erro inicial foi da diretoria, mais quem permaneceu no erro foi o treinador, agora o mesmo tem de arcar com as consequências. Pois a diretoria vai querer fazer a caça as bruxas, é com certeza não vai demitir os jogadores, vai demitir o treinador, talvez demita os jogadores que foram indicados por ele no máximo.

  25. Bicolores, deixemos esse assunto pros remistas. A série C promete ser muito mais difícil esse ano e se preocupar ou rir dos problemas dos outros não faz sentido agora. A situação extra-campo sempre é o maior calo dos nossos times e o papão todo ano peca por isso. Aliás, com essa indefinição da CBF tudo leva a crer que os cofres já começarão vazios.

  26. Sr. Cláudio Santos

    Não vejo mais nenhuma condição de Flávio Lopes permanecer no Clube do Remo. Pela terceira vez ele “tira o dele da reta” e joga a responsabilidade para cima dos jogadores. O que o senhor acha que os atletas sintam por ele? Admiração, respeito???!!!!

    Pode até ser que ele seja um bom técnico como o senhor acha mas,
    na parte humana ele falhou terrivelmente. Ele não assumiu ser parte
    do elenco, da equipe, mesmo que não tenha sido contratada por sua orientação e conselho.

    Bom, isto é coisa que não me diz respeito visto eu ser torcedor do “maior rival” mas é que lhe tenho na melhor conta e fico triste ao vê-lo bater-se numa batalha inglória por uma pessoa que acho que não
    merece todo esse seu esforço.

    Perdoe-me mais uma vez por me ter imiscuído num assunto que, como já disse antes, não me diz respeito.

  27. Gerson, lhe apoio nas palavras! Com toda certeza o F. Lopez não deve ter mais ambiente para continuar a frente do Clube do Remo, depois dos últimos acontecimentos. O caro colega Luiz Fernando, foi bem na “ferido” ao exclamar o assunto, faltou ao treinador azulino ética, respeito e cumplicidade com os seus comandados.
    Como pode o comandante do time, botar sua tripulação na prancha do navio e manda-los pular ao encontro ao tubarões famintos??? Só o Cláudio que não consegue enxergar tal moléstia que e o Flávio Lopez, assim como foi o “senhor desculpas” do GIBA! Daqui a pouco, o F. Lopez vai fazer uso das palavras do GIBA e botar a culpa nas chuteiras…

  28. Gerson, lhe apoio nas palavras! Com toda certeza o F. Lopez não deve ter mais ambiente para continuar a frente do Clube do Remo, depois dos últimos acontecimentos. O caro colega Luiz Fernando, foi bem na “ferido” ao exclamar o assunto, faltou ao treinador azulino ética, respeito e cumplicidade com os seus comandados.
    Como pode o comandante do time, botar sua tripulação na prancha do navio e manda-los pular ao encontro ao tubarões famintos??? Só o Cláudio que não consegue enxergar tal moléstia que e o Flávio Lopez, assim como foi o “senhor desculpas” do GIBA! Daqui a pouco, o F. Lopez vai fazer uso das palavras do GIBA e botar a culpa nas chuteiras dos jogadores. Égua!

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