Verdades verdadeiras

Imagem

“Eu vi gente comemorar o câncer que Lula enfrentou – e Dilma também.

➖ Eu vi médico explicar como se poderia matar dona Marisa na mesa de cirurgia.

➖ Vi posteriormente pessoas comemorando sua morte.

➖ Vi adesivos obscenos de Dilma em carros de “cidadãos de bem”.

➖ Vi companheiros apanharem por usarem vermelho no dia do impeachment.

➖ Vi bonecos de Lula e Dilma enforcados nas manifestações de rua.

➖ Vi tiros contra os ônibus da caravana do Lula.

➖ Vi vários vídeos com pedradas contra a caravana do Lula.

➖ Eu vi o acampamento em Curitiba ser atacado com tiros e vandalismo ferindo companheiros.

➖ Vi manifestantes sendo xingados e tomando bombas da PM por dar apoio e solidariedade à Lula no momento da prisão.

➖ Vi crianças serem feridas pela PM no dia da prisão de Lula, simplesmente por estarem ali.

➖ Vi fogos de artifício no dia da prisão do maior líder popular do país e da América Latina.

➖ Vi gravações de pilotos que levaram Lula pra prisão em Curitiba, afirmando que tinham que “jogar a carga” fora.

➖ Vi Marielle Franco, vereadora de esquerda, ser morta a tiros por pessoas ligadas ao Bolsonaro.

➖ Vi Bolsonaro dedicar seu voto à Brilhante Ustra, torturador de Dilma.

➖ Vi o Bolsonaro falar que era preciso fuzilar os petistas.

➖ Vi gente sendo empurrada, xingada, humilhada por estar de vermelho.

➖ Vi uma médica no RS que se recusou a atender uma criança porque a mãe era figura pública do PT na cidade que morava.

➖ Eu vi o ódio crescer em todo o país, alimentado pelo Bolsonaro e seus eleitores.”

👉Agora não venham me dizer que eu tenho que torcer pro governo do Capiroto

👉Eu torço pra ser exatamente do jeito que ele disse que será, quero que ele faça tudo que ele prometeu fazer.

👉Se você considera que isso é torcer contra o Brasil, então você sabe que você votou contra o Brasil, deveria ter pensado nisso antes.

🤔Não sei quem escreveu, mas vou esfregar isso nas fuças de qualquer um que peça pra eu respeitar “democraticamente” um fascista no poder ✊

(Surrupiado da rede)

Adversário do Remo na final da Série C, Vila Nova terá sete jogos em 11 dias

Vila Nova tem agenda cheia nos próximos 11 dias — Foto: TV Anhanguera

As mudanças no calendário provocadas pela pandemia e o sucesso em competições como a Série C e o Brasileiro de Aspirantes deixaram a agenda do Vila Nova bastante apertada. Em apenas 11 dias, o time colorado fará sete jogos, a começar por esta quinta-feira, em Ipameri, contra o Crac, pela 11ª do Campeonato Goiano de 2020, que retornou na semana passada.

Apenas dois dias depois de enfrentar o Leão do Sul, o Vila jogará em Goiânia, contra o Remo, na primeira partida da final da Série C.

CALENDÁRIO DE JOGOS

  • 21/01: Crac x Vila Nova (Campeonato Goiano)
  • 23/01: Vila Nova x Remo (Série C)
  • 24/01: Vila Nova x Ceará (Brasileiro de Aspirantes)
  • 25/01: Vila Nova x Palmas / Real Noroeste (Copa Verde)
  • 27/01: Vila Nova x Goiânia (Campeonato Goiano
  • 30/01: Remo x Vila Nova (Série C)
  • 31/01: Ceará x Vila Nova (Brasileiro de Aspirantes)

No domingo, o compromisso será novamente em casa, contra o Ceará, no jogo de ida da final do Brasileiro de Aspirantes. Nomes como Caíque, Igor, Danrlei, entre outros, são peças frequentes no Brasileiro de Aspirantes, comandado por Higo Magalhães, e também no elenco principal, dirigido por Márcio Fernandes.

Na segunda-feira, o compromisso será pela Copa Verde em jogo único, em Goiânia, contra o vencedor de Palmas e Real Noroeste.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

O elenco colorado tem sido dividido entre as competições e também reforçado. Nesta semana a diretoria já contratou o zagueiro Nilson Júnior, o volante Kallyl, e os atacantes Frontini e Marcos Paulo.

Alicerce seguro para o futuro

POR GERSON NOGUEIRA

Paysandu é campeão paraense de futebol 2020 após vencer duas vezes o Remo |  Portal OESTADONET

Terminou no fim de semana o mandato de dois anos de Ricardo Gluck Paul à frente do PSC. Como sempre acontece em futebol, os resultados de campo determinam os humores fora dele. A coincidência com a não obtenção do acesso à Série B terminou por comprometer a percepção de boa parte da torcida acerca da gestão. Pontos altamente positivos, principalmente de ordem interna, acabam sendo subestimados.

Em entrevista na segunda-feira, 18, Ricardo fez um balanço de sua administração e alguns pontos foram tirados de contexto, levando à impressão de que ele se voltava contra a própria torcida. Quem conhece sabe que não é assim que o agora ex-presidente se sente em relação à massa alviceleste, muito pelo contrário.

O fato é que, caso o Papão tivesse vencido o Ypiranga, garantindo o retorno à Série B, certamente o julgamento seria outro sobre o trabalho desenvolvido por Ricardo num período de atribulações extrafutebol, como a ocorrência da pandemia do novo coronavírus, que pegou a todos de surpresa e alterou completamente os planos para 2020.  

Ricardo observa que o PSC bateu na trave duas vezes nas tentativas de acesso, tanto em 2019 quanto agora. Mesmo sem o trauma da eliminação por erro absurdo de arbitragem na batalha dos Aflitos, diante do Náutico, na Série C passada, o time chegou à fase de grupos deste ano em condições de brigar pela classificação.

Não deu certo, e o gestor tem a humildade de reconhecer que faltou competência no futebol para concretizar os objetivos nesta temporada. É preciso ressaltar que Ricardo encarou, ao assumir, um pós-rebaixamento (da Série B 2018) com todos os percalços que a situação envolve.

Sonho antigo de torcedor apaixonado, Ricardo largou a vida profissional estabilizada para cuidar do clube, consciente de que teria poucos parceiros a contribuir efetivamente na missão. Sabia, também, da obrigatoriedade de acumular conquistas e títulos, uma imposição da cultura do futebol.

À sua maneira, lutou contra isso. Decidiu abraçar a ambiciosa e desgastante ideia de uma reforma administrativa, englobando os dois anos de mandato. Mesmo com dificuldades primárias, como os hábitos e práticas enraizados, levou a cabo o desafio, com a mira firmada no alicerce para um crescimento sustentável no futuro da instituição.

Ser campeão a qualquer custo não era uma prioridade. Ricardo tocou projetos ousados, mudou a dinâmica interna e assentou uma organização administrativa que incluiu o investimento de R$ 2 milhões em rescisões contratuais. A medida, se deixou o clube mais leve e eficiente (com redução de 256 para 60 funcionários), não rendeu aplausos retumbantes, pois é um trabalho invisível aos olhos da torcida.

O impulso de mercado da marca Lobo, com estabilidade financeira conquistada mesmo em meio à pandemia, é outro ponto destacado na gestão. Um exemplo óbvio é o lançamento da camisa que tributa o Time Negra, que já alcança 26 mil unidades comercializadas.

Apesar do projeto assumido de fazer uma administração menos personalista, o time conquistou o campeonato estadual de 2020, representando um prêmio à persistência e à austeridade gerencial.

Com a determinação de montar o centro de treinamento, houve a natural retração nos gastos com reforços. Com material disponível para a preparação do primeiro campo, incluindo a compra do gramado, a previsão é de inauguração do CT em 60 dias.

A estruturação do clube para a década que se inicia é um dos orgulhos do ex-presidente. Os pilares foram implantados e, segundo ele, logo irão gerar ganhos expressivos à administração.

Ricardo deixa claro, por fim, que jamais menosprezou a importância da torcida para o clube. Enumera medidas de ordem prática, como promoções para atender camadas mais modestas e o lançamento do filme “Cem anos de Payxão”, quando ainda dirigia o marketing do PSC.

Reafirmando o orgulho de presidir o clube, com sentimento de dever cumprido, Ricardo defende com ênfase a importância de unir as tendências internas até para fortalecer a conexão com a torcida, superando as notícias ruins e as fake news que tanto atrapalham a gestão. Deixa claro que continuará a ser um colaborador entusiasmado do Papão.

Menos um atleta para Bonamigo escalar na final

O amigo jornalista Magno Fernandes faz um oportuno adendo ao texto da coluna de ontem, no qual esbocei uma hipotética escalação do Remo para o confronto com o Vila Nova, no próximo sábado (23), válido pela primeira partida da decisão da Série C 2020.

É que o volante Pingo, citado por mim, não está inscrito. Ele disputou a Segundinha pelo Pinheirense e retornou ao Remo, mas um atraso no registro da documentação o tirou da Série C. Quando saiu a publicação no BID, o prazo para inscrição de jogadores já havia acabado.

O novo Gallardo perde fôlego após a goleada

Quem viu o entusiasmo dos analistas e narradores paulistas após a vitória do Corinthians sobre o Fluminense, por 5 a 0, na semana passada, não reconheceu nenhum deles anteontem à noite, em meio ao clima fúnebre pela surra que o Timão tomou do Palmeiras.

A tristeza é compreensível, pois o errático time de Vagner Mancini e Jô chegou a ser saudado como candidato a brigar pelas primeiras posições da Série A. Como se sabe, a mídia da capital paulista se pauta pelos níveis de audiência da gigantesca massa corintiana.

É mais do que conhecido o açodamento em supervalorizar feitos do Corinthians a fim de turbinar os índices de audiência. Os pais da matéria ficaram ainda mais mofinos diante da pífia performance de Mancini, que havia merecido elogios comparáveis a um Gallardo pela “estratégia” usada na estupenda vitória sobre o Flu.

Os quatro gols palmeirenses tiveram, como se vê, o mérito de recolocar as coisas em seus devidos lugares. Nada como uma goleada após a outra.

(Coluna publicada na edição do Bola desta quarta-feira, 20)