Por Eduardo Almeida (educreedence@oi.com.br)
Não serei hipócrita e falar que não fui a favor da venda. Sim, eu fui, porém comecei a pensar na minha infância e relembrei que vi muitos ídolos no Baenão não só isso vi que aquele lugar é como se fosse uma espécie de consultório de terapia onde todos entram e relaxam esquecendo seus problemas mesmo que momentaneamente. Fico triste em ver que o clube que aprendi a amar como um ente querido esteja acabando, não sou fanático mas sinto vontade de chorar só em pensar que meu querido e amado CLUBE DO REMO pode estar próximo do seu fim. Como ainda vi que existe tempo para que não haja a venda, espero que não ocorra pois nunca vi alguém vender a sua casa para pagar dívidas e ir morar em um lugar melhor e com dinheiro no bolso. Não sou saudosista, pois tenho apenas 27 anos. Sou um dos milhões de torcedores que amam esse clube, Filho da Glória e do Triunfo, que com administrações de homens sérios sempre soube mostrar o que ele representa para a população do Norte – e, por que não, brasileira. Espero que a decisão tomada não afunde o meu amado e querido Clube do Remo.
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