Leão anuncia a contratação do centroavante Brenner

Brenner foi artilheiro do Botafogo em 2018 — Foto: André Durão/ge.globo

O Remo anunciou na noite desta quinta-feira, 13, o novo camisa 9 da equipe: é o atacante Brenner, 27 anos, natural de Várzea Grande-MT, que tem passagens pelo Juventude, Internacional, Botafogo, Goiás, Avaí, Bangkok United da Tailândia, e por último, o clube japonês Fag Okayama. O novo atacante a vestir as cores do Leão falou sobre a expectativa em vestir a camisa do clube.

“Uma honra muito grande vestir a camisa Clube do Remo, clube de tradição. Estou feliz e me prometo honrar, me dedicar para retribuir essa oportunidade. É uma retomada na carreira em voltar ao futebol brasileiro após anos jogando fora. confiança da diretoria no meu trabalho. No dia, nos jogos, vou poder mostrar meu potencial, meu trabalho para que a gente fazer um grande ano e conquistar o objetivo que é colocar o Remo na Série B”, disse.

O atleta chega a Belém neste fim de semana para ser submetido a exames médicos e, após avaliação, seguirá para Parauapebas, onde o elenco profissional faz pré-temporada.

Lula compara Bolsonaro ao psicopata Jim Jones

O ex-presidente Lula (PT) foi às redes sociais, nesta quinta-feira (13), para criticar a forma como Jair Bolsonaro (PL) conduz o combate à pandemia do coronavírus. Segundo o petista, o chefe do Executivo é comparável a Jim Jones, pastor estadunidense responsável por um extermínio em massa nos anos 70.

“Bolsonaro continua tratando o covid com descaso. Só um psicopata como Jim Jones seria capaz de repetir as insanidades de Bolsonaro no enfrentamento da pandemia”, escreveu Lula.

Em junho de 2021, durante a CPI da Pandemia no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) já havia comparado Bolsonaro a Jim Jones. “Nós temos um Jim Jones na presidência da República“, havia dito.

Nos últimos dias, Jair Bolsonaro voltou a minimizar a pandemia e a vacinação contra a Covid-19, justamente em um momento de explosão de infecções e internações. Nesta quarta-feira (14), o presidente chegou a afirmar que a variante ômicron, mais contagiosa, “é bem-vinda” no Brasil, o que motivou reação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

EXTREMISMO

Os grupos antivacina não são uma exclusividade do Brasil, tampouco surgiram no contexto atual da pandemia da Covid-19. Muitos protestos contra o uso de imunizantes vêm sendo registrados em praticamente todos os continentes da Terra e a resistência ao uso dessa importante ferramenta de saúde pública é um fenômeno social tão antigo quanto a própria vacina, desenvolvida pela primeira vez ainda no século XVIII. No entanto, o combustível que o alimenta vai mudando com o tempo.

No Brasil contemporâneo, a mentalidade negacionista e anticiência que condena a aplicação de imunizantes na população foi turbinada pelo ambiente de insanidades que passou a vigorar no país com a eclosão do bolsonarismo, uma estética orgulhosamente obscurantista e grotesca que apela às mais escatológicas e absurdas teses para alinhar a lógica de tudo à do líder extremista que controla frações da sociedade brasileira.

As maluquices vão de inserção de chip para controle de mentes por parte do governo comunista da China até a teoria de que estão embutidos nas vacinas pequenos transmissores de internet 5G, passando por sandices que falam de “testes gênicos”, assassinatos em massa, contaminações propositais e uma incalculável gama de teses destrambelhadas e risíveis. Ainda assim, há quem acredite e não são poucos.

A reportagem da Fórum foi ouvir psiquiatras e psicanalistas para saber se essa adesão absoluta e cega a teorias estapafúrdias, claramente motivadas por alinhamento ideológico a uma liderança que ressalta seu caráter messiânico, é algo resultante de uma vontade clara e consciente ou se esses milhões de brasileiros podem estar apresentando algum tipo de comportamento de fundo patológico, induzidos por uma desordem ou disfuncionalidade mental, o que popularmente chamamos de “paranoia”.

NEGACIONISMO E PSICOPATIA

O psiquiatra e também psicanalista Valton de Miranda Leitão, um veterano médico cearense com 56 anos de carreira e um dos profissionais especialistas há mais tempo em atividade no país, com vasta formação em inúmeras universidades, como a UFC e a UFRGS, não deixa dúvida sobre suas conclusões em relação a Jair Bolsonaro, o grande indutor e condutor do movimento negacionista antivacina brasileiro.

“Bolsonaro tem um tipo de psicopatia. Na psiquiatria dizemos que é um indivíduo perverso, que não tem empatia com as outras pessoas, no máximo desenvolve alguma empatia com os dele. Observe que perverso, para a psiquiatria e a psicanálise, é um conceito um pouco diferente daquele do senso comum. Nesse campo de estudo, alguém perverso é alguém absolutamente desprovido de um sentimento moral que leve a ter empatia pelo outro. Em vias gerais, essa é sim uma característica dos psicopatas”, disse Valton.

Falando sobre o comportamento dos indivíduos que entraram de cabeça no movimento antivacina e que com isso parecem ser conduzidos por uma visão totalmente distorcida da realidade, o psiquiatra estabelece uma conexão entre esse comportamento e uma patologia muito conhecida, a hipocondria.

“Há dois elementos aí que precisam ser considerados. Você tem a convicção pseudopolítica, porque essas pessoas acreditam que estão embasadas numa compreensão política e ideológica de mundo, de um ponto de vista objetal. Do ponto de vista subjetivo, eles funcionam dentro de uma determinada perspectiva, mais ou menos como os hipocondríacos, que desenvolvem uma paranoia. A hipocondria tem um componente psicótico, e a hipocondria e a paranoia têm uma grande aproximação. O mais famoso caso de paranoia estudado por Sigmund Freud, o chamado Caso Schreber, começa com uma hipocondria, mas o indivíduo desenvolve depois uma paranoia imensa, monumental. E o que caracteriza a paranoia? O sujeito paranoico precisa de um inimigo para odiar, para perseguir. Ele elege um inimigo, que pode ser qualquer um… Pode ser o outro que apenas não concorda com ele, pode ser um alguém diferente dele… E pode ser a vacina”, relaciona.

Para o respeitado psicanalista cearense, a identificação de alguém com uma determinada corrente ideológica pode dizer muito sobre aspectos de sua mente. Na explicação ele usa o caso recente do tenista sérvio Novak Djokovic, que se nega a receber a vacina e faz campanha por onde vai contra os imunizantes, e que não quer receber nenhum tipo de sanção por conta disso. (Com informações da Revista Fórum)

Papão anuncia o 17º reforço para a temporada 2022

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O PSC anunciou nesta quinta-feira, 13, sua 17ª contratação para a temporada. Trata-se do lateral-esquerdo Patrick Brey, que está em Belém fazendo exames médicos e será incorporado ao elenco. Passou pelos seguintes clubes: Vila Nova-GO, Goiânia-GO, Tupi-MG, Cruzeiro-MG, Coritiba-PR, Ferroviária-SP, CSA-AL e Triestina-ITA. Natural de Brasília-DF, o atleta surgiu nas divisões de base do Fluminense e estava jogando recentemente na Itália.

“Primeiramente estou muito feliz de estar chegando ao Paysandu, é uma grande equipe, com grandes conquistas. Quero chegar para ajudar meus companheiros e o professor Márcio Fernandes, com quem já trabalhei e agora estamos nessa grande equipe. E creio que venho com muita expectativa, muita garra e vontade de vencer. Eu já vinha jogando no exterior, onde a temporada é diferente daqui do Brasil, mas vou chegar lá e fazer bons treinamentos para estar bem fisicamente e ajudar ao professor Márcio”, afirmou.

Ainda hoje, Patrick irá para o município de Barcarena, na região nordeste do Estado, onde será integrado ao grupo que trabalha na pré-temporada, sob o comando de Márcio Fernandes. Ele é o 17º jogador contratado pelo Papão para a temporada 2022. Antes foram anunciados: Ricardinho, Henan, Genilson, Heverton, Marcão, João Paulo, Dioguinho, Alex, Tiago Coelho, Robinho, Polegar, Dênis Pedra, Marcelo Toscano, Christian, Bileu e Igor Carvalho.

Histórico de pesquisas expõe cenário incômodo para Bolsonaro na disputa pela reeleição

Ao iniciar 2022 em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, o presidente Jair Bolsonaro tentará um feito raríssimo para um chefe do Executivo em busca da reeleição: conseguir o segundo mandato começando o ano eleitoral em desvantagem na corrida. Desde que a possibilidade de permanecer oito anos consecutivos no poder passou a ser permitida, presidentes e governadores que buscavam ser reconduzidos — e, ao final, conseguiram o objetivo —, via de regra, entraram em janeiro do ano do pleito à frente dos adversários.

Cálculo. Para cientista político, o presidente Jair Bolsonaro tem direcionado discurso e atitudes para grupo mais fiel do eleitorado, em torno de 20% Foto: ADRIANO MACHADO / Reuters / 19/08/2021

Levantamento do jornal O Globo com base em pesquisas realizadas desde 1998, quando a reeleição foi autorizada, nas campanhas à Presidência e a governador nos cinco maiores colégios eleitorais mostra que a única exceção foi Mário Covas (PSDB), reeleito em São Paulo, apesar de figurar em terceiro lugar, com 15% das intenções de voto, no levantamento Datafolha realizado em dezembro de 1997 — Paulo Maluf (PPB) e Francisco Rossi (PDT) apareciam à frente.

Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1998, Lula (PT), em 2006, e Dilma (PT), em 2014, lideravam as intenções de voto no início do ano em que buscavam permanecer no poder — ao fim, conseguiram ser reeleitos. Em março de 1998, FH tinha 41% das intenções de voto, segundo o Datafolha. Em janeiro de 2006, de acordo com o Ibope, Lula liderava com 35%. Já em fevereiro de 2014, Dilma aparecia à frente, com 47%.

No entanto, em 2022, o cenário é diferente. A pesquisa Datafolha mais recente, de dezembro, mostra que Bolsonaro tem 22%, em segundo lugar, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 48%. O ex-ministro da Justiça Sergio Moro (Podemos) tem 9%, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) soma 7%, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), aparece com 4%.

“Bolsonaro tem atuado ativamente em defesa dos seus grupos de apoio mais radicais, com uma agenda muito própria e declarações que agradam muito mais o seu eleitorado cativo do que a população geral. Isso pode ajudar a levá-lo para o segundo turno, por concentrar o discurso na sua bolha, que é em torno de 20%, mas não o coloca como favorito”, analisa o cientista político Geraldo Tadeu Monteiro, coordenador do Centro Brasileiro de Estudos e Pesquisas sobre a Democracia (Cebrad) da Uerj.

Jornalista reforça departamento de futebol do Botafogo

Ex-comentarista do SporTV, Raphael Rezende assume função no departamento de futebol do Botafogo - Reprodução BotafogoTV

O Botafogo tem um acerto para que o jornalista Raphael Rezende, do SporTV, assuma o cargo de “head scout” no departamento de futebol do clube. Ele vai trabalhar ao lado do diretor Eduardo Freeland na análise de mercado e avaliações de possíveis nomes para o elenco. Também chega a General Severiano o analista de mercado Brunno Noce. Raphael tem curso de gestão na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e também tem a Licença B de treinador da entidade. Ele participou de um processo seletivo realizado pelo Glorioso que contou com outros nomes e foi o escolhido para a vaga.

O jornalista terá uma função no organograma do departamento de futebol, com ligação entre a diretoria da pasta e a parte administrativa do clube, buscando um equilíbrio entre os setores na avaliação de nomes para o elenco.

“Acredito que, por estar preparado para esta função, acredito em um profissional que seja capaz de atender a demanda do departamento de futebol. Não só da comissão técnica, enfim, um anseio de uma diretoria, um anseio de um clube como um todo. E aí passa muito por identificar no mercado oportunidades de negócio que façam sentido para o clube, esportivamente e financeiramente. Esse é o Raphael Rezende atrelado à função de ‘head scout’, acho que essa função passa por isso”, disse ele, em entrevista à BotafogoTV. (Com informações do UOL)

Lateral perde vaga na Seleção por não estar vacinado

Tite diz que Renan Lodi perdeu chance de convocação por não estar vacinado - Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

Ao anunciar os convocados para os próximos dois jogos da Seleção Brasileira, o técnico Tite disse que o lateral-esquerdo do Atlético de Madrid Renan Lodi não foi chamado por não estar vacinado contra a covid-19. “O Renan Lodi esteve alijado da possibilidade de convocação em função da sua não vacinação. Essa informação foi passada [pela equipe médica], então ele perdeu a oportunidade de concorrer em função de não ter se vacinado.”

O jogador, que ainda não se manifestou sobre o assunto e está concentrado com o Atlético na Arábia Saudita para jogar contra o Athletic de Bilbao, tem apenas a primeira dose da vacina.

Mais à frente na coletiva, o técnico da seleção brasileira se manifestou novamente. O coordenador da Seleção, Juninho Paulista, também disse que o veto preliminar tem a ver com as leis sanitárias de cada país, como do Equador, que exige vacinação completa para entrar no país.

“Eu, particularmente, entendo que a vacinação é uma responsabilidade social. Eu trago isso para mim e minha família, para pessoas para quem eu tenho responsabilidade. Meus netos… Queria ter oportunidade de poder protegê-los”, disse Tite.

“Ele teve a primeira dose de vacina agora no dia 10 (janeiro). Então ele não estaria apto para entrar no Equador, dentro das regras sanitárias do país para estar na delegação”, comentou Juninho. A Seleção enfrenta o Equador em Quito, às 18h do próximo dia 27. Em 1º de fevereiro, a equipe brasileira encara o Paraguai, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, às 21h30.

Mais um crime impune no país que persegue ambientalistas

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Zé e Márcia do Lago e sua filha, que lutavam para proteger os habitats das tartarugas fluviais no rio Xingu, no Pará, foram assassinados nesta semana. Enquanto os EUA condenam pomposamente violações de direitos humanos por rivais geopolíticos, o aliado Brasil tem a 4ª maior taxa de homicídios de ambientalistas do mundo. (Brian Mier)