O passado é uma parada…

Idos de 1960, no estádio Leônidas Castro, dirigentes e beneméritos do Paissandu em momento de confraternização. A foto está no livro “Papão, 90 Anos de Paixão e Glórias”, do jornalista e pesquisador Ferreira da Costa. Da esquerda para a direita, aparecem Tufi Mubarack, Carlos dos Santos, o grande Nabor Silva, Domingos de Paiva Pinto, Fausto Soares Filho, o apaixonado Abílio Couceiro, Jorge Faciola de Souza e Eulógio Blanco Carril. Nabor, por sinal, está a merecer um livro contando sua história de dedicação incondicional ao clube de Suíço. Era um tempo de dirigentes realmente a serviço do clube – e não das vaidades pessoais. Abaixo, um dos timaços do Papão na época, com Castilho, Quarenta, Ércio, Paulo Tavares e Rubilota.

10 comentários em “O passado é uma parada…

  1. Para os dias de hoje penso que tudo evoluiu no futebol paraense, menos o profissionalismo dos dirigentes. Para nomes como Abílio Couceiro, Nabor Silva, Jorge Falângula entre muitos abnegados de uma época de lisuras, não encontramos sinônimos.

  2. Exagero ou força de expressão no emprego do “tudo”, quis fortalecer a lembrança dos verdadeiros abnegados do passado, mas certamente o futebol paraense avancou, principalmente no cenário nacional, coisa que na época passada era restrita.

  3. Tive a felicidade de conviver com esses tempos bons que não voltarão jamais ! Que pena ! Se fazia futebol com amor, dedicação,e doação total, bem diferente do de agora…Grandes nomes de dirigentes,técnicos,jogadores responsáveis e com compromisso com os clubes que defendiam. Tive a oportunidade de ver jogadores especiais ,como, Castilho,goleiro do Fluminense e Seleção brasileira,trazido para Belém para honrar as cores do nosso querido Paysandú,chegando inclusive a se transformar em técnico vitorioso, tendo iniciado essa nova e bem sucedida carreira em nosso clube. Mas como o que é bom não é eterno,ficam somente as boas lembranças e saudades do que se passou !

  4. ,iniciou a construção do Mangueirão, como diretores da hoje extinta Fundação Paraense de Futebol, criada pelo governador Alacid Nunes com a finalidade de construir o Mangueirão. O salário dele e do Fausto, era de simbólico UM CRUZEIRO por ano, uma vez que não era possivel de acordo com o estatuto da Fundação, não terem salário o presidente ( Fausto ) e o vice ( Nabor ). A séde do Paysandú, os dois construiram. Eram muito amigos e apaixonados pelo Papão.

  5. O início do meu cometário não saiu. Era o seguinte:
    Obrigado Gerson pelas palavras a respeito do meu querido tio Nabor Silva. Além do que fez pelo Paysandu, juntamente com Fausto SoaresFilho ( vice prsidente da Phebo ), Nabor iniciou….( aí segue o restante do meu comentário )

  6. Conheci todos através do Nabor. Quanto ao Abilio, fomos colegas do Nazaré e iniciamos juntos no Rádio ( na Radio Clube ) e mais recente, trabalhamos juntos na Mercurio Publicidade.

  7. Gerson, eu, como filho, e em nome da família do Nabor Silva, agradeço a lembrança e as palavras gentis (e verdadeiras) sobre ele.
    Maior do que a saudade que a família sente dele, são a alegria e a gratidão a Deus por termos tido a chance de conviver e de aprender com ele.

    Fernando Altieri Silva

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