24 comentários em “Em defesa do Pará unido

  1. Acho mais interessante aquela que com certeza fará sucesso e servirá de alavanca para o 77.

    “QUEREMOS O PARÁ QUE NEM O REMO, SEM DIVISÃO”

    1. Esse professor Berlli,com certeza é a favor da divisão do Pará,esse camarada com tudo se encomoda.Até quando alguém como Glauco Lima cria uma peça para a campanha contra a divisão do nosso estado ele demostra ser do contra!É deste tipo de torcedor despreparado(escrevi certo professor?) que me refiro nos meus comentários.Não!A tudo o que não presta em nosso futebol e não a divisão deste maravilhoso estado que se chama Pará.

      1. Caro companhiero. Professor é a vida. Os seres humanos que abraçaram a nobre missão de ensinar são meros educadores, uns bons, outros nem tanto. Mas interessante é que sua postagem se dirige somente a mim, quando neste mesmo espaço há outras postagens gozando o time das parcelas, bastando observar as do José Macedo, sérgio Ribeiro. A mais debochada que fala em Urubú do Ver-o-Peso voce ignora. Certo estou ao definir que voce ficou chateado por ser remista, poblema seu e do seu time. eu felizmente sou bicolor, logo para este caso não preciso tomar ANADOR. Só para seu conhecimento sou contra, embora inicialmente tenha ficado convencido que seria melhor para descentralizar a administração e favorecer os paraenses mais distantes da capital, mais depois que as idéias e propostas ecoluiram, com a presença de DUDA MENDONÇA, mudei de idéia, não por falta de opinião, pela cpacidade de diferenciar o que será bom ou não. coisa que voce parece nem ter neste caso estudado. Espero ter sido claro. 77 já.

  2. Pintaram o nosso Pará bem bonitinho; não é tão bonito assim, não; passa longe de ser uma familia unida; é uma familia desunida. Infelizmente.

  3. Aliás sobre essa intenção de divisão que dizem os maiores interessados está sua maior motivação na tal ausência dos estado, de vez em quando vou lembra-los neste espaço, desde que o Gerson permita, grandes problemas que irmãos nossos brasileiros passam pela ausência do estado, mas nem por isso querem dividir seu estado, pelo contrário, eles proucuram se unir e buscar ajuda para tentar pelo menos aliviar a situação.

    Um deles fica no centro da maior cidade da América do Sul, a nossa querida São Paulo: A questão da Cracolândia, que é um problema gigantesco e de dificil solução

    Problemas desse tipo desmoraliza qualquer administração.

  4. Plebiscito capcioso para a dilaceração do Estado do Pará…!
    terça-feira, 26/07/11 – 15h45

    A pretensa divisão do Estado do Pará para a criação dos estados do Tapajós e Carajás parece-nos por análise interpretativa que se fundará em perguntas capciosas:

    A primeira, você é a favor da criação do estado do Carajás? A segunda, você é a favor da criação do Estado do Tapajós?

    Ser ou não ser é a questão. O temeroso povo paraense, desconhecendo as questões e interesses políticos por certo que dirá que sim. São perguntas tendenciosas e insinuantes que levam os eleitores menos avisados à manifestação favorável.

    Entendemos que um plebiscito deve ser direto, objetivo e claro, o que não se avalia com perguntas capciosas.

    Para que o povo pudesse melhor optar a pergunta deverias ser: Você é a favor da divisão do Estado do Pará em três. Carajás, Tapajós e Pará, sendo que este ficará com a menor área territorial.

    Com pergunta desse molde muitos dos eleitores buscariam prós e contras, para após avaliação sufragarem seus votos.

    Se discutirmos os dois polos: pós e contras, teremos um posicionamento mais acertado. Por exemplo; os prós mais empregos públicos, mais cargos políticos, mais interesses particulares. Se verificarmos os contras:

    1. O Estado do Pará terá seu território consideravelmente reduzido;

    2. A economia sofrerá verdadeira destruição, uma vez que os polos minerais restariam para o Carajás e Tapajós;

    3. A produção pecuária restaria mais para o estado de Carajás;

    4. A produção agrícola, principalmente a soja, restará para o estado do Tapajós;

    5. Aí aumentar-se-ia consideravelmente o risco de má aplicação de verbas públicas a exemplo do que vem ocorrendo da Assembleia Legislativa – ALEPA; e em vários Estados da Nação.

    6. Personalidade de valores culturais levariam em consideração suas origens e se fixariam no estado que receberá o seu berço;

    7. E o que se fará com a saúde, educação e emprego após essa tripartição?

    Existe um adagio antigo respeitado como sabedoria que não se mexe em ‘time que está ganhando’, caso contrário seus brios desaparecem. Esse é o grande risco das capciosas perguntas no sufrágio que ocorrerá no dia 11 de dezembro p.v., que se assemelha a questão alemã nascida na segunda grande guerra mundial que era o vergonhoso muro de Berlim, e que famílias de bens, valores foram bipartidos resultando em um grande caos por muitas décadas, e só recentemente restaurado.

    Após a fantasia de que a divisão traria melhor gerenciamento às áreas divididas é meramente enganosa porque nós da capital Belém e adjacências é que conta com a maior massa concentrada de habitantes o que provavelmente perderemos as nossas oportunidades e as oportunidades vindouras que logo, logo se traduzirá em miséria, fome e desemprego.

    E, a única vacina ante tal futuro negro é simplesmente um NÃO à DIVISÃO DO GRÃO PARÁ, pois o TSE já estimou em R$ 5 milhões o custo da votação e na correria os paraenses têm até o dia 11 de setembro para regularizar sua situação e votar.

    E tenho dito. Não à divisão do Pará!

  5. Tem umas galinhas velhas aqui que já acordam com o Remo na cabeça, repararam ? Acho que é o efeito fabu 33 que ainda martela na cabeça oca deles kkkkk também 5 anos chorando e correndo de campo kkkkkk time sem vergonha kkkkk

  6. Prezado Gerson Nogueira, essa história foi publicada agora há pouco neste blog http://www.zedudu.com.br/. Mas como o meu computador foi bloqueado pelo dono um tal de Zé Dudu, aqui de Parauapebas, gostaria que vc analizasse o que esse FDP escreveu e publicasse, para os paraenses responderem a altura.

    Conta-se a história do Urubu que vivia ali pelo Ver-o-peso em Belém, brigando por um peixe ou um pedaço de pelanca, magro velho, até que alguém o viu e dele se compadeceu. A bondosa alma o levou para outro estado, onde havia abundancia de carne, peixe e outros alimentos. Mas qual não foi a surpresa do seu benfeitor ao ver que o urubu andava triste e cabisbaixo pelos cantos, quase morrendo de fome e inanição. Como poderia ser isso, diante de tanta fartura? A negra ave reuniu as últimas forças e respondeu ao seu benevolente amigo que estava daquele jeito, em estado deplorável, porque não tinha a mesma alegria que tinha entre os outros milhares de urubus que brigavam por um pedaço de comida no concorrido Ver-o-peso; que mesmo num lugar de tanta fartura, o que ele sentia falta mesmo era da bagunça.

    Tem paraense que mora fora do Pará e/ou de Belém e sente falta daquela falta de organização. Paraenses que pegaram suas malas e arribaram rumo a dias melhores; que saíram de suas terras, de seus quintais cheios de pés de açaí, cupuaçu e pupunheiras e foram catar maçãs, uvas e outros frutos de outras doçuras. Mas que carregam em seus peitos doída saudade desse estado maravilhoso.

    O que nos fez pegar a boroca e partir foi a bagunça que certos “urubus” fizeram com o estado e suas economias, suas estradas, suas ruas e vicinais; com suas escolas, hospitais e postos de saúde. Tá uma bagunça e falo com franqueza: sou um paraense, mas dessa bagunça não sinto saudade e não quero isso para os meus filhos e netos. Saí da terra que também era minha e fui para o Maranhão – terra dos outros. Lá era “forasteiro”. Era urubu que pensava na luta que meus irmãos travavam por um naco de carne. Fui mais adiante, sempre para a frente e vi como as aves livres de estados como o Tocantins conseguiram fazer valer sua liberdade. Criaram suas possibilidades e saíram da dependência daqueles que lhes deixavam apenas a carniça social, as migalhas e mazelas de governos distantes.

    Não! Eu sou um urubu que voa alto. Vi como é bom ser livre. Não tenho saudade daquela bagunça do “Ver-o-Peso”. Quero um ESTADO NOVO, onde haja pão para todos e o conhecimento seja partilhado; onde a esperança seja um ato e não “fato”. Não vivemos de restos. A gente só “gosta” de carniça e coisas putrefatas até descobrir que há lugares de sombra e carne fresca para nos matar a FOME.

  7. Verdade, muitos paraenses já deixaram o torrão tal qual outras naturalidades que aqui aportaram em numero bem maior.
    Gente que aqui chegou com u’a mão na frente e a outra escondida impudicamente, agora tem outro tipo de fome que não pode ser saciada apenas pelas panelas..

    1. É a fome insaciável, a do lucro e do vil metal. Por isso, temos que esmagar no voto a aventura separatista.

  8. Valeu Gerson, valeu Glauco. Iniciativa e criatividade de mãos dadas nesta luta contra os aventureiros e oportunistas.
    Remistas e bicolores, por favor, esqueçam que são rivais.
    Aliás, seria interessante que nos jogos em Belém o Paysandu entrasse em campo carregando a bandeira do Pará.

  9. Pois é sr Tavernard
    Porque esqueceram desse detalhe?Papão entrando com a banderia DO PARÁ e nos amistosos do Remo pelo interior tbm, o leão entrando com a banderia do PARÁ.E claro mensagens de união ,todos pelo Pará.

    1. Boa ideia, Tavernard e pastor. Esse é o caminho: posicionar os dois grandes da capital nessa batalha decisiva para o futuro do Estado. O Paissandu pelo menos já fez a parte dele, entrando com a faixa defendendo a união na final do campeonato.

  10. O SOFRENÔMENO AZUL vai votar a favor da divisão, aí seriam três times a menos pra disputar a vaga para a série E. Com a divisão, Águia, São Raimundo e Independente não serão mais do Pará, aí a chance aumenta para o remorto.

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