O S. Raimundo é, com todos os méritos, finalista do Parazão.
Derrotou o Remo no estádio Barbalhão, diante de 16 mil torcedores, e levantou a Taça Estado do Pará.
Nem jogou tão bem como de outras vezes, mas fez o necessário para vencer.
Valter Lima montou um time que joga fácil e com objetividade.
No seu time, volantes marcam e sabem sair jogando. Não há chutão. A transição é correta, a bola vai de pé em pé.
O Pantera tem, acima de tudo, um verdadeiro camisa 10: Michel, revelado em Parintins, que já desponta como craque do campeonato.
Do lado remista, a constatação de uma realidade. O que começa errado normalmente acaba mal. Um time sem conexão entre os setores, com alguns jogadores claramente fora de jogo (como Bebeto) e outros correndo demais para cobrir setores desguarnecidos.
Mais força do que jeito, mais raça do que talento. Não podia dar certo.
Depois de descer da Série B para a C, resta ao time voltar às origens e se preparar para disputar apenas a competição estadual em 2010.
Até lá, serão oito meses fazendo amistosos caça-níqueis.
Se houver tutano, é a chance de arrumar a casa, cortar despesas supérfluas e apostar na garotada.
Tudo sobre a festa santarena na edição desta segunda-feira do Bola (incluindo super pôster em papel especial) no DIÁRIO.
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