A diretoria do Remo finalmente resolveu lutar de verdade pela área do Carrossel. O chefe do setor jurídico do clube, Mauro Maroja Bentes, entrou com pedido de embargo de execução do leilão da área junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região. Segundo Mauro, o clube já havia entrado com um pedido de interdição do andamento do processo. “Já existe um outro embargo pendente de julgamento. Portanto, entramos com um segundo pedido, porque o edital do leilão do Carrossel não poderia ter sido publicado sem antes julgar o primeiro embargo de execução”, disse Maroja ao Bola. O leilão está marcado para o dia 19 e, caso o embargo não seja aceito, o clube ainda pode entrar com outro mandado de segurança contra o leilão. A juíza Ida Selene vai analisar o pedido de embargo. A decisão de buscar a via judicial para tentar impedir o leilão do Carrossel só foi adotada depois de uma reunião entre o ex-presidente Manuel Ribeiro e o presidente Amaro Klautau. Ribeiro questionou a omissão da diretoria em relação aos destinos do Carrossel. AK respondeu que queria evitar “mais desgastes” com a Justiça do Trabalho, mas acabou ordenando o recurso.
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