A produção francesa “O Artista”, de Michel Hazanavicius, levou a estatueta de melhor filme e tornou-se o grande vencedor da 84ª edição do Oscar –das dez indicações, levou cinco prêmios: melhor filme, ator, direção, figurino e trilha sonora. O prêmio foi entregue por Tom Cruise e o primeiro discurso foi do produtor Thomas Langmann, que agradeceu a todos “do fundo do coração”, enquanto o cachorrinho Uggie, que até então não havia sido convidado para o Oscar, subiu ao palco depois de aparecer no telão. O diretor Michel Hazanavicius falou em seguida, agradecendo três vezes ao cineasta Billy Wilder (1906 – 2002).
Favorito ao Oscar com 11 categorias, inclusive a de melhor filme, “A Invenção de Hugo Cabret”, de Martin Scorsese, também ganhou cinco prêmios, mas todos técnicos: fotografia, direção de arte, mixagem, edição de som e efeitos visuais. Também competiram os filmes “Os Descendentes”, “Tão Forte e Tão Perto”, “Histórias Cruzadas”, “Meia-Noite em Paris”, “O Homem que Mudou o Jogo”, “A Árvore da Vida” e “Cavalo de Guerra”.
Um dos mais aclamados da temporada, “O Artista” dominou o Spirit Awards, considerado o Oscar do cinema independente, levou o prêmio do Sindicato dos Produtores, o Goya de melhor filme europeu, o Bafta de melhor filme e o Globo de Ouro de melhor comédia. “O Artista”, que se passa na Hollywood dos anos 20, conta a história de George Valetin (Jean Dujardin), um astro do cinema mudo que se recusa a participar de produções faladas. Ele acaba se apaixonando por Peppy Miller (Bérénice Bejo), nova musa do cinema falado. (Da Folha SP)

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