Foi mais difícil do que se esperava, mas terminou com festa da torcida bicolor. O PSC derrotou o Brusque por 1 a 0, na Curuzu, diante de mais de 14 mil torcedores, garantindo a permanência na Série B do Campeonato Brasileiro. O primeiro tempo foi dominado pelo time paraense, mas o Brusque se fechava e dificultava a aproximação dos atacantes e a pressão bicolor. Mesmo assim, o goleiro catarinense Matheus Nogueira foi um dos destaques da etapa inicial.
Na segunda etapa, o panorama não se alterou muito. O PSC seguiu pressionando, principalmente pelos lados, com Edilson, Bryan Borges, Borasi e Paulinho Boia, mas o gol não saía. Até que Esli García entrou nos minutos finais, a pedido da torcida, e não decepcionou. Aos 34 minutos, ele marcou o gol com um toque sutil fora do alcance do goleiro do Brusque, após boa troca de passes junto à área. Após dúvida sobre a posição do atacante, o lance foi revisado e validado pelo VAR.
Foi o oitavo gol do artilheiro venezuelano, melhor atacante do Papão na Série B e que se caracteriza por gols sempre bonitos, de grande habilidade. Impressiona em Esli a agilidade dentro da área, sempre capaz de dribles objetivos e no sentido do gol.
Curiosamente, Esli foi claramente boicotado por Hélio dos Anjos, que afirmou que era um “atacante de lances ocasionais”, além de muito pequeno e sem força. Sob o comando de Márcio Fernandes, voltou a ter problemas. Ficou fora de quatro partidas antes do confronto com a Ponte Preta. O técnico justificou dizendo que Esli “não entendia o jogo da equipe” e precisava melhorar.
Pois o goleador entrou e marcou o gol da vitória sobre a Macaca, nos minutos finais. Na partida desta noite de segunda-feira (11), também lançado a 15 minutos do término, deixou novamente sua marca e garantiu o triunfo que definiu a permanência bicolor na Série B.
No total, Esli fez 36 jogos na temporada, marcando 12 gols e dando quatro assistências. Foi titular apenas por cinco jogos no Campeonato Paraense.
Técnicos de futebol precisam ser responsabilizados (e cobrados) por suas escolhas. O trabalho deles é, essencialmente, escolher os melhores jogadores. Quando isso não ocorre, em prejuízo do time, é porque há incompetência ou má fé. O que fizeram com Esli nesta temporada é digna de
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