Os amigos costumam dizer que Raul Seixas levou a vida de rockstar às últimas consequências. Nos últimos anos de vida, mesmo sofrendo de pancreatite, ele não reduziu o consumo de exagerado de drogas e álcool. A doença levou à morte o Maluco Beleza aos 44 anos, no dia 21 de agosto de 1989. A decadência perante o público, os problemas com empresários e gravadoras são problemas menores diante da relevância artística de sua obra. Prova maior disso é que, passados 21 anos, suas músicas continuam na boca do povo.
O interesse pela obra de Raulzito está vivo entre novas gerações de fãs, que fazem questão de soltar a voz com o grito “Toca Raul!”, ouvido em bares, pistas de dança e shows de rock. Um dos legados do roqueiro é parecido com o fenômeno que acontece com Elvis Presley: sósias fazem questão de se vestir de forma idêntica a Raul e atuar como covers do cantor. Sua confirmação, como mito do rock nacional, é frequente em homenagens no teatro, na TV, nas biografias e relançamentos de álbuns. (Com informações do G1)
Aliás, neste sábado à noite, no Old School Rock Bar (rua Antonio Barreto), um Raulzito paraense homenageia o velho Raul em grande estilo.
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