6 comentários em “Capa do Bola, edição de segunda-feira, 7

  1. A vitória era uma certeza, as dificuldades também. O setor defensivo do maior do norte é preocupante. Vem o REPA e a pororoca da pior defesa com o pior ataque, é inevitável. Vamos ver quem é o mais mediocre.

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  2. Bem localizados mas acanhados e sem abrigo quase nenhum das chuvas, Baenão e Curuzú desestimulam , neste periodo do ano, os mais acomodados que hoje são tantos a ponto de só 3.577 pagaram para assistir o jogo de domongo p.p. .
    Das razões, que são muitas, já opinamos e não caber mais enumera-las. Apesar delas, não aceito que Remo e Paissandu tenham público tão pequeno assim. Como atender os reclamos de contratações com renda de 52 mil. O jogo de domongo era importante . O Paysandu vinha de 3 vitórias e o Cametá de uma, fora de casa. Cabe a pergunta : mudou o perfil do torcedor paraense ? Não enquete e sim pesquiza com metologia (quem sabe pela UFPA) poderia dizer-nos o que realmente se passa com o nosso torcedor que num passado nrecente enfrentava raios e trovões para ver a sua bem querença azul, suave ou profundo, mas azul paraense.

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  3. Aos que acreditam no ranking caduco da CBF, ai vai uma mostra da realidade da ultima década. MORRAM DE INVEJA!

    Fonte: Portal ORM, 07/02/2011

    Paysandu está na lista dos melhores da década na América Latina.

    Entre os 184 times relacionados no ranking dos melhores da América Latina na década de 2000 a 2010, o Paysandu é o único representante do Norte do Brasil. O material foi divulgado nesta segunda-feira (7) pela IFFHS (Federação Internacional de História e Estatística do Futebol), órgão reconhecido pela FIFA (Federação Internacional de Futebol).

    O Papão ficou com 322 pontos, sendo o 24º melhor colocado entre os 31 brasileiros, que teve como principal representante o São Paulo, segundo colocado geral, com 1.939 pontos somados. O melhor time da América Latina foi o Boca Júniors, com 2.095 pontos.

    Entre seus critérios, o ranking da IFFHS computa 14 pontos para cada vitória em jogo de Libertadores e quatro pontos para os triunfos no Campeonato Brasileiro da Série A.

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  4. Caros,
    se não acabarem com as transmissões dos jogos para os locais de sua realização, coisa que so acontece aqui no pará, o futebol paraense irá perder o seu maio brilho, aquele que vem das arquibancadas.
    Esse contrato é um verdadeiro tiro no pé.

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