Escrevi na sexta-feira sobre esse lance criminoso, ocorrido no jogo entre Atlético-PR e Corinthians, pela Copa do Brasil.
A cena é revoltante.
Digna de futebol de várzea – aliás, nem na várzea se aceita um delito desse porte.
Na maior cara dura, o narrador global avalia que Dentinho apenas deixou o braço. Não é verdade.
As imagens deixam claro que Dentinho agrediu mesmo a Rafael Moura, o He-Man, que já defendeu o Paissandu.
A agressão do corintiano deveria ser punida com o cartão vermelho, mas o assoprador de apito Nielson Nogueira Dias (PE) fez que não viu.
Essa miopia em lances que envolvem o impávido Corinthians é uma das doenças mais crônicas do futebol nacional.
Além da queda, o coice: absolvido da agressão, Dentinho ainda faria o segundo gol do Corinthians, aos 47 minutos do segundo tempo, confirmando a máxima de que, às vezes, a justiça tarda e falha.
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