Terror em Brasília: presidente Lula decreta intervenção federal na Segurança Pública do DF

Em resposta imediata aos ataques terroristas deste domingo em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou intervenção federal na Segurança Pública do Distrito Federal. Ainda em Araraquara (SP), onde havia ido vistoriar locais atingidos pelas chuvas dos últimos dias, o presidente convocou a imprensa e leu o decreto abaixo:

Terrorismo bolsonarista em Brasília: golpistas vandalizam Supremo, Congresso e Palácio do Planalto

Bolsonaristas radicais invadiram o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto, neste domingo (8), após entrar em confronto com a Polícia Militar na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Os terroristas estavam com pedaços de paus e pedras. Policiais militares tentaram conter os bolsonaristas com uso de spray de pimenta, no entanto, eles invadiram a área de contenção que cercava o Congresso Nacional. Imagens do local mostram que um veículo da Força Nacional caiu no espelho d’água do Congresso.

Vidraças da sede do Congresso foram quebradas. Os bolsonaristas radicais alcançaram o Salão Verde da Câmara dos Deputados, área que dá acesso ao plenário da Casa. Os policiais também usaram bombas de efeito moral na tentativa de conter os participantes do ato antidemocrático. Até a última atualização desta publicação, a Polícia Militar ainda não havia se manifestado sobre a invasão.

Após a invasão ao Congresso Nacional, os terroristas bolsonaristas também invadiram o Supremo Tribunal Federal (STF). Os participantes do ato antidemocrático quebraram vidros da fachada, entraram no prédio e chegaram até o plenário. No Palácio do Planalto, os extremistas chegaram até o quarto andar e depredaram a sede do Poder Executivo.

Enquanto parte da força policial do DF confraternizava com os golpistas, tirando fotos e conversando animadamente enquanto os prédios da República eram invadidos e vandalizados.

No prédio do STF, os terroristas arrancaram até a porta do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, além de vandalizarem o plenário e as demais dependências do Supremo.

O ministro da Justiça, Flávio Dino, chamou os atos antidemocráticos de “absurdos” e afirmou que a “tentativa de impor a vontade pela força não vai prevalecer. Dino disse ainda que o GDF informou que “haverá reforços”.

O ex-ministro da Justiça e atual secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, disse que determinou que o setor de operações da pasta tome “providências imediatas para o restabelecimento da ordem no centro de Brasília. “Cenas lamentáveis agora na Esplanada dos Ministérios”, afirmou.

Após a invasão, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) disse em uma rede social que em uma conversa por telefone, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou que “está concentrando os esforços de todo o aparato policial, no sentido de controlar a situação”. Pacheco disse ainda que repudia os atos antidemocráticos e que eles devem “sofrer o rigor da lei com urgência”.

OAB SE POSICIONA

“A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) considera inaceitável a invasão dos prédios públicos e os ataques desferidos contra os Três Poderes realizados neste domingo.

Além da depredação física, os ataques têm como objetivo o enfraquecimento dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e da Constituição Federal, que são os pilares do mais longevo período democrático da história brasileira.

Tais atos devem ser repelidos pelas forças de segurança de acordo com as disposições legais. É hora de encerar de uma vez por todas os intentos contra o Estado Democrático de Direito no país. Somente assim será possível buscar a pacificação necessária ao Brasil. Para isso, é preciso que os artífices dos levantes golpistas sejam identificados e punidos, sempre tendo acesso ao devido processo, à ampla defesa e ao contraditório.

A OAB lembra que as liberdades de expressão e manifestação, protegidas pela Constituição Federal, não incluem permissão para ações violentas nem para atentados contra o Estado Democrático de Direito.

A Ordem acompanhará os desdobramentos do episódio e está pronta para atuar, de acordo com suas incumbências legais e constitucionais, em defesa das instituições republicanas e das prerrogativas de advogadas e advogados que trabalharem nos casos decorrentes dos eventos deste domingo, usando para isso, inclusive, ações judiciais.”

Diretoria Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil
Conselho Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil
Colégio dos Presidentes de Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil”

O Jair que há em nós

Por 𝐈𝐯𝐚𝐧𝐧 𝐋𝐚𝐠𝐨
𝐏𝐫𝐨𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫 𝐞 𝐃𝐨𝐮𝐭𝐨𝐫 𝐞𝐦 𝐒𝐨𝐜𝐢𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐚

𝕆 𝔹𝕣𝕒𝕤𝕚𝕝 𝕝𝕖𝕧𝕒𝕣𝕒́ 𝕕𝕖́𝕔𝕒𝕕𝕒𝕤 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕣𝕖𝕖𝕟𝕕𝕖𝕣 𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕒𝕔𝕠𝕟𝕥𝕖𝕔𝕖𝕦 𝕟𝕒𝕢𝕦𝕖𝕝𝕖 𝕟𝕖𝕓𝕦𝕝𝕠𝕤𝕠 𝕒𝕟𝕠 𝕕𝕖 2018, 𝕢𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕤𝕖𝕦𝕤 𝕖𝕝𝕖𝕚𝕥𝕠𝕣𝕖𝕤 𝕖𝕤𝕔𝕠𝕝𝕙𝕖𝕣𝕒𝕞, 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕡𝕣𝕖𝕤𝕚𝕕𝕚𝕣 𝕠 𝕡𝕒𝕚́𝕤, 𝕁𝕒𝕚𝕣 𝔹𝕠𝕝𝕤𝕠𝕟𝕒𝕣𝕠. ℂ𝕒𝕡𝕚𝕥𝕒̃𝕠 𝕕𝕠 𝔼𝕩𝕖́𝕣𝕔𝕚𝕥𝕠 𝕖𝕩𝕡𝕦𝕝𝕤𝕠 𝕕𝕒 𝕔𝕠𝕣𝕡𝕠𝕣𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕡𝕠𝕣 𝕠𝕣𝕘𝕒𝕟𝕚𝕫𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕕𝕖 𝕒𝕥𝕠 𝕥𝕖𝕣𝕣𝕠𝕣𝕚𝕤𝕥𝕒; 𝕕𝕖𝕡𝕦𝕥𝕒𝕕𝕠 𝕕𝕖 𝕤𝕖𝕥𝕖 𝕞𝕒𝕟𝕕𝕒𝕥𝕠𝕤 𝕔𝕠𝕟𝕙𝕖𝕔𝕚𝕕𝕠 𝕟𝕒̃𝕠 𝕡𝕖𝕝𝕠𝕤 𝕕𝕠𝕚𝕤 𝕡𝕣𝕠𝕛𝕖𝕥𝕠𝕤 𝕕𝕖 𝕝𝕖𝕚 𝕢𝕦𝕖 𝕔𝕠𝕟𝕤𝕖𝕘𝕦𝕚𝕦 𝕒𝕡𝕣𝕠𝕧𝕒𝕣 𝕖𝕞 28 𝕒𝕟𝕠𝕤, 𝕞𝕒𝕤 𝕡𝕖𝕝𝕒𝕤 𝕞𝕒𝕢𝕦𝕚𝕟𝕒𝕔̧𝕠̃𝕖𝕤 𝕕𝕠 𝕤𝕦𝕓𝕞𝕦𝕟𝕕𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕚𝕟𝕔𝕝𝕦𝕖𝕞 𝕕𝕖𝕟𝕦́𝕟𝕔𝕚𝕒𝕤 𝕕𝕖 “𝕣𝕒𝕔𝕙𝕒𝕕𝕚𝕟𝕙𝕒”, 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕣𝕒𝕥𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕕𝕖 𝕡𝕒𝕣𝕖𝕟𝕥𝕖𝕤 𝕖 𝕖𝕟𝕧𝕠𝕝𝕧𝕚𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 𝕔𝕠𝕞 𝕞𝕚𝕝𝕚́𝕔𝕚𝕒𝕤; 𝕘𝕒𝕟𝕙𝕒𝕕𝕠𝕣 𝕕𝕠 𝕥𝕣𝕠𝕗𝕖́𝕦 𝕕𝕖 𝕔𝕒𝕞𝕡𝕖𝕒̃𝕠 𝕟𝕒𝕔𝕚𝕠𝕟𝕒𝕝 𝕕𝕒 𝕖𝕤𝕔𝕒𝕥𝕠𝕝𝕠𝕘𝕚𝕒, 𝕕𝕒 𝕗𝕒𝕝𝕥𝕒 𝕕𝕖 𝕖𝕕𝕦𝕔𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕖 𝕕𝕒𝕤 𝕠𝕗𝕖𝕟𝕤𝕒𝕤 𝕕𝕖 𝕥𝕠𝕕𝕠𝕤 𝕠𝕤 𝕞𝕒𝕥𝕚𝕫𝕖𝕤 𝕕𝕖 𝕡𝕣𝕖𝕔𝕠𝕟𝕔𝕖𝕚𝕥𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕤𝕖 𝕡𝕠𝕕𝕖 𝕝𝕚𝕤𝕥𝕒𝕣.

𝔼𝕞𝕓𝕠𝕣𝕒 𝕤𝕖𝕦 𝕕𝕚𝕤𝕔𝕦𝕣𝕤𝕠 𝕤𝕖𝕛𝕒 𝕕𝕖 𝕟𝕖𝕘𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕕𝕒 “𝕧𝕖𝕝𝕙𝕒 𝕡𝕠𝕝𝕚́𝕥𝕚𝕔𝕒”, 𝔹𝕠𝕝𝕤𝕠𝕟𝕒𝕣𝕠, 𝕟𝕒 𝕧𝕖𝕣𝕕𝕒𝕕𝕖, 𝕣𝕖𝕡𝕣𝕖𝕤𝕖𝕟𝕥𝕒 𝕟𝕒̃𝕠 𝕤𝕦𝕒 𝕟𝕖𝕘𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠, 𝕞𝕒𝕤 𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕙𝕒́ 𝕕𝕖 𝕡𝕚𝕠𝕣 𝕟𝕖𝕝𝕒. 𝔼𝕝𝕖 𝕖́ 𝕒 𝕞𝕒𝕥𝕖𝕣𝕚𝕒𝕝𝕚𝕫𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕕𝕠 𝕝𝕒𝕕𝕠 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕟𝕖𝕗𝕒𝕤𝕥𝕠, 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕥𝕒́𝕣𝕚𝕠 𝕖 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕚𝕟𝕖𝕤𝕔𝕣𝕦𝕡𝕦𝕝𝕠𝕤𝕠 𝕕𝕠 𝕤𝕚𝕤𝕥𝕖𝕞𝕒 𝕡𝕠𝕝𝕚́𝕥𝕚𝕔𝕠 𝕓𝕣𝕒𝕤𝕚𝕝𝕖𝕚𝕣𝕠. 𝕄𝕒𝕤 – 𝕖 𝕖𝕤𝕤𝕖 𝕖́ 𝕠 𝕡𝕠𝕟𝕥𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕢𝕦𝕖𝕣𝕠 𝕕𝕚𝕤𝕔𝕦𝕥𝕚𝕣 𝕙𝕠𝕛𝕖 – 𝕖𝕝𝕖 𝕖𝕤𝕥𝕒́ 𝕝𝕠𝕟𝕘𝕖 𝕕𝕖 𝕤𝕖𝕣 𝕒𝕝𝕘𝕠 𝕤𝕦𝕣𝕘𝕚𝕕𝕠 𝕕𝕠 𝕟𝕒𝕕𝕒 𝕠𝕦 𝕓𝕣𝕠𝕥𝕒𝕕𝕠 𝕕𝕠 𝕔𝕙𝕒̃𝕠 𝕡𝕚𝕤𝕠𝕥𝕖𝕒𝕕𝕠 𝕡𝕖𝕝𝕒 𝕟𝕖𝕘𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕕𝕒 𝕡𝕠𝕝𝕚́𝕥𝕚𝕔𝕒, 𝕒𝕝𝕚𝕞𝕖𝕟𝕥𝕒𝕕𝕒 𝕟𝕠𝕤 𝕒𝕟𝕠𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕒𝕟𝕥𝕖𝕔𝕖𝕕𝕖𝕣𝕒𝕞 𝕒𝕤 𝕖𝕝𝕖𝕚𝕔̧𝕠̃𝕖𝕤.
ℙ𝕖𝕝𝕠 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕣𝕒́𝕣𝕚𝕠, 𝕔𝕠𝕞𝕠 𝕡𝕖𝕤𝕢𝕦𝕚𝕤𝕒𝕕𝕠𝕣 𝕕𝕒𝕤 𝕣𝕖𝕝𝕒𝕔̧𝕠̃𝕖𝕤 𝕖𝕟𝕥𝕣𝕖 𝕔𝕦𝕝𝕥𝕦𝕣𝕒 𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕠𝕣𝕥𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 𝕡𝕠𝕝𝕚́𝕥𝕚𝕔𝕠, 𝕖𝕤𝕥𝕠𝕦 𝕔𝕒𝕕𝕒 𝕧𝕖𝕫 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕔𝕠𝕟𝕧𝕖𝕟𝕔𝕚𝕕𝕠 𝕕𝕖 𝕢𝕦𝕖 𝔹𝕠𝕝𝕤𝕠𝕟𝕒𝕣𝕠 𝕖́ 𝕦𝕞𝕒 𝕖𝕩𝕡𝕣𝕖𝕤𝕤𝕒̃𝕠 𝕓𝕒𝕤𝕥𝕒𝕟𝕥𝕖 𝕗𝕚𝕖𝕝 𝕕𝕠 𝕓𝕣𝕒𝕤𝕚𝕝𝕖𝕚𝕣𝕠 𝕞𝕖́𝕕𝕚𝕠, 𝕦𝕞 𝕣𝕖𝕥𝕣𝕒𝕥𝕠 𝕕𝕠 𝕞𝕠𝕕𝕠 𝕕𝕖 𝕡𝕖𝕟𝕤𝕒𝕣 𝕠 𝕞𝕦𝕟𝕕𝕠, 𝕒 𝕤𝕠𝕔𝕚𝕖𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕖 𝕒 𝕡𝕠𝕝𝕚́𝕥𝕚𝕔𝕒 𝕢𝕦𝕖 𝕔𝕒𝕣𝕒𝕔𝕥𝕖𝕣𝕚𝕫𝕒 𝕠 𝕥𝕚́𝕡𝕚𝕔𝕠 𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕒̃𝕠 𝕕𝕠 𝕟𝕠𝕤𝕤𝕠 𝕡𝕒𝕚́𝕤.

ℚ𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕞𝕖 𝕣𝕖𝕗𝕚𝕣𝕠 𝕒𝕠 “𝕓𝕣𝕒𝕤𝕚𝕝𝕖𝕚𝕣𝕠 𝕞𝕖́𝕕𝕚𝕠”, 𝕠𝕓𝕧𝕚𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕟𝕒̃𝕠 𝕖𝕤𝕥𝕠𝕦 𝕥𝕣𝕒𝕥𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕕𝕒 𝕚𝕞𝕒𝕘𝕖𝕞 𝕣𝕠𝕞𝕒𝕟𝕥𝕚𝕫𝕒𝕕𝕒 𝕡𝕖𝕝𝕒 𝕞𝕚́𝕕𝕚𝕒 𝕖 𝕡𝕖𝕝𝕠 𝕚𝕞𝕒𝕘𝕚𝕟𝕒́𝕣𝕚𝕠 𝕡𝕠𝕡𝕦𝕝𝕒𝕣, 𝕕𝕠 𝕓𝕣𝕒𝕤𝕚𝕝𝕖𝕚𝕣𝕠 𝕣𝕖𝕔𝕖𝕡𝕥𝕚𝕧𝕠, 𝕔𝕣𝕚𝕒𝕥𝕚𝕧𝕠, 𝕤𝕠𝕝𝕚𝕕𝕒́𝕣𝕚𝕠, 𝕕𝕚𝕧𝕖𝕣𝕥𝕚𝕕𝕠 𝕖 “𝕞𝕒𝕝𝕒𝕟𝕕𝕣𝕠”. ℝ𝕖𝕗𝕚𝕣𝕠-𝕞𝕖 𝕒̀ 𝕤𝕦𝕒 𝕧𝕖𝕣𝕤𝕒̃𝕠 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕠𝕓𝕤𝕔𝕦𝕣𝕒 𝕖, 𝕚𝕟𝕗𝕖𝕝𝕚𝕫𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖, 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕣𝕖𝕒𝕝𝕚𝕤𝕥𝕒 𝕤𝕖𝕘𝕦𝕟𝕕𝕠 𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕞𝕚𝕟𝕙𝕒𝕤 𝕡𝕖𝕤𝕢𝕦𝕚𝕤𝕒𝕤 𝕖 𝕞𝕚𝕟𝕙𝕒 𝕖𝕩𝕡𝕖𝕣𝕚𝕖̂𝕟𝕔𝕚𝕒 𝕥𝕖̂𝕞 𝕕𝕖𝕞𝕠𝕟𝕤𝕥𝕣𝕒𝕕𝕠.
ℕ𝕠 “𝕞𝕦𝕟𝕕𝕠 𝕣𝕖𝕒𝕝” 𝕠 𝕓𝕣𝕒𝕤𝕚𝕝𝕖𝕚𝕣𝕠 𝕖́ 𝕡𝕣𝕖𝕔𝕠𝕟𝕔𝕖𝕚𝕥𝕦𝕠𝕤𝕠, 𝕧𝕚𝕠𝕝𝕖𝕟𝕥𝕠, 𝕒𝕟𝕒𝕝𝕗𝕒𝕓𝕖𝕥𝕠 (𝕟𝕒𝕤 𝕝𝕖𝕥𝕣𝕒𝕤, 𝕟𝕒 𝕡𝕠𝕝𝕚́𝕥𝕚𝕔𝕒, 𝕟𝕒 𝕔𝕚𝕖̂𝕟𝕔𝕚𝕒… 𝕖𝕞 𝕢𝕦𝕒𝕤𝕖 𝕥𝕦𝕕𝕠). 𝔼́ 𝕣𝕒𝕔𝕚𝕤𝕥𝕒, 𝕞𝕒𝕔𝕙𝕚𝕤𝕥𝕒, 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕥𝕒́𝕣𝕚𝕠, 𝕚𝕟𝕥𝕖𝕣𝕖𝕤𝕤𝕖𝕚𝕣𝕠, 𝕞𝕠𝕣𝕒𝕝𝕚𝕤𝕥𝕒, 𝕔𝕚́𝕟𝕚𝕔𝕠, 𝕗𝕠𝕗𝕠𝕢𝕦𝕖𝕚𝕣𝕠, 𝕕𝕖𝕤𝕠𝕟𝕖𝕤𝕥𝕠.

𝕆𝕤 𝕒𝕧𝕒𝕟𝕔̧𝕠𝕤 𝕔𝕚𝕧𝕚𝕝𝕚𝕫𝕒𝕥𝕠́𝕣𝕚𝕠𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕠 𝕞𝕦𝕟𝕕𝕠 𝕧𝕚𝕧𝕖𝕦, 𝕖𝕤𝕡𝕖𝕔𝕚𝕒𝕝𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕒 𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕣 𝕕𝕒 𝕤𝕖𝕘𝕦𝕟𝕕𝕒 𝕞𝕖𝕥𝕒𝕕𝕖 𝕕𝕠 𝕤𝕖́𝕔𝕦𝕝𝕠 𝕏𝕏, 𝕚𝕟𝕖𝕧𝕚𝕥𝕒𝕧𝕖𝕝𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕔𝕙𝕖𝕘𝕒𝕣𝕒𝕞 𝕒𝕠 𝕡𝕒𝕚́𝕤. 𝕊𝕖 𝕞𝕒𝕥𝕖𝕣𝕚𝕒𝕝𝕚𝕫𝕒𝕣𝕒𝕞 𝕖𝕞 𝕝𝕖𝕘𝕚𝕤𝕝𝕒𝕔̧𝕠̃𝕖𝕤, 𝕖𝕞 𝕡𝕠𝕝𝕚́𝕥𝕚𝕔𝕒𝕤 𝕡𝕦́𝕓𝕝𝕚𝕔𝕒𝕤 (𝕕𝕖 𝕚𝕟𝕔𝕝𝕦𝕤𝕒̃𝕠, 𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕓𝕒𝕥𝕖 𝕒𝕠 𝕣𝕒𝕔𝕚𝕤𝕞𝕠 𝕖 𝕒𝕠 𝕞𝕒𝕔𝕙𝕚𝕤𝕞𝕠, 𝕕𝕖 𝕔𝕣𝕚𝕞𝕚𝕟𝕒𝕝𝕚𝕫𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕕𝕠 𝕡𝕣𝕖𝕔𝕠𝕟𝕔𝕖𝕚𝕥𝕠), 𝕖𝕞 𝕕𝕚𝕣𝕖𝕥𝕣𝕚𝕫𝕖𝕤 𝕖𝕕𝕦𝕔𝕒𝕔𝕚𝕠𝕟𝕒𝕚𝕤 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕖𝕤𝕔𝕠𝕝𝕒𝕤 𝕖 𝕦𝕟𝕚𝕧𝕖𝕣𝕤𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖𝕤. 𝕄𝕒𝕤, 𝕢𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕤𝕖 𝕥𝕣𝕒𝕥𝕒 𝕕𝕖 𝕧𝕒𝕝𝕠𝕣𝕖𝕤 𝕒𝕣𝕣𝕒𝕚𝕘𝕒𝕕𝕠𝕤, 𝕖́ 𝕡𝕣𝕖𝕔𝕚𝕤𝕠 𝕞𝕦𝕚𝕥𝕠 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕞𝕦𝕕𝕒𝕣 𝕡𝕒𝕕𝕣𝕠̃𝕖𝕤 𝕔𝕦𝕝𝕥𝕦𝕣𝕒𝕚𝕤 𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕠𝕣𝕥𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠.
𝕆 𝕞𝕒𝕔𝕙𝕚𝕤𝕞𝕠 𝕗𝕠𝕚 𝕥𝕠𝕣𝕟𝕒𝕕𝕠 𝕔𝕣𝕚𝕞𝕖, 𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕝𝕙𝕖 𝕣𝕖𝕕𝕦𝕫 𝕒𝕤 𝕞𝕒𝕟𝕚𝕗𝕖𝕤𝕥𝕒𝕔̧𝕠̃𝕖𝕤 𝕡𝕦́𝕓𝕝𝕚𝕔𝕒𝕤 𝕖 𝕒𝕓𝕖𝕣𝕥𝕒𝕤. 𝕄𝕒𝕤 𝕖𝕝𝕖 𝕤𝕠𝕓𝕣𝕖𝕧𝕚𝕧𝕖 𝕟𝕠 𝕚𝕞𝕒𝕘𝕚𝕟𝕒́𝕣𝕚𝕠 𝕕𝕒 𝕡𝕠𝕡𝕦𝕝𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠, 𝕟𝕠 𝕔𝕠𝕥𝕚𝕕𝕚𝕒𝕟𝕠 𝕕𝕒 𝕧𝕚𝕕𝕒 𝕡𝕣𝕚𝕧𝕒𝕕𝕒, 𝕟𝕒𝕤 𝕣𝕖𝕝𝕒𝕔̧𝕠̃𝕖𝕤 𝕒𝕗𝕖𝕥𝕚𝕧𝕒𝕤 𝕖 𝕟𝕠𝕤 𝕒𝕞𝕓𝕚𝕖𝕟𝕥𝕖𝕤 𝕕𝕖 𝕥𝕣𝕒𝕓𝕒𝕝𝕙𝕠, 𝕟𝕒𝕤 𝕣𝕖𝕕𝕖𝕤 𝕤𝕠𝕔𝕚𝕒𝕚𝕤, 𝕟𝕠𝕤 𝕘𝕣𝕦𝕡𝕠𝕤 𝕕𝕖 𝕨𝕙𝕒𝕥𝕤𝕒𝕡𝕡, 𝕟𝕒𝕤 𝕡𝕚𝕒𝕕𝕒𝕤 𝕕𝕚𝕒́𝕣𝕚𝕒𝕤, 𝕟𝕠𝕤 𝕔𝕠𝕞𝕖𝕟𝕥𝕒́𝕣𝕚𝕠𝕤 𝕖𝕟𝕥𝕣𝕖 𝕠𝕤 𝕒𝕞𝕚𝕘𝕠𝕤 “𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕟𝕗𝕚𝕒𝕟𝕔̧𝕒”, 𝕟𝕠𝕤 𝕡𝕖𝕢𝕦𝕖𝕟𝕠𝕤 𝕘𝕣𝕦𝕡𝕠𝕤 𝕠𝕟𝕕𝕖 𝕙𝕒́ 𝕔𝕖𝕣𝕥𝕒 𝕘𝕒𝕣𝕒𝕟𝕥𝕚𝕒 𝕕𝕖 𝕢𝕦𝕖 𝕟𝕚𝕟𝕘𝕦𝕖́𝕞 𝕚𝕣𝕒́ 𝕕𝕖𝕟𝕦𝕟𝕔𝕚𝕒́-𝕝𝕠.

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𝕊𝕖 𝕙𝕠𝕦𝕧𝕖 𝕒𝕧𝕒𝕟𝕔̧𝕠𝕤 – 𝕖 𝕖𝕝𝕖𝕤 𝕤𝕒̃𝕠, 𝕤𝕚𝕞, 𝕣𝕖𝕒𝕚𝕤 – 𝕟𝕒𝕤 𝕣𝕖𝕝𝕒𝕔̧𝕠̃𝕖𝕤 𝕕𝕖 𝕘𝕖̂𝕟𝕖𝕣𝕠, 𝕟𝕒 𝕚𝕟𝕔𝕝𝕦𝕤𝕒̃𝕠 𝕕𝕖 𝕟𝕖𝕘𝕣𝕠𝕤 𝕖 𝕙𝕠𝕞𝕠𝕤𝕤𝕖𝕩𝕦𝕒𝕚𝕤, 𝕗𝕠𝕚 𝕞𝕖𝕟𝕠𝕤 𝕡𝕠𝕣 𝕤𝕦𝕡𝕖𝕣𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕔𝕦𝕝𝕥𝕦𝕣𝕒𝕝 𝕕𝕠 𝕡𝕣𝕖𝕔𝕠𝕟𝕔𝕖𝕚𝕥𝕠 𝕕𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕡𝕖𝕝𝕒 𝕡𝕣𝕖𝕤𝕤𝕒̃𝕠 𝕖𝕩𝕖𝕣𝕔𝕚𝕕𝕒 𝕡𝕖𝕝𝕠𝕤 𝕚𝕟𝕤𝕥𝕣𝕦𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠𝕤 𝕛𝕦𝕣𝕚́𝕕𝕚𝕔𝕠𝕤 𝕖 𝕡𝕠𝕝𝕚𝕔𝕚𝕒𝕚𝕤.
𝕄𝕒𝕤, 𝕔𝕠𝕞𝕠 𝕤𝕖𝕞𝕡𝕣𝕖 𝕠𝕔𝕠𝕣𝕣𝕖 𝕢𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕦𝕞 𝕤𝕖𝕟𝕥𝕚𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 𝕙𝕦𝕞𝕒𝕟𝕠 𝕖́ 𝕣𝕖𝕡𝕣𝕚𝕞𝕚𝕕𝕠, 𝕖𝕝𝕖 𝕖́ 𝕒𝕣𝕞𝕒𝕫𝕖𝕟𝕒𝕕𝕠 𝕕𝕖 𝕒𝕝𝕘𝕦𝕞 𝕞𝕠𝕕𝕠. 𝔼𝕝𝕖 𝕤𝕖 𝕒𝕔𝕦𝕞𝕦𝕝𝕒, 𝕚𝕟𝕗𝕝𝕒 𝕖, 𝕦𝕞 𝕕𝕚𝕒, 𝕖𝕟𝕔𝕠𝕟𝕥𝕣𝕒𝕣𝕒́ 𝕦𝕞 𝕞𝕠𝕕𝕠 𝕕𝕖 𝕖𝕩𝕥𝕣𝕒𝕧𝕒𝕤𝕒𝕣. (…)
𝔽𝕠𝕚 𝕒𝕝𝕘𝕠 𝕡𝕒𝕣𝕖𝕔𝕚𝕕𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕒𝕔𝕠𝕟𝕥𝕖𝕔𝕖𝕦 𝕔𝕠𝕞 𝕠 “𝕓𝕣𝕒𝕤𝕚𝕝𝕖𝕚𝕣𝕠 𝕞𝕖́𝕕𝕚𝕠”, 𝕔𝕠𝕞 𝕥𝕠𝕕𝕠𝕤 𝕠𝕤 𝕤𝕖𝕦𝕤 𝕡𝕣𝕖𝕔𝕠𝕟𝕔𝕖𝕚𝕥𝕠𝕤 𝕣𝕖𝕡𝕣𝕚𝕞𝕚𝕕𝕠𝕤 𝕖, 𝕒 𝕕𝕦𝕣𝕒𝕤 𝕡𝕖𝕟𝕒𝕤, 𝕖𝕤𝕔𝕠𝕟𝕕𝕚𝕕𝕠𝕤, 𝕢𝕦𝕖 𝕧𝕚𝕦 𝕖𝕞 𝕦𝕞 𝕔𝕒𝕟𝕕𝕚𝕕𝕒𝕥𝕠 𝕒 ℙ𝕣𝕖𝕤𝕚𝕕𝕖̂𝕟𝕔𝕚𝕒 𝕕𝕒 ℝ𝕖𝕡𝕦́𝕓𝕝𝕚𝕔𝕒 𝕖𝕤𝕤𝕒 𝕡𝕠𝕤𝕤𝕚𝕓𝕚𝕝𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕕𝕖 𝕖𝕩𝕥𝕣𝕒𝕧𝕒𝕤𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠. 𝔼𝕚𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕖𝕝𝕖 𝕥𝕚𝕟𝕙𝕒 𝕒 𝕡𝕠𝕤𝕤𝕚𝕓𝕚𝕝𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕕𝕖 𝕖𝕤𝕔𝕠𝕝𝕙𝕖𝕣, 𝕔𝕠𝕞𝕠 𝕤𝕖𝕦 𝕣𝕖𝕡𝕣𝕖𝕤𝕖𝕟𝕥𝕒𝕟𝕥𝕖 𝕖 𝕝𝕚́𝕕𝕖𝕣 𝕞𝕒́𝕩𝕚𝕞𝕠 𝕕𝕠 𝕡𝕒𝕚́𝕤, 𝕒𝕝𝕘𝕦𝕖́𝕞 𝕢𝕦𝕖 𝕡𝕠𝕕𝕚𝕒 𝕤𝕖𝕣 𝕖 𝕕𝕚𝕫𝕖𝕣 𝕥𝕦𝕕𝕠 𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕖𝕝𝕖 𝕥𝕒𝕞𝕓𝕖́𝕞 𝕡𝕖𝕟𝕤𝕒, 𝕞𝕒𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕟𝕒̃𝕠 𝕡𝕠𝕕𝕖 𝕖𝕩𝕡𝕣𝕖𝕤𝕤𝕒𝕣 𝕡𝕠𝕣 𝕤𝕖𝕣 𝕦𝕞 “𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕒̃𝕠 𝕔𝕠𝕞𝕦𝕞”.

𝔸𝕘𝕠𝕣𝕒 𝕖𝕤𝕤𝕖 “𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕒̃𝕠 𝕔𝕠𝕞𝕦𝕞” 𝕥𝕖𝕞 𝕧𝕠𝕫.
𝔼𝕝𝕖 𝕕𝕖 𝕗𝕒𝕥𝕠 𝕤𝕖 𝕤𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕣𝕖𝕡𝕣𝕖𝕤𝕖𝕟𝕥𝕒𝕕𝕠 𝕡𝕖𝕝𝕠 ℙ𝕣𝕖𝕤𝕚𝕕𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕢𝕦𝕖 𝕠𝕗𝕖𝕟𝕕𝕖 𝕒𝕤 𝕞𝕦𝕝𝕙𝕖𝕣𝕖𝕤, 𝕠𝕤 𝕙𝕠𝕞𝕠𝕤𝕤𝕖𝕩𝕦𝕒𝕚𝕤, 𝕠𝕤 𝕚́𝕟𝕕𝕚𝕠𝕤, 𝕠𝕤 𝕟𝕠𝕣𝕕𝕖𝕤𝕥𝕚𝕟𝕠𝕤.
𝔼𝕝𝕖 𝕥𝕖𝕞 𝕒 𝕤𝕖𝕟𝕤𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕕𝕖 𝕖𝕤𝕥𝕒𝕣 𝕡𝕖𝕤𝕤𝕠𝕒𝕝𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕟𝕠 𝕡𝕠𝕕𝕖𝕣 𝕢𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕧𝕖̂ 𝕠 𝕝𝕚́𝕕𝕖𝕣 𝕞𝕒́𝕩𝕚𝕞𝕠 𝕕𝕒 𝕟𝕒𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕦𝕤𝕒𝕣 𝕡𝕒𝕝𝕒𝕧𝕣𝕖𝕒𝕕𝕠 𝕧𝕦𝕝𝕘𝕒𝕣, 𝕗𝕣𝕒𝕤𝕖𝕤 𝕞𝕒𝕝 𝕗𝕠𝕣𝕞𝕦𝕝𝕒𝕕𝕒𝕤, 𝕡𝕒𝕝𝕒𝕧𝕣𝕠̃𝕖𝕤 𝕖 𝕠𝕗𝕖𝕟𝕤𝕒𝕤 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕒𝕥𝕒𝕔𝕒𝕣 𝕢𝕦𝕖𝕞 𝕡𝕖𝕟𝕤𝕒 𝕕𝕚𝕗𝕖𝕣𝕖𝕟𝕥𝕖.
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𝔼𝕤𝕤𝕖 𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕒̃𝕠 𝕤𝕖 𝕧𝕖̂ 𝕖𝕞𝕡𝕠𝕕𝕖𝕣𝕒𝕕𝕠 𝕢𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕒𝕤 𝕝𝕚𝕕𝕖𝕣𝕒𝕟𝕔̧𝕒𝕤 𝕡𝕠𝕝𝕚́𝕥𝕚𝕔𝕒𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕖𝕝𝕖 𝕖𝕝𝕖𝕘𝕖𝕦 𝕟𝕖𝕘𝕒𝕞 𝕠𝕤 𝕡𝕣𝕠𝕓𝕝𝕖𝕞𝕒𝕤 𝕒𝕞𝕓𝕚𝕖𝕟𝕥𝕒𝕚𝕤, 𝕡𝕠𝕚𝕤 𝕖𝕝𝕖𝕤 𝕤𝕒̃𝕠 𝕒𝕟𝕦𝕟𝕔𝕚𝕒𝕕𝕠𝕤 𝕡𝕠𝕣 𝕔𝕚𝕖𝕟𝕥𝕚𝕤𝕥𝕒𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕖𝕝𝕖 𝕡𝕣𝕠́𝕡𝕣𝕚𝕠 𝕧𝕖̂ 𝕔𝕠𝕞𝕠 𝕚𝕟𝕦́𝕥𝕖𝕚𝕤 𝕖 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕣𝕒́𝕣𝕚𝕠𝕤 𝕒̀𝕤 𝕤𝕦𝕒𝕤 𝕔𝕣𝕖𝕟𝕔̧𝕒𝕤 𝕣𝕖𝕝𝕚𝕘𝕚𝕠𝕤𝕒𝕤. 𝕊𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕦𝕞 𝕡𝕣𝕒𝕫𝕖𝕣 𝕡𝕣𝕠𝕗𝕦𝕟𝕕𝕠 𝕢𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕤𝕖𝕦 𝕘𝕠𝕧𝕖𝕣𝕟𝕒𝕟𝕥𝕖 𝕞𝕒𝕚𝕠𝕣 𝕗𝕒𝕫 𝕒𝕔𝕦𝕤𝕒𝕔̧𝕠̃𝕖𝕤 𝕞𝕠𝕣𝕒𝕝𝕚𝕤𝕥𝕒𝕤 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕣𝕒 𝕕𝕖𝕤𝕒𝕗𝕖𝕥𝕠𝕤, 𝕖 𝕢𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕡𝕣𝕖𝕘𝕒 𝕒 𝕞𝕠𝕣𝕥𝕖 𝕕𝕖 “𝕓𝕒𝕟𝕕𝕚𝕕𝕠𝕤” 𝕖 𝕒 𝕕𝕖𝕤𝕥𝕣𝕦𝕚𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕕𝕖 𝕥𝕠𝕕𝕠𝕤 𝕠𝕤 𝕠𝕡𝕠𝕤𝕚𝕥𝕠𝕣𝕖𝕤.
𝔸𝕠 𝕒𝕤𝕤𝕚𝕤𝕥𝕚𝕣 𝕠 𝕤𝕙𝕠𝕨 𝕕𝕖 𝕙𝕠𝕣𝕣𝕠𝕣𝕖𝕤 𝕕𝕚𝕒́𝕣𝕚𝕠 𝕡𝕣𝕠𝕕𝕦𝕫𝕚𝕕𝕠 𝕡𝕖𝕝𝕠 “𝕞𝕚𝕥𝕠”, 𝕖𝕤𝕤𝕖 𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕒̃𝕠 𝕟𝕒̃𝕠 𝕖́ 𝕥𝕠𝕔𝕒𝕕𝕠 𝕡𝕖𝕝𝕒 𝕒𝕧𝕖𝕣𝕤𝕒̃𝕠, 𝕡𝕖𝕝𝕒 𝕧𝕖𝕣𝕘𝕠𝕟𝕙𝕒 𝕒𝕝𝕙𝕖𝕚𝕒 𝕠𝕦 𝕡𝕖𝕝𝕒 𝕣𝕖𝕛𝕖𝕚𝕔̧𝕒̃𝕠 𝕕𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕧𝕖̂. 𝔸𝕠 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕣𝕒́𝕣𝕚𝕠, 𝕖𝕝𝕖 𝕤𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕒𝕗𝕝𝕠𝕣𝕒𝕣 𝕖𝕞 𝕤𝕚 𝕞𝕖𝕤𝕞𝕠 𝕠 𝕁𝕒𝕚𝕣 𝕢𝕦𝕖 𝕧𝕚𝕧𝕖 𝕕𝕖𝕟𝕥𝕣𝕠 𝕕𝕖 𝕔𝕒𝕕𝕒 𝕦𝕞, 𝕢𝕦𝕖 𝕗𝕒𝕝𝕒 𝕖𝕩𝕒𝕥𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕒𝕢𝕦𝕚𝕝𝕠 𝕢𝕦𝕖 𝕖𝕝𝕖 𝕡𝕣𝕠́𝕡𝕣𝕚𝕠 𝕘𝕠𝕤𝕥𝕒𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕖 𝕕𝕚𝕫𝕖𝕣, 𝕢𝕦𝕖 𝕖𝕩𝕥𝕣𝕒𝕧𝕒𝕤𝕒 𝕤𝕦𝕒 𝕧𝕖𝕣𝕤𝕒̃𝕠 𝕣𝕖𝕡𝕣𝕚𝕞𝕚𝕕𝕒 𝕖 𝕖𝕤𝕔𝕠𝕟𝕕𝕚𝕕𝕒 𝕟𝕠 𝕤𝕦𝕓𝕞𝕦𝕟𝕕𝕠 𝕕𝕠 𝕤𝕖𝕦 𝕖𝕦 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕡𝕣𝕠𝕗𝕦𝕟𝕕𝕠 𝕖 𝕞𝕒𝕚𝕤 𝕧𝕖𝕣𝕕𝕒𝕕𝕖𝕚𝕣𝕠.

𝕆 “𝕓𝕣𝕒𝕤𝕚𝕝𝕖𝕚𝕣𝕠 𝕞𝕖́𝕕𝕚𝕠” 𝕟𝕒̃𝕠 𝕖𝕟𝕥𝕖𝕟𝕕𝕖 𝕡𝕒𝕥𝕒𝕧𝕚𝕟𝕒𝕤 𝕕𝕠 𝕤𝕚𝕤𝕥𝕖𝕞𝕒 𝕕𝕖𝕞𝕠𝕔𝕣𝕒́𝕥𝕚𝕔𝕠 𝕖 𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕠 𝕖𝕝𝕖 𝕗𝕦𝕟𝕔𝕚𝕠𝕟𝕒, 𝕕𝕒 𝕚𝕟𝕕𝕖𝕡𝕖𝕟𝕕𝕖̂𝕟𝕔𝕚𝕒 𝕖 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕟𝕠𝕞𝕚𝕒 𝕖𝕟𝕥𝕣𝕖 𝕠𝕤 𝕡𝕠𝕕𝕖𝕣𝕖𝕤, 𝕕𝕒 𝕟𝕖𝕔𝕖𝕤𝕤𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕕𝕖 𝕚𝕤𝕠𝕟𝕠𝕞𝕚𝕒 𝕕𝕠 𝕛𝕦𝕕𝕚𝕔𝕚𝕒́𝕣𝕚𝕠, 𝕕𝕒 𝕚𝕞𝕡𝕠𝕣𝕥𝕒̂𝕟𝕔𝕚𝕒 𝕕𝕠𝕤 𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕕𝕠𝕤 𝕡𝕠𝕝𝕚́𝕥𝕚𝕔𝕠𝕤 𝕖 𝕕𝕠 𝕕𝕖𝕓𝕒𝕥𝕖 𝕕𝕖 𝕚𝕕𝕖𝕚𝕒𝕤 𝕖 𝕡𝕣𝕠𝕛𝕖𝕥𝕠𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕖́ 𝕣𝕖𝕤𝕡𝕠𝕟𝕤𝕒𝕓𝕚𝕝𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕕𝕠 ℂ𝕠𝕟𝕘𝕣𝕖𝕤𝕤𝕠 ℕ𝕒𝕔𝕚𝕠𝕟𝕒𝕝.
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Gigante vascaíno e maior goleador do Brasileiro, Roberto Dinamite morre aos 68 anos

O futebol brasileiro perdeu uma referência e o Vasco o grande ídolo. Morreu hoje (8) Carlos Roberto de Oliveira, o Roberto Dinamite, maior artilheiro da história do Cruz-Maltino e jogador com mais jogos pelo clube. Ele tinha 68 anos e desde o fim de 2021 fazia tratamento para tumores descobertos na região do intestino.

O ex-atacante ainda detém as marcas de maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro, com 190 gols, e do Campeonato Carioca, com 279. Não à toa, ele tem uma estátua atrás de um dos gols de São Januário. Ao longo da carreira, ele também vestiu as camisas do Barcelona, da Espanha, da Portuguesa, do Campo Grande e, claro, da seleção brasileira.

Fora das quatro linhas, Dinamite elegeu-se vereador em 1992, pelo PSDB. Em 1994 se elegeu deputado estadual, cargo que ocuparia ainda por mais quatro mandatos. Também foi presidente do Vasco por duas gestões, entre 2008 e 2014.

Roberto ganhou o apelido de “Dinamite” devido ao Jornal dos Sports, mas há versões levemente diferentes. O ex-jogador, em entrevista ao UOL Esporte em 2019, citou uma manchete após o primeiro jogo no Maracanã. “Eu fiz a minha estreia no Maracanã em um jogo entre Vasco e Internacional, no time principal, e aí surgiu o apelido Dinamite. Na época, o técnico interino me levou para a partida no Maracanã e eu entrei no segundo tempo. Peguei uma bola na intermediária, fui levando, levando, dei um corte no zagueiro e bati, um chute forte, de fora da área”, começou.

JUNINHO FAZ HOMENAGEM

Ídolo do Vasco, Juninho Pernambucano usou as redes sociais para se despedir. Dinamite era o presidente do Vasco quando Juninho decidiu se aposentar, em 2014. “Descanse em paz eterno gigante Roberto Dinamite. O futebol e todos nós te agradecemos por tudo. Você foi o maior de todos com a Cruz de Malta no peito. Muita a força a toda família”, escreveu.

Pelo Cruz-Maltino, Dinamite foi campeão do Campeonato Brasileiro de 1974, dos Cariocas de 1977, 1982, 1987, 1988 e 1992, das edições do Troféu Ramón de Carranza em 1987 e 1988, dentre outros. O ex-atacante ainda detém as marcas de maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro, com 190 gols, e do Campeonato Carioca, com 279. Não à toa, ele tem uma estátua atrás de um dos gols de São Januário.

Ao longo da carreira, ele também vestiu as camisas do Barcelona, da Espanha, da Portuguesa, do Campo Grande e, claro, da seleção brasileira. Fora das quatro linhas, Dinamite elegeu-se vereador em 1992, pelo PSDB. Em 1994 se elegeu deputado estadual, cargo que ocuparia ainda por mais quatro mandatos. Também foi presidente do Vasco por duas gestões, entre 2008 e 2014.

O Vasco lamentou a morte de Roberto Dinamite, maior ídolo da história do clube. “O Maior de Todos será eterno. O seu legado é eterno. A influência em gerações que acompanham o futebol há décadas e chegou a batizar nomes de torcedores é infinita. Obrigado por tudo, Roberto. Nós te amamos. Para sempre”.