Brasil atinge marca de 400 mil mortes para covid no mês mais letal da pandemia

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A política genocida de boicote às vacinas e às medidas de contenção do novo coronavírus do governo Jair Bolsonaro levaram o país a ultrapassar a triste marca de mais de 400 mil brasileiros mortos nesta quinta-feira (29) durante a pandemia. Segundo o consórcio de mídia, que se baseia nos números das secretarias estaduais, 400.021 pessoas morreram em decorrência da covid-19 no Brasil desde março de 2020, quando foi registrado o primeiro óbito no país. No total, uma em cada cinco mortes notificadas no país (21,7%) desde março do ano passado é decorrente da doença.

No início da tarde de hoje, o total de mortos chegou 400.021, e o de casos confirmados, 14.541.806. A marca dos primeiros 100 mil óbitos no Brasil foi atingida quase 5 meses – 149 dias – após a primeira pessoa morrer pela doença no país. Dos 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses – 152 dias. Mas para chegar aos 300 mil, foram necessários somente 76 dias, número que agora caiu quase pela metade.

As 400 mil vidas perdidas estão sendo registradas justamente no mês que mais matou pessoas: foram mais de 76 mil em 29 dias de abril. Março, o mês anterior mais letal da pandemia, teve 66.868 mortes em 31 dias.

Diferentemente do mês passado, quando a média de mortes estava com tendência de alta, neste final de abril, a média de mortes está em queda, após vários estados terem adotado medidas mais duras de restrição em meio à segunda onda da Covid.

No entanto, o número diário de mortes permanece num patamar muito alto: são mais de 2 mil vítimas diárias da Covid há mais de 40 dias – a maior média do mundo entre 9 de março e 25 de abril. 

Infográfico mostra a evolução das mortes por Covid por faixa etária no Brasil  — Foto: Editoria de Arte/G1

A frase do dia

“Contam que o termo ‘grilagem’ decorre da prática de trancar grilos junto com uma escritura de terras falsa. A ação dos insetos (roer e defecar) ‘envelhecia’ o documento. Atualmente, os grilos não são mais necessários, basta uma publicação no diário oficial”.

Alexandre Saraiva, delegado da Polícia Federal

Rock na madrugada – Deep Purple, “Strange Kind Of Woman”

Vídeo do fundo do baú. Bacana ver a marra dos caras do Deep Purple na Itália. Entram no programa sem saudar ou acenar para ninguém. Os caras eram reis. Quando a música começa, Ritchie Blackmore vira um demônio na guitarra. Ian Gillan, um sensacional frontman, põe a voz de prata para rugir. John Lord nos teclados. Ian Pace nas baquetas. Uma superbanda, com o nome cravado na história do rock.