Santarém começa a questionar os rumos da campanha do Sim, que defende os projetos de criação dos Estados de Carajás e Tapajós. Por ser uma luta de mais de três décadas, a emancipação do Tapajós acaba confundida com o projeto de Carajás, bem mais recente e identificado com interesses econômicos e políticos da elite da região. Publicitários e jornalistas santarenos avaliam que a proposta tapajônica, considerada mais justa, é prejudicada pela forte rejeição do eleitorado aos separatistas de Carajás. Até a logomarca da campanha, que remeteria à propaganda pessoal de um conhecido candidato a prefeito, sofre questionamentos. O problema é que a campanha separatista é bancada em mais de 90% pelas empresas e políticos da região de Carajás, o que acaba ditando o conteúdo da campanha no rádio e na TV.
Deixe uma resposta para Alberto Lima – RecifeCancelar resposta