O Paissandu vai parar oficialmente com o futebol até dezembro. A informação partiu do próprio presidente Luiz Omar Pinheiro, em entrevista ao Bola na segunda-feira. Em meio à frustração pela desclassificação e o fim do sonho da Série B, o dirigente relatou o estado em que encontrou o vestiário alviceleste no intervalo do jogo em Juazeiro do Norte, quando o placar apontava Icasa 2 a 1: “Fui cobrar mais vontade, coisa que qualquer torcedor queria ver. Disse a eles que era obrigação nós ganharmos, porque quando chegamos fizemos um gol. E sem contar o lance do Paysandu ter entregado os gols. Não senti um grupo muito envolvido, a não ser os de sempre, como o Zé Augusto, o Lê e o Rafael Córdova”.
Aos que o criticam por ter demitido o treinador Edson Gaúcho, Luiz Omar foi curto e direto: “O que não esperava era que o fantasma do Edson Gaúcho rondasse a Curuzu. Se ele ficasse, quero deixar bem claro para a torcida, que seríamos rebaixados. Ele (Edson Gaúcho) não vinha tendo critério, agia com rigor com os jogadores locais. Multava os jogadores e quando era o pessoal dele, ele passava a mão na cabeça. Como foi o caso da bebedeira do Rossini e outros”.
Deixe uma resposta para Cláudio Santos – Técnico do Columbia de Val de CansCancelar resposta