Em boa hora, a diretoria do Paissandu descartou o retorno de Robgol ao clube. O diretor Clodomir Araújo, mesmo ressaltando a importância histórica do jogador para o Paissandu, avalia que o deputado estadual levaria algum tempo para recuperar a forma. Além disso, sua contratação dependeria da aprovação do técnico Edson Gaúcho. Na verdade, a diretoria mede as palavras em respeito à trajetória de Robson, mas a ideia de vê-lo em ação com a camisa alviceleste não empolga ninguém na Curuzu.
Do presidente ao roupeiro, a convicção geral é de que o ex-jogador não reeditaria o futebol dos bons tempos e dificilmente seria útil na fase atual do time. Mais que isso: perdeu de vez o instinto matador que é característica dos grandes artilheiros.
Fica no ar, ainda, a sensação de que esse projeto pessoal de Robson tem mais a ver com aspirações eleitorais. Eleito com excelente votação pela torcida bicolor em 2006, o deputado estaria preocupado em voltar aos gramados para assegurar sua reeleição na Assembléia Legislativa.
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