“Eu sei que é uma situação difícil, um jogo decisivo. Mas a gente tem experiência nisso e acho que vou ajudar. Estou fazendo os jogadores focarem somente no jogo. Eles têm que jogar futebol e esquecer a arbitragem, a pressão. O Santos não sabe fazer o jogo da catimba. O Santos sabe jogar futebol. E ele precisa ganhar, e pra ganhar precisa jogar. (…) Eu não escolho momento para dirigir um time. Eu sou um técnico de contrato longo e volto a repetir: poderia ter alongado um pouco mais as minhas férias e assumir depois desses dois jogos da Libertadores. Eu poderia fazer isso tranquilamente e a diretoria poderia até aceitar. Mas antecipei porque eu acho que o Santos precisa”.
De Muricy Ramalho, sobre sua estreia no comando do Santos, nesta quinta-feira, contra o Cerro Porteño, no Paraguai.
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