28 comentários em “Capa do DIÁRIO, edição de segunda-feira, 18

  1. Gerson ontem foi o fim do nosso futebol , ano passado foi o Icasa, agora foram Vila Aurora e Salgueiro , só times inexpressivos

    O Futebol do Pará ficou muito para tras , ontem eu chorei a noite toda pois a decepção foi muito grande, chequei as 4 da manhã na curuzu e os bares já estavam lotados. Os remistas já estão anestesiados com os vexames recentes, podemos ver isso no rosto de qualquer azulino, nem forças pra cobrar eles têm, mas eu como torcedora do Paysandu nunca vou adimitir e me acostumar com vexames assim, apagou a chama bicolor que incendiava meu coração, Parazão 2011 nem vai existir pra mim , Serie C tb . Quem sabe um dia a chama da paixão volte a acender no meu coração e o Paysandu volte a ser grande. Até lá…

  2. Essa é a diferença: Enquanto os azulinos sempre estarão ao lado do Leão Azul, a cada petardo, os bicolores entram em colápso! Por isso a nação azulina é a maior torcida da Amazônia.

    1. Que nada Falconi , quando o remo foi rebaixado a serie D tocaram até fogo na bandeira do remo na frente da sede , lembra? O que eu quis dizer é a torcida Bicolor ainda nao está conformada com essas humilhações , a decepção foi grande , quando o Paysandu sair desse amadorismo e ter jogadores com garra a paixão volta. A dor que sentir domingo foi iqual a de perder um ente querido.

  3. Gerson, pra levantar a moral põe uma beldade aí! Pode ser a musa do Salgueiro, não tem problema, se for a do carnaval melhor ainda…

  4. O Jate-ve! Vai perder a eleição, assim como o Paysandu perdeu a classificação! Vai morrer bem na beira da praia, com sua vara de pesca em suas mãos.

    PT NELES!!!

  5. Ouvir a pouco na rádio liberal o Henrique Custódia, que conversou com os 4 que interessam ao Remo, que a proposta foi feita, mas apalavrada, nada de assinarem documentos em branco como foi anunciado pelo Caxiado ontem na Clube. Por essa e outras que a imprensa é questionada por alguns torcedores como vínculo de iludir a torcida.

  6. Nós, torcedores do Paysandu Sport Club, não podemos nos desanimar e deixar o time de lado ano que vem. Peguemos o exemplo do Corinthians, que passou uns 20 anos sem ganhar um título sequer, mas que ainda sim viu a sua torcida aumentar exponcialmente em todo o país. E isso deve ser pego de lição para nós.

    É claro e de comum acordo que todos nós estamos de ressaca, mas desistir nunca. Domingo cheguei à Curuzu às 6:00 e lá estava a Fiel Bicolor esperando pela abertura dos portões. Dentro do Estádio foi ainda mais bonito, pois mostramos para o Brasil todo, através da transmissão da TV Brasil, que temos umas das torcidas mais fanáticas do Norte/Nordeste do Brasil, isso para não falar de todo o Brasil. Porém, como dito previamente, não podemos abandonar o time e, ano que vem, se Deus quiser, estaremos na Série B. Basta um melhor planejamento da diretoria e uma comissão técnica mais experiente.

    Enfim, eis un relato de um torcedor que compareceu em todos os jogos do Papão na temporada, mas que queria ver um time que suportasse a nossa expectativa. Agora o negócio é trabalhar duro ano que vem.

    1. COMPARAR timecos da região Norte com o grande Corinthians Paulista só pode ser piada. Somente uma equipe do porte de um Coringão para ficar 23 anos sem nenhum titulozinho sequer e ainda ver sua torcida crescendo. Primeiro, há que se considerar que isso (o jejum corinthiano) ocorreu num período (1954 a 1977) em que o dinheiro não era um fator tão preponderante assim, e assim era possível atletas do nível de um Pelé permanecerem durante anos em um mesmo clube, ou seja, muito diferente de hoje, em tempos em que o dinheiro não era tão importante quanto o amor à camisa. Segundo: hoje qualquer menino, à menor demonstração de habilidade com a bola, já está acertado com um ‘empresário’, desses que fazem do talento alheio seu meio de vida. TERCEIRO: ironicamente, o maior nome do esporte brasileiro, Pelé, o atleta do século XX, veio a sangrar os clubes de expressão popular, ainda que a intenção dele era corrigir outras distorções.
      OS daí do Pará não perceberam as mudanças, e não se prepararam para elas; e ainda tem muita gente (midia esportiva, público etc) achando que, igual ao que ocorria até a década de 1970 ou 80, ainda se ganha jogo com a camisa, com torcida e com campo acanhando, e também num calor de 40 graus à sombra. JOÃO Saldanha já dizia que a bola é redonda e o campo é quadrado, então se ganha ou perde em qualquer campo, e a torcida não entra em campo para chutar uma bola para o gol nem para defender. TEM GENTE achando que o culpado é o treinador, que deveria ter tirado Fulano e colocado Ciclano, ou então o presidente que deveria ter contratado este ou aquele, ou ainda mudado de treinador. NADA disso se falaria, caso do time do Psc tivesse ganho a partida. NA VERDADE quem pensa assim raciocina de uma forma muito simplista, e alguns cronistas (que deveriam ter lucidez) também ainda pensam da mesma forma. O FUTEBOL não é uma ciência exata. HÁ que se montar toda uma estrutura profissional, salários em dia, diretores remunerados, atletas bem apoiados, centros de treinamento, nutricionistas, etc, e ainda assim equipes do nível de um São Paulo, Internacional etc, vez por outra, fracassam.
      HÁ DÉCADAS que acabou o romantismo no futebol. Hoje há jogos que terminam a meia-noite, com pouco público, e os clubes (só os profissionais) não dependem de bilheteria. ACORDA, futebolzinho do Pará.

  7. Bebeu água, não!
    Tá com sede, tô!

    Olha, olha, olha, olha a água salgueiral

    Água salgueiral

    Água salgueiral

    Água salgueiral

    Do Candeal

    Você vai ficar legal!!!

  8. AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

    Essa do time Michael Jackon foi paidegua …

  9. Buscando estabelecer um comparativo com elementos qcaracterizar como uma das grandes vergonhas do Pará, tenho chamado o Remo de IDH de Melgaço. Para ser coerente passo achamar o Paysandu de IDH de Cachoeira do Piriá.

  10. Buscando relacionar a nossa fragílidade no futebol com fatores que devem envegonham o Pará, tenho comumente designado o Clube do Remo de IDH de Melgaço. Por coerencia e justiça passo a denominar o Paysandu (nosso querido Papão) de IDH de Cachoeira do Piriá – enquanto estiver na Série C.

  11. Gerson e amigos, a meu ver essa foi a maior decepção causada pelo Paysandu à sua torcida. Muitos dirão que a do Boca foi pior, mas não foi. Naquele jogo havia uma mobilização até maior, porém mais em torno da competição, do adversário e da repercussão do jogo, que foi um verdadeiro evento de grande porte, do que pela expectativa da vitória em si. O papão não era franco favorito, do outro lado estava o poderoso Boca e apesar da derrota, todos lembram com satisfação daquela Libertadores, muitos lamentam até hoje não ter ido ao mangueirão e outros guardam na memória aquele grande evento como falei acima. Mas ontem, havia um amplo favoritismo, a expectativa grande da vitória e consequentemente do acesso à B, pouco importando se era contra o inexpressivo Salgueiro. Eu particularmente nunca senti frustração maior. Ainda bem que não sou fanático e já passei dos 40, a maturidade nos ensina a lidar com essas coisas e a valorizar outras mais importantes, assim como ensina a levar na esportiva a encarnação da galera do lixão.

  12. Gostaria de saber onde é que o Remo irá mandar os seus jogos do Paraense de 2011, já que nem estádio tem mais. No Lixão? kkkkk. Se eu fosse remista eu estaria mais preocupado com o Remo do que com o Paysandu, haja vista que nem Série vcs tem.

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