
O PSC se despediu neste domingo, 4, de um nome icônico de sua história centenária. O ex-atacante Bené morreu, aos 82 anos. A causa da morte não foi divulgada pela família. Ele é o maior artilheiro da história do clube, com 249 gols marcados ao longo das oito temporadas que vestiu a camisa alviceleste.
Natural de Amparo (SP), Benedito Pinho Leme, o Bené, também conhecido como “Tanque”, chegou a Belém em 1966, oriundo do Vasco da Gama. Atuou de maneira consecutiva até 1973, sempre como titular e ídolo. Foi artilheiro em sete edições de Campeonato Paraense, além de conquistar cinco títulos da competição estadual – 1966, 1967, 1969, 1971 e 1972.
Fez uma dupla célebre com Rubilota, ponta-de-lança que veio junto com ele das divisões de base do Vasco. Rubilota depois trocaria o PSC pelo Remo, onde também foi ídolo.
Em 2018, Bené foi reverenciado com uma camisa retrô, lançada pela marca Lobo. A peça fez alusão ao uniforme usado na época em que o artilheiro atuava e remete a um feito bicolor em 1968: uma vitória por 1 a 0, com um gol marcado por ele contra a seleção da Romênia, que dois anos depois disputaria a Copa do Mundo de 1970, no México.

O PSC decretou luto oficial de três dias e, através do site oficial, se solidarizou com familiares e amigos do ex-atleta. Também comunicou que as bandeiras do clube na Curuzu e na sede social de Nazaré ficarão a meio mastro. Antes do jogo com o Vila Nova, nesta segunda-feira à noite, foi cumprido um minuto de silêncio em memória do ídolo bicolor.
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