A diretoria do Paissandu resolveu sair da defensiva. Depois das queixas de atraso salarial, o diretor Antônio Cláudio Costa, o Louro, admitiu nesta quinta-feira que o clube está com pendências de aproximadamente “um mês e meio”. A dívida, de acordo com o dirigente, gira em torno de R$ 100 mil. Prometeu, porém, adiantar alguma coisa ainda nesta semana.
Para os demais débitos, a ideia é usar o dinheiro arrecadado com os amistosos (R$ 15 mil por cada um) já programados. Mas Louro não se manteve na defensiva. “Ninguém consegue fazer milagre”, justificou, alegando que “os próprios jogadores são culpados. Eles perderam um Re-Pa mesmo com um jogador a mais. É só um exemplo de que eles ajudaram a afastar a torcida. E o próprio Zé Augusto reconhece isso.”
Para Louro, poucos clubes do Brasil, mesmo disputando competições oficiais, conseguem pagar a folha salarial em dia. “E lá os caras não reclamam”, alfinetou. Reafirmou que os jogadores de fora se desvincularam do clube, depois da Série C, mediante promissórias. Algumas ainda estão pendentes.
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