A cena patética do dia

Policial federal conversa, aos risos, com Roberto Jefferson, que horas antes havia alvejado dois agentes federais e atirado uma granada em direção ao carro da corporação. O diálogo é surreal em tom de confraternização. O homem da lei chega dizer, prestativo, que “faremos qualquer coisa que o sr. precisar…”. Ao lado, a figura bizarra do (falso) padre Kelmon, autointitulado negociador de crise. Só depois desse convescote, Jefferson aceitou se entregar à PF para voltar à prisão.

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