Por Ronaldo Passarinho
Para reflexão de todos:
No Brasil temos 4 séries no futebol, A, B, C e D. Até a C são 20 clubes disputando acesso e lamentando queda.
O cenário:
Na Série A, os times são compostos de no mínimo 30 jogadores, num total de 600 “atletas”;
O mesmo número se repete na Série B.
20 clubes com 30 atletas cada. São mais 600 jogadores.
Temos então um total de 1.200 nas duas séries. A série A, milionária, a B com grande apelo de patrocínio, além de rendas.
Logo, o que sobra para compor elencos da Série C?. Jogadores em fim de carreira, ex jogadores em atividade, todos com empresários.
A seleção feita pelos clubes da Série C é cada vez mais difícil.
Por isso prego a necessidade de termos “olheiros” mesmo remunerados podem indicar jogadores que honrem a nossa camisa.
No atual plantel do Remo devemos festejar a presença do Henrique, do Felipinho. O Kanu está esquecido, mas é no mínimo, igual ao Ribamar, contratado após retumbante fracasso ano passado no Náutico P/E.
Nos times do Paraense, destaque para o Germano, o Chula e o Gabriel, da Tuna. No Bragantino, Gileard, criticado pq “perdeu” 3 gols contra o PSC.
No Tapajós, o bom meia Nilson.
Na terça-feira, o excelente goleiro do PV, garantiu o pagamento da folha salarial do seu time (R$ 70.000,00) no ano inteiro.
Ressalto, sempre o respeito e a vontade de ver o Tonhão e sua equipe pleno de vitórias. Somos todos fanáticos remistas. Grupos litigantes ficaram para trás após o resultado das eleições.
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