PT cresce e é opção para derrotar bolsonarismo neste domingo, 29

PT chega na reta final das eleições municipais de 2020 com candidaturas competitivas em 15 das 57 cidades cujos eleitores irão às urnas neste domingo, 29 de novembro. É a melhor performance de um partido político na disputa municipal em 2020.  E o PT ainda compõe a chapa em duas capitais importantes: Belém e Porto Alegre, com as candidaturas de Edilson Moura, vice na chapa de Edmilson Rodrigues (PSOL) e Miguel Rossetto, com Manuela D’Ávila (PCdoB). Em São Paulo, o PT fechou o apoio no segundo turno com Guilherme Boulos (PSOL).

“Chegamos na véspera das eleições mostrando que o PT é a melhor opção de voto para o povo”, destaca a presidenta nacional da legenda, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). “As pessoas sabem quem faz a defesa de verdade dos direitos do povo e está na linha de frente para encarar a onda neofascista e o arrocho fiscal imposto pelo Planalto”. Ela está confiante que o partido e os progressistas vão surpreender analistas e a velha mídia golpista, que decretou tantas vezes a morte das esquerdas no país. 

Nas pesquisas eleitorais, é possível constatar que o PT cresceu, enquanto Jair Bolsonaro se escondeu. O líder da extrema-direita optou por fugir do embate nas capitais durante a semana, gravando vídeos para candidatos de outras cidades. A estratégia adotada tem uma explicação: os aliados que disputam as capitais não ousam aparecer ao lado do presidente, campeão do desemprego e, por isso mesmo, mal avaliado nos grandes centros urbanos, até por conta dos 170 mil mortos e 6,2 milhões de brasileiros doentes do Covid-19. A política criminosa do governo Bolsonaro, sua falta de planejamento e o esforço de minimizar a pandemia e ignorar as medidas de isolamento social fizeram a popularidade de Bolsonaro despencar.

Além disso, o PT surge no segundo turno brigando em condições de vencer em muitas das cidades que concorre. Candidatos petistas nas capitais, como Marília Arraes (PT), que luta pelo comando da Prefeitura do Recife, enfrenta uma máquina de mentiras montada pelo adversário, João Campos (PSB), que tem o apoio das elites dominantes de Pernambuco. Ainda assim, Marília arrancou e está na frente, de acordo com o último Datafolha: 43%. O candidato do PSB usou a máquina e partiu para a ofensa, espalhando mentiras e pregando o antipetismo.

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