Cerimônia marcará a sanção do projeto que cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 e reunirá ministros do governo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizará, na segunda-feira (11), uma cerimônia no Palácio do Planalto em homenagem aos mortos pela pandemia de Covid-19. O evento marcará a sanção do Projeto de Lei nº 2.120/2022, que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. As informações são do Metrópoles.
A cerimônia contará com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, além de outros integrantes da Esplanada dos Ministérios. A sanção da proposta consolida uma política de preservação da memória das vítimas e reconhecimento do impacto da pandemia no Brasil.
A expectativa no Palácio do Planalto é de que Lula utilize o evento para reforçar a importância da responsabilidade do poder público diante de crises sanitárias e voltar a criticar a má condução da pandemia durante o governo do ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL). Mais de 700 mil pessoas morreram em decorrência da Covid-19 no país.
NEGLIGÊNCIA E IRRESPONSABILIDADE
Em dezembro de 2025, durante a inauguração do Centro de Radioterapia de Itabira (MG), o presidente Lula criticou diretamente a gestão Jair Bolsonaro (PL), que comandou o país durante a pandemia e disse que a falta de responsabilidade custou centenas de milhares de vidas. “Esse país nunca mais terá um presidente que deixou morrer a quantidade de gente que morreu por conta da Covid. Nunca mais”, afirmou. Foram mais de 700 mil mortos somente no Brasil.
Lula reforçou que a condução da crise sanitária deveria ter seguido diretrizes científicas e afirmou que, se estivesse no governo, o resultado teria sido drasticamente diferente. “Se eu fosse presidente naquela época e o [Alexandre] Padilha ministro da Saúde, duvido que a gente não tivesse salvo 70% ou 80% daquelas pessoas que morreram por falta de vergonha e de responsabilidade de um presidente que ficava na televisão imitando as pessoas que estavam com Covid, tossindo e zombando da saúde das pessoas que morreram”, declarou.
Deixe uma resposta