Os conselheiros do Remo, indignados com a atitude do presidente Amaro Klautau, que sacramentou a venda do estádio Evandro Almeida sem submeter à apreciação do Condel, estão se mobilizando para buscar por via judicial o embargo da transação. O promotor público Benedito Wilson Sá, em entrevista à Rádio Clube, informou que o pedido de tombamento imaterial continua válido, levando em conta valores afetivos e históricos do estádio de 75 anos.
Benedito Wilson Sá informou, ainda, que uma comissão de beneméritos e conselheiros do Remo irá à governadora Ana Júlia Carepa pedir que interceda no processo, a fim de resguardar um bem do clube e do próprio futebol paraense. Uma das possibilidades seria a desapropriação, pelo Estado, da área onde fica o Baenão.
Conselheiros do clube observam que a tentativa de venda do Evandro Almeida não foi a primeira investida de Amaro Klautau no mercado imobiliário. Foi dele também uma das propostas de venda da sede social do Remo na avenida Nazaré durante a gestão de Raimundo Ribeiro. Não por coincidência, a empresa representada por AK era a construtora Agre, que está comprando o Baenão.
Deixe uma resposta