Tribuna do torcedor

Lendo sua coluna no Bola deste domingo, vi(li) o senhor relatar algo que estava engatado na garganta. O senhor o fez com certa ponderação sem desagradar e milindrar a gregos e troianos na opinião a respeito de algo tão polêmico como a religião  e a sua expressão equivocada por alguns nas praças de desportos, nos mostra que na mídia ainda existe sobriedade crítica na expressão e discernimento.
O senhor o fez de forma sutil, mas expressou a indignação de tantos ao ver maculada a sua fé e devoção. Quando o senhor diz que “o Todo Poderoso reserva o seu tempo a coisas mais importantes” creio eu que isto é fato. Nos jogos do Paissandu um cidadão adentra os gramados ostentando a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, carregando como se fosse um estandarte correndo no gramado, o que ele carrega como se fosse um apenas um troféu ou um talismã para dar sorte é o simbolo da devoção de milhares de pessoas não mais recepcionado por cânticos, mas em meio a toda sorte de palavrões e impropérios por parte daqueles que estão nas arquibancadas para um lazer, movidos por  uma paixão que as vezes é tão feroz  que o mais importante é ver o massacre do adversário.
No jogo do Paissandu e Sampaio Corrêa, dava para perceber que o andor queria prevalecer sobre a imagem. Ali não é lugar para esse tipo de coisa, esta ação equivocada do que seja a fé, ridicularizada por um ato de impiedade (impiedade = falta de respeito às coisas consagradas) àquilo que é sacro.
Que partido tomaria Deus ou os santos numa peleja futebolística, que posição tomaria Nossa Senhora de Nazaré diante de um clássico Remo e Paissandu? Em primeiro plano, Deus não faz acepção de pessoas. É que está escrito nas sagradas escrituras.
Existe tempo e lugar para tudo, disse Salomão. As evidências falam que um campo de futebol no desenrolar de uma competição não é lugar para tal. Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
Que Deus te ilumine e não te cales diante da impiedade.

José Almeida

4 comentários em “Tribuna do torcedor

  1. Como pessoa crente em Deus, acredito que Ele esteja presente em todos os lugares, não somente em ambientes sacros ou em reuniões religiosas. Futebol e religiosidade sempre adaram juntos porque entre os torcedores existem tambem pessoas de fé que acreditam que sua religião, seja ela qual for, ajudará de alguma forma o seu time. Acredito que Deus seja assim. Não discrimina pessoas e nem lugares. Quem acredita nele (Deus) o leva para onde for e lhe insere nas mais diversas situações, às vezes de forma até inconsciente. Levar a imagem da santinha para dentro de campo, a meu ver, não é desrespeito nenhum, principalmente porque a intenção não é essa. E se a pessoa que leva a imagem para dentro de campo acredita que aquele ato vá de alguma forma ajudar o seu time, é um ato legítimo, sim senhor. O que não é correto, como tão bem escreveu o Gerson, é falar preces a Deus e aos Santos e depois agir de forma imoral e desrespeitosa com o seu próximo. Dizer o bem e depois fazer o mal não faz o menor sentido. Hoje, sabemos, o quanto a instituição Igreja é cheia de pecados, tudo porque é conduzida por seres humanos que não deixam de pecar só porque são padres. Por isso, não devemos condenar a presença das manifestações religiosas no futebol, elas são legítimas.

  2. AMAR o REMO É…

    NÃO ser NARCISISTA – gastando recursos do Clube com out-door’s no seu níver;
    NÃO ser NEPOTISTA – contratando para trabalhar no Clube seus familiares Maria Helena e Wilson (cunhados), Marcelo (sobrinho), Júnior (afilhado), Elen (sobrinha por afinidade) e alugando carros de seu cunhado Beto;
    NÃO ser POLITIQUEIRO – contratando cabos eleitorais (Júlio Lima e Célia) e financiadores de Campanha (Churrascaria Gauchão);
    NÃO ser AUTORITÁRIO – contratando por R$70Mil no papel e mais R$30Mil “por fora”, o jogador Bebeto, e por mais de R$100Mil o Técnico fuleira Flávio Campos, que deu um prejuízo financeiro com a contratação de vários jogadores inexpressivos, deixando de contratar o Waltinho para perder para ele a vaga da série D, contrariando toda a sua Diretoria de Futebol;
    NÃO ser MENTIROSO – anunciando como certa a contratação de Maico Gaúcho, quando nada estava acertado;
    NÃO ser TEIMOSO – desconsiderando conselhos de remistas que entendem de futebol, não contratando, por exemplo, Maico Gaúcho ou Alex Oliveira;
    NÃO ser INCOMPETENTE – perdendo o tabu para o maior rival e ter a pior campanha de toda história do Clube, mesmo quando seus pares de Diretoria cobravam mudanças de rumo;
    NÃO ser MASCARADO – usando chapéu e fazendo papel de bom mocinho diante das câmeras e microfones e ser mal-educado e descortês com seus pares de Diretoria e funcionários, a quem sequer cumprimenta;
    Portanto, AMAR o REMO É…
    NÃO AMAR o KLAUTAU.

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