Tribuna do torcedor (49)

Por Marcos Moraes (marcomoraes6@yahoo.com.br)

Bom dia Gerson, como os demais remistas da cidade fica a indignação pelo momento do Remo na atual gestão desse senhor cujo nome não é digno de ser falado. Mais ainda: acreditamos que ele nem remista é. Não sei qual o destino do Baenão, símbolo maior da entidade centenária do Pará. Então fica aqui meu pedido ao amigo para que divulgue esse ato de protesto que queremos fazer ao redor do nosso glorioso Baenão. Por meio de sua coluna convoco a toda torcida remista a fazermos um ato de amor pelo estádio com uma corrente humana de torcedores em frente ao Baenão. Convidamos associados, conselheiros e beneméritos que estão contra  essa loucura doentia do presidente de vender de qualquer maneira o nosso patrimônio. De um local hipervalorizado em pleno centro de Belém para uma arena a ser contruída em terrenos de cemitérios ou lixões? Não queremos isso. Queremos dirigentes com ideias que possam não só pagar essas dívidas de outra forma  mas, também, fazer do Baenão um local onde os adversários venham sentir a verdadeira força do torcedor do Remo. Ainda há tempo de interromper esse saque ao patrimônio do clube. Movimento Fora Klautau, Fica Baenão!

11 comentários em “Tribuna do torcedor (49)

  1. Meu amigo, é só você ser Sócio do Remo e criar uma chapa para concorrer a presidencia e colocar em pratica o seu fantastico projeto para salvar o Remo.
    Que apresente-se uma solução que não seja a venda para pagar as dívidas deixadas pelos “Grandes Presidentes” que passaram pelo Baenão, a começar pelos RIbeiros

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  2. É Marco Moraes. Querem enterrar o outrora clube do remo, em locais alusivos ao momento por qual passa. Aurá: Lixão. Todo lixo deve ser jogado no lixo. Cemitério: Terreno onde se enterram os que morrem. Afinal, não é bem sugestivo…..

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  3. Gostei da sugestão do Marcos moraes. Gerson, dê mais uma cartada e marque pelo Bola o dia e hora, chame a imprensa e mostre nacionalmente essa vergonha. Faça isso que estarei presente e cada um levará outros amigos. O Amaro ja esta fazendo isso de birra e ao mesmo tempo na comissão. Junta a fome com a vontade de comer.

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  4. CARLOS ANTÕNIO: No mínimo és pau mandado, ou um ignorante na sua extremidade. Se aparecer alguém para pagar a dívida hoje, Amaro não aceitará mais, por que o interesse dele é só a venda, porque toda venda tem comissão. Só um tolo não percebe.

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  5. Reza a lenda que, em tempos idos, por volta de 33 a.c., existiu um LEÃO que habitava e dominava as savanas da Grécia pré-olímpica.

    Naquela época, nasceram as três irmãs górgonas – Medusa, Esteno e Euríale – que, sendo expulsas de sua terra natal por Atena – deusa grega da sabedoria, do ofício, da inteligência e da guerra justa – foram espalhar o terror e o medo entre a pacata população grega da região de “azulinopoulos”, ao norte da Grécia.

    Sendo informado pos Zeus – o Deus dos Deuses e dos Homens – o LEÃO se abalou das savanas para o norte do país, para combater e dar fim ao terror implantado pelas irmãs górgonas. Sendo o Rei dos Animais desde sempre, caberia a ele recobrar a ordem e impor novamente a paz e a justiça entre os seres vivos da região na qual reinava.

    Contam os pergaminhos que foram várias batalhas sangrentas entre o LEÃO e as irmãs górgonas – sempre lideradas por Medusa. Numa delas, na última batalha, o LEÃO, em desvantagem e incessantemente hostilizado pelas três malignas irmãs, teve que recuar para se proteger do olhar petrificante de Medusa – a mais letal dentre as górgonas, então acabou se precipitando num gêiser que expelia baforadas de vapor de Gálio (metal azulado). Uma vez envolto na névoa azulada de Gálio, o LEÃO teve seu corpo recoberto pelo tom AZUL, tornando-se um LEÃO AZUL. Conseguiu retornar à superfície e, camuflado pelo vapor azul do gêiser, surpreendeu as górgonas. Com duas patadas certeiras, matou Esteno e Euríale. Ao pular sobre Medusa, conseguiu derrubá-la e arrancar seus cabelos-de-serpentes. Sufocando-a com suas patas poderosíssimas, asfixiou-a e decretou o seu desencarne. Mas, num último tufo de ar expelido por seus pulmões em brasa, Medusa conseguiu lançar seu último olhar petrificante para dentro dos globos oculares impávidos do LEÃO AZUL.

    Assim, Medusa morreu, mas acabou por petrificar o LEÃO AZUL para todo o sempre, transformando-o num ícone e num mártir para as gerações gregas vindouras. Tornou-se um Ser Mitológico. Saiu da vida para entrar nos livros de História. Virou lenda e desapareceu, apesar de nunca ter sido esquecido.

    Esse LEÃO AZUL petrificado foi descoberto por paleontólogos REMISTAS, em visita à Grécia na 1ª Olimpíada da Era Moderna (1896), e trazido para Belém do Pará, sendo aclamado o MASCOTE DO CLUBE DO REMO em 1905.

    Nenhum outro Mascote teria sido tão apropriado a um Clube que, desde então, se consolidou no cenário esportivo a partir de memoráveis triunfos e incontáveis glórias.

    Até hoje, ainda segundo a lenda, O LEÃO AZUL petrificado habita o gramado do BAENÃO – Estádio do CLUBE DO REMO. Ali se encontra – imponente e majestoso – fitando o horizonte, rugindo impavidamente e despejando sobre tão belo tapete a energia vitoriosa acumulada em várias e várias batalhas épicas e sagazes do passado.

    REMISTA SEMPRE SEREI ONDE O REMO ESTIVER.

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  6. A operação Mãos Limpas, resultado de um trabalho anterior de investigação, levou a prisão os candidatos ao governo e o atual governador do Amapá. O esquema era venda de terras do Estado a investidores estrangeiros por preço mínimo sendo que o restante da valor pago pelas mesmas seria recebido “por fora” na forma caixa 2, cujo recurso seria aplicado em parte na atual campanha eleitoral. Foi o que lí nos jornais.
    Vender o baenão pela metade do preço de mercado às vésperas das eleições tem muita semelhança com o que aconteceu por lá pelo visinho estado. Não precisa ser a Policia Federal mesmo sendo o Clube uma sociedade civil cujo patrimonio pertence a instituição e represente o valor imemorial cultural de seus torcedores onde, em defesa do interesse público ameaçado até caberia uma ação mas acho que os associados contrariados com a atual decisão da diretoria podem desconfiar de tanta semelhança e criar um grupo para investigar a verdade dessa açodada operação.
    Que eu saiba nenhuma clube, vendendo o seu patrimonio, teve como resultado um futuro sem dívidas e ao contrário muitos são os ex-mais-queridos de suas terras, com na Bahia, Rio Grande do Sul e Minas por exemplo que se acabaram dando lugar ao que surgiram e hoje estão aí. Eram clubes que ao lado do Remo estariam centenário hoje se não fossem extintos.

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