Bolsonaro riu das mortes por Covid e agora, com medo da derrota, mente que não tinha vacina para comprar

Das tantas inverdades propagadas por Jair Bolsonaro e integrantes de seu governo, uma das mais nefastas e trágicas é a de que não houve atraso na compra das vacinas contra a Covid-19. Não é verdade! Mais de 40 países começaram a vacinar ainda em 2020, antecipando-se à fase mais aguda da pandemia. Enquanto isso, o governo brasileiro tentava pechinchar valor de propina para adquirir o imunizante.

O próprio Bolsonaro agiu como linha auxiliar do vírus ao inicialmente negar a gravidade da doença (“uma gripezinha, um resfriadinho”) e combateu duramente as medidas protetivas recomendas pelos especialistas – foi contra o uso de máscaras, defendeu a tesse (infundada) da “imunidade de rebanho” se insurgiu contra o lockdown como forma de reduzir o contágio nas grandes cidades.

Mais grave ainda: autorizou a fabricação em massa de cloroquina nos laboratórios do Exército, mesmo com as reiteradas orientações da OMS contra o uso do medicamento. Enquanto assumiu essa atitude anticiência, o Brasil se tornou um país na contramão da luta contra a pandemia e vacinou menos que Argentina, Portugal e Cuba.

O total de quase 700 mil vítimas da Covid é um triste resumo da política genocida conduzida por Bolsonaro e seus ministros da Saúde, entre os quais o inacreditável general Pazuello (especialista em logística nas Forças Armadas), responsável direto pela criminosa falta de oxigênio nos hospitais de Manaus, segundo relatórios da CPI da Pandemia, no Senado.

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