O Flamengo, de história majestosa e rica, não precisa de árbitros amigos. O pênalti sobre Juan foi um daqueles lances típicos de malandragem. Juan é um dos maiores cavadores de falta do planeta e adianta a perna para se chocar com Alessandro. O juiz, lépido e fagueiro, foi lá e apontou o penal. Tudo bem, que assim seja.
Antes do fim do primeiro tempo, em lances nascidos de faltas legítimas (que o assoprador de apito não teve a decência de punir com amarelo), o Botafogo já virou o placar, com Juninho e Reinaldo.
Joga melhor, está mais firme na marcação e mais presente no ataque. Poderia dizer que houve pelo menos um penal claro, de Íbson sobre Maicossuel, que Sua Senhoria fez que não viu. Mas, enfim, deixa pra lá.
Vida (e jogo) que segue, como diria o genial João Saldanha.
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