O governo anuncia que vai recuperar grande parte das estradas do Pará. Estão incluídas no projeto trechos da Alça Viária; a rodovia de acesso ao porto de Vila do Conde, em Barcarena; a conclusão da estrada que liga Santarém a Alter do Chão e a completa restauração do trecho Parauapebas até a PA-150. As obras iniciam nas próximas semanas.

Quero só ver quando finalmente vai aparecer um Sassá Mutema para desenrolar aquele trecho “encantado” entre Baião e Mocajuba, de pouco mais de 40 quilômetros, que atrasa a viagem em quase duas horas.

Entra governo, sai governo, tucanos ou petistas, e a coisa continua na mesma, prejudicando milhares de pessoas.

Culpa também dos representantes parlamentares que o povo elege na região. Só patife e incompetente, uma combinação perversa.

3 responses to “A estrada esquecida”

  1. Avatar de Edmundo, Neves
    Edmundo, Neves

    Grande Gerson…eu até penso em conhecer Baião, mais realmente só de ler as dificuldades pra chegar até lá…..

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  2. Avatar de blogdogersonnogueira
    blogdogersonnogueira

    E eu não contei metade da missa. Parece cabeça de burro enterrada naquele espaço entre os dois municípios. Até lá, a estrada é razoável, tem asfalto. Mas nesse trechinho final, até curto, a coisa pega e perde-se pelo menos umas duas horas para atravessar. É dose.
    Abs.
    Gerson

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  3. Avatar de Daniel Malcher
    Daniel Malcher

    Gerson

    O pior mesmo é quando presenciamos isso aqui, em locais que, que de relativamente tão perto, podem ser considerados “quintais” de Belém. Tenho um irmão que trabalha no município do Acará, ligada a Belém e outras locaidades pela Alça Viária. Contudo, uma viagem que em uma boa estrada, devidamente asfaltada, não levaria mais de uma hora e trinta minutos, torna-se um martírio de quase 6 horas! Quando chove então, é um Deus nos acuda!

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