“O dito jornalismo profissional está incomodado com o tom de Lula em relação ao governo de Israel. É a mesma turma que normalizou o genocida e apoiou um impeachment sem crime de responsabilidade. Os democratas de pandemia estão passando pano para terrorismo de Estado. Lula está certo. Um Estado não pode se comportar como uma organização terrorista. Este é o ponto. Israel promove genocídio em Gaza. O nome certo é terrorismo de Estado. Netanyahu, o Bolsonaro de Israel, tem de responder perante cortes internacionais. Mas o problema é Lula usar a palavra terrorismo. Haja óleo de peroba”.
Kennedy Alencar, jornalista