Palmeiras derrota Al Ahly e está na final do Mundial de Clubes

Raphael Veiga comemora gol do Palmeiras contra o Al Ahly -  Michael Regan - FIFA/FIFA via Getty Images

O Palmeiras está de volta a uma final de Mundial de Clubes pela primeira vez desde 1999. O Alviverde do técnico Abel Ferreira bateu o Al Ahly, do Egito, por 2 a 0 hoje (8), no estádio Al Nahyan, em Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes. Os gols foram marcados por Dudu e Raphael Veiga. O primeiro saiu aos 39 minutos, com passe genial de primeira de Dudu para deixar Veiga sozinho nas costas da marcação.

O segundo foi a retribuição do presente: Veiga de primeira para Dudu escapar pela direita e bater forte. O Palmeiras agora aguarda pelo vencedor do confronto entre o Chelsea (ING) e Al Hilal (SAU), desta quarta-feira (9) para saber contra quem vai disputar o título de campeão mundial no próximo dia 12, no Mohamed Bin Zayed Stadium.

Revista New Yorker publica perfil de Caetano: “Revolucionário”

Revista New Yorker, uma das principais do mundo, publica perfil sobre Caetano Veloso

O cantor e compositor Caetano Veloso é tema de um perfil publicado, nesta segunda-feira (7), na revista New Yorker, uma das principais no gênero de jornalismo literário no mundo. Escrita pelo jornalista Jonathan Blitzer, a reportagem tem como título “Como Caetano Veloso revolucionou o som e a alma do Brasil” e aborda temas como a criação do movimento Tropicalista, a prisão durante o Regime Militar, em 1968, e o consequente exílio para Londres, nos anos seguintes.

Às vésperas de completar 80 anos, Caetano Veloso continua compondo e participando da vida política do país. Ano passado, lançou o álbum ‘Meu Coco’, com músicas que enaltecem a canção popular brasileira e critica o modelo obscurantista praticado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na reportagem, Blitzer cita a orgem do baiano em Santo Amaro, sua inspiração na bossa de João Gilberto e a quantidade de músicos influenciados por ele, a partir do sucesso nos anos 1960, além da relação com os Doces Bárbaros, com Gil, Maria Bethânia e Gal Costa. 

Em uma das citações do texto da New Yorker, Caetano menciona o poeta James Martins. O cantor cita a frase cunhada por James sobre três cidades brasileiras e suas respectivas vocações. “Rio de Janeiro é o Brasil. São Paulo é o mundo. E a Bahia é a Bahia”.