A invencível armada mosqueteira

O Corinthians nem precisava, Ronaldo menos ainda. Mas o árbitro estava lá, pronto para ajudar no que fosse preciso.

O pênalti sobre o Fenômeno, que deu origem ao segundo gol corintiano contra o Atlético-PR, foi qualquer coisa de fenomenal.

Entre dois marcadores, Ronaldo forçou passagem e caiu. O bastante para que a penalidade fosse assinalada.

Foi o quarto pênalti para o Corinthians somente na Copa do Brasil, com o singelo detalhe de que nenhum deles aconteceu.

Pelo andar da carruagem, o Timão vai chegar facilmente à decisão do torneio, como no ano passado. Quem poderá deter time tão poderoso?

E assim, de privilégio em privilégio, vai indo o futebol brasileiro.

5 comentários em “A invencível armada mosqueteira

  1. Grande Gerson, assim vc parece o Valtinho na assunto ”agua batizada”. O Corinthians jogou bem ontem, marcação em cima, todos mordendo a bola. Se vc escrevesse sobre um penalti que o lateral esquerdo do Atletico PR no inicio da partida sofreu e não foi marcado pelo Leandro Vuaden (aquele do RE X PA) eu até ficaria calado, mas dizer que não foi penalidade em cima do Ronaldo, peraí neh ? os dois zagueiros calçam a perna direita do Ronaldo dentro da area e dentro da area Gerson, é penalti…abraços, Edmundo, Neves..

    1. Ronaldo jogou muitíssimo naquele espaço sagrado que é a grande área. Mas, admita, seria tremendamente injusto desconhecer a contribuição do árbitro para a marcha do placar. Nada de novo no front, pois esse filme já tem final conhecido.
      Abs.
      Gerson

    1. Maciel,
      Admito que o lance foi duvidoso, mas pense comigo: já percebeu como, nesses casos, os árbitros normalmente não têm nenhuma dúvida? Marcam no ato, sem pestanejar. Se fosse no Rafael Moura, lá do outro lado, duvido que marcasse.
      Abs.
      Gerson

  2. Se fosse qualquer outro jogador, que não Ronaldo, o penal não seria marcado, e o apitador ainda partiria, como uma gazela indomável, pra cima do jogador a fim de lhe aplicar o amarelo, por simulação. Não foi penalti, e sim um belo dum mergulho do fenômeno, deixando morto de inveja Marcelinho Carioca.

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