Cuba festeja 63º aniversário da revolução socialista

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Neste sábado (1) os cubanos comemoram 63 anos do triunfo da Revolução Cubana. No dia 1º de Janeiro de 1959, o ditador Fulgêncio Batista abandonou o país (fugindo com uma fortuna de 43 milhões de dólares) e o Exército Rebelde adentrou Havana no Triunfo da Revolução socialista.

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Lições para não esquecer

POR GERSON NOGUEIRA

Remo 0 x 0 Vila Nova - Copa Verde Final - Tempo Real - Globo Esporte

O ano terminou sem motivos para grandes festas por parte de Remo e PSC, locomotivas do futebol regional, que amargaram resultados frustrantes quanto a seus principais objetivos. As imensas torcidas tiveram que se conformar com conquistas importantes, mas modestas diante do que havia sido projetado no início da temporada.

De forma surpreendente, depois de uma campanha inconsistente, o PSC levantou o título estadual sobre a favoritíssima Tuna. Até hoje os lusos não entendem o que ocorreu na partida final, quando, apesar da boa vantagem estabelecida na primeira partida, a Lusa sofreu três gols no 2º tempo e viu a taça do Parazão escapar de suas mãos.

Ao longo da disputa, treinado por Itamar Schulle, o PSC decepcionou sua torcida ao mostrar um time trôpego e sem inspiração. Reagiu, porém, no momento certo, a tempo de levantar o caneco em um jogo de superação, já sob o comando do interino Wilton Bezerra.

Paysandu 4 x 1 Tuna Luso - Campeonato Paraense Final - Tempo Real - Globo  Esporte

Na Série C, o time repetiu os maus passos do certame estadual. Com jogadores de rendimento pífio, nem a troca de técnicos ao longo da competição melhorou a produção. Vinícius Eutrópio, que iniciou o torneio, foi substituído por Roberto Fonseca. O time avançou à fase de grupos, mas sucumbiu diante de Criciúma, Ituano e Botafogo-PB.

O desapontamento parece ter surtido efeito. As primeiras movimentações para a montagem do novo elenco já demonstram que há um apuro maior na busca por reforços. O comando técnico foi entregue a Márcio Fernandes, de bom currículo na Série C. A entrada de um coordenador regional, Lecheva, reflete a preocupação em evitar erros primários.

Do outro lado da avenida, como a história costuma mostrar, o Remo imitou o rival e acabou acumulando decepções desde a campanha no Estadual. Cotado para conquistar o Parazão após obter o acesso à Série B, a equipe não engrenou. Algumas peças fracassaram, o sistema adotado por Paulo Bonamigo não surtiu efeito e a equipe parou na Tuna.

Foi um cartão de visitas do que iria ocorrer na Série B. Cercado de expectativas, o Remo acumulou tropeços nas primeiras rodadas, caiu para a lanterna e Bonamigo acabou saindo após constatar que não conseguia extrair qualidade e rendimento da equipe. Na Copa do Brasil, a caminhada foi positiva, mas terminou no confronto com o Atlético-MG.

Para substituir Bonamigo, o Remo foi buscar Felipe Conceição. O time subiu como foguete, chegando a ocupar o oitavo lugar na classificação. Na parte final, porém, falhas em série e ausência de comprometimento afundaram o time, a ponto de deixar escapar a classificação nas 10 rodadas finais.

Teve chance até a última rodada, já sob direção de Eduardo Baptista, mas faltou força e qualidade para superar o modesto (e rebaixado) Confiança dentro de casa. Como consolo, o Remo lutou e alcançou uma conquista inédita: o título da Copa Verde. A campanha bonita e invicta encantou a torcida, mas não apagou a tristeza pela queda à Série C.

A nova temporada abre a perspectiva de recuperação para os dois rivais. Os equívocos precisam ser cuidadosamente estudados para que não se repitam. Os gastos devem ser bem equacionados para enfrentar uma competição tão difícil quanto economicamente deficitária. O desafio está lançado.

Bola na Torre

O presidente do Remo, Fábio Bentes, é o convidado especial do programa deste domingo, às 20h, na RBATV. Guilherme Guerreiro comanda, com participação deste escriba de Baião. Em pauta, um balanço do ano azulino e as projeções para a nova temporada. A edição é de Lourdes Cézar.

Basquete paraense espera por soluções inovadoras

Craque do basquete paraense de todos os tempos, Nelson Maués resolveu dar sua contribuição ao debate em torno do excesso de jogadores importados por Remo e PSC para a disputa do campeonato estadual. “Essa discussão sobre importação de jogadores para disputar o campeonato paraense de basquete merece uma reflexão. A começar pelo histórico desses campeonatos. Nos anos 60, o Remo foi heptacampeão com jogadores todos formados em sua escolinha. Para enfrentar o então imbatível time remista, o Paysandu passou a importar jogadores e técnicos, sem obter êxito”, recorda.

Segundo ele, o PSC precisou abandonar a importação de jogadores e contratar um atleta feito na base do Remo (o próprio Nelson) para, finalmente, em 1966, conquistar o título sonhado. “Aí passou o Paysandu a ser o campeão com atletas locais. Não sabemos a partir de que ano os dois rivais passaram a importar jogadores visando o campeonato de basquete. O fato é que essa importação tornou-se tradição no nosso basquete e acontece até hoje”.

Nelson observa que contratar jogadores de outros Estados acontece nos principais centros do basquete brasileiro: “O que não é saudável é a permanência desses jogadores em nossos clubes por menos de um mês. Quando acaba o campeonato eles vão embora sem transmitir aos locais as suas técnicas e experiências. O esporte é, cada vez mais, dinheiro, investimento. O time do Unifacisa, do interior da Paraíba e sem tradição, está disputando a Liga Nacional de Basquete e enfrentando as principais equipes do basquete nacional, com jogadores quase todos importados”.

Arremata com uma sugestão: “Precisamos juntar forças para encontrar soluções que possam levar o basquete paraense a ser, novamente, um dos melhores do Brasil”. Nelson tem história e sua opinião merece respeito.

(Coluna publicada na edição do Bola deste sábado/domingo, 01)

Nazismo puro

“Por trás na negação da vacina às crianças está a eugenia de Hitler. Para que a raça seja purificada, os mais fracos devem morrer e os mais fortes, gerar descendentes. Em 1939, o nome disso era Aktion T4. Assim o führer fez o Estado cumprir o papel primordial de defensor da raça”.

Fábio Pannunzio, jornalista