Vi ontem, pela TV, o mais futuroso árbitro paulista, José Henrique Carvalho, “operar” meu Botafogo no estádio dos Aflitos, diante do Náutico. Não por má fé, diga-se. Acredito mais em incompetência, o que é tão ruim quanto para o futebol. Primeiro, a dois metros do lance, fez que não viu uma cotovelada criminosa do volante Jones em Lúcio Flávio, que passou o resto da partida com a cabeça enfaixada. Jones não recebeu nem amarelo.
Depois, validou um gol irregular do Botafogo. Juninho chutou de fora da área e André Lima, impedido, deixou a bola passar entre suas pernas, confundindo o goleiro. Por conta desse erro, sobre o qual o árbitro deve ter sido avisado nos vestiários, o Botafogo pagaria muito caro ao longo do segundo tempo.
Carvalho não deu falta clara sobre o lateral alvinegro e, em seguida, assinalou pênalti esquisito sobre atacante pernambucano. O Náutico empatou, foi à frente e virou o placar. As faltas eram sempre invertidas e Fael acabou expulso num lance patético: nem tocou no adversário e levou o segundo amarelo. Apesar de apenas com 10, o Botafogo teve forças e empatou o jogo em 2 a 2, com Reinaldo.
Antes, havia marcado dois gols anulados por um bandeirinha meio maluco. Não tive certeza se os gols foram válidos ou não. Só tenho certeza que foi um jogo terrivelmente mal arbitrado.
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