O Águia impetrou, ontem à tarde, recurso no STJD pedindo o efeito suspensivo, bem como a reforma da decisão do TJD paraense, que julgou e condenou na segunda-feira à tarde o técnico João Galvão, os jogadores Soares, Aldivan e Daniel, além do preparador físico Roberto Ramalho e o massagista Nivaldo Duarte, a dois jogos de suspensão, o que os afasta da grande decisão do campeonato paraense, domingo, contra o Paissandu.
Julgados em primeira instância e absolvidos pelos incidentes após o empate com o Remo, ainda pelo primeiro turno, Galvão e seus comandados foram novamente a julgamento na segunda-feira, no pleno do TJD. Denunciados por ofensas morais, foram punidos com dois jogos de suspensão. Com todos os recursos esgotados no TJD, coube ao Águia entrar com um recurso no STJD, pedindo o efeito suspensivo. “Nossa expectativa é ainda hoje já tenhamos uma resposta do STJD”, revela André Cavalcante, o advogado do time marabaense, que fez o requerimento por e-mail, acelerando o processo burocrático no Rio de Janeiro.
Impotentes enquanto seus destinos são decididos nos tribunais, Galvão e o trio de suspensos preferiram a cautela para comentar o caso. “O Sul e o Sudeste do Estado estão tristes com essa decisão do tribunal. Estamos chocados, porque já tínhamos sido julgados e inocentados e agora, na semana decisiva, recebemos essa notícia. Mas tudo bem, se tiver que ser será. Vamos dar a resposta dentro de campo”, sentencia Galvão. (Com informações de EDSON CARVALHO JR./Bola)
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