13 comentários em “Capa do Bola, edição de sexta-feira, 19

  1. Como imaginava não houve lance e o carrossel continua sendo um elefante branco. Complicado com é juridicamente, dificilmente alguém se arriscará a adquirí-lo. E a novela continua, após mais este capítulo que alguns pensaram ser o último.

  2. PERGUNTO como fica a cara daquele comentarista de outro dia neste blog que disse do interesse de um empresário que teria oferecido 9 milhões? Se estava disposto a dar 9, por que agora, que bastariam 6 milhões, não se manifestou?

      1. Claudio,
        Você estava acreditando na perda da área do Carrossel, não estava??
        O Clube do Remo permanecerá dono dessa área por muuuiiito tempo!!!!!

      2. Só que nessas condições, amigo Falconi, sinceramente não sei se é muita vantagem. Lembro que a quando de uma folha de pagamento dos jogadores, no dia desse pagamento o Amaro teve que retirar 170 Mil Reais PARA EVITAR UM LEILÃO e, acabou atrasando o pagamento dos jogadores. Será que é isso que o torcedor do Remo quer? Eu não.

        CHAPA 2, JÁ.

    1. Querer não é sinônimo de poder!
      Diante de tudo que envolve o contexto, podem marcar outro Leilão que não será levado a cabo.
      Vontades de alguns, não prevalecerá. Podem recorrer ao capeta, mas, a área em questão continuará sendo do Clube do Remo.

  3. Não queria participar deste post, mais não posso ver tudo isso e, deixar de comentar aqui! O Remo, agora está lascado com está decisão da justiça. Com isso, qualquer valor pode ser pago pelo curtume azulino e, lamentavel a situação do clube do ELVIS…

  4. VALENTIN: Eu li em jornal essa proposta, inclusive que o proprietário faria uma entrada VIP. Se era mentirosa não sei. Mas, inclusive o Frade, chamou esse proprietáiode veado, só porque era, parece-me, o Aguilera. Por que ele vai dar agora esses nove milhões?. Qualquer empresário interessado vai esperar, claro. Era para o próprio Clube ter feito o leilão e não a justiça. Pois a justiça pouco está ligando para o clube. A visão dela é o trabalhador, mesmo que esse trabalhador nunca tenha trabalhado, como é o Caso do Belém, que nunca jogou e está querendo 1,5 milhão.

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