Imprensa uruguaia garante que Felipe Gedoz vai defender o Remo

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A imprensa uruguaia informa que o meia-armador Felipe Gedoz estaria deixando o Nacional de Montevidéu para defender o Remo na Série C. A diretoria azulina não confirma e nem desmente a transação.

Gedoz, de 27 anos, teve passagem discreta pelo Nacional, após jogar pelo Defensor Sporting. Atuou no Atlético-PR e Vitória, além da Seleção Brasileira olímpica. Ele está vindo por empréstimo até 28 de fevereiro de 2021.

Duró poquito

Durante o seu ciclo no Nacional, Gedoz sofreu uma lesão em meio à quarentena da covid-19. Ele disputou cinco partidas pelo clube – quatro pelo Campeonato Uruguaio e uma pela Copa Libertadores. Não chegou a marcar gols.

Jornalista da CNN chora de alegria com derrota de Trump: “É mais fácil ser pai esta manhã”

Do DCM

Van Jones, jornalista da CNN, fez um desabafo logo após a notícia da vitória de Joe Biden na eleição de 2020. Sem citar Trump, afirmou que “é mais fácil ser pai esta manhã”.

“É mais fácil dizer aos seus filhos que o caráter é importante. Dizer a eles que a verdade é importante. Ser uma boa pessoa é importante”, disse. Nesse ponto, Jones desmoronou.

“E é mais fácil para muitas pessoas. Se você é muçulmano neste país, não precisa se preocupar se o presidente não quer você aqui”, falou.

“‘Não consigo respirar’ não era apenas George Floyd. Muitas pessoas sentiram que não conseguiam respirar. Todos os dias você acorda e recebe tweets de ódio, vai à loja e as pessoas que têm medo de mostrar seu racismo estão ficando cada vez mais desagradáveis ​​para você. E você está preocupado com seus filhos, e você está preocupado com sua irmã, ela pode simplesmente ir ao Walmart e voltar para o carro sem que ninguém diga nada a ela?”

Jones concluiu dirigindo a mensagem a seus filhos. “Só quero que meus filhos vejam isso. E hoje é um bom dia para este país. ”

Imprensa americana declara Biden eleito presidente

Joe Biden, candidato democrata à presidência dos EUA, durante evento em Pittsburgh no dia 2 de novembro — Foto: Andrew Harnik/AP

O democrata Joe Biden alcançou os 270 delegados no Colégio Eleitoral neste sábado (7), segundo projeções de diversos veículos de imprensa, número suficiente para derrotar o republicano Donald Trump e se tornar o 46º presidente dos Estados Unidos. Kamala Harris torna-se a primeira mulher vice-presidente do país. O novo presidente agradeceu aos eleitores pelas redes sociais e afirmou que será um presidente para todos os americanos.

“América, estou honrado por ter me escolhido para liderar nosso grande país. O trabalho que temos pela frente será árduo, mas prometo o seguinte: serei um presidente para todos os americanos – quer você tenha votado em mim ou não. Vou manter a fé que vocês colocaram em mim”, postou Biden no Twitter.

Embora não oficial, a projeção dos veículos de comunicação é suficiente para que a sociedade americana reconheça a eleição de um presidente. Na manhã deste sábado, faltavam pelo menos 6 votos no colégio eleitoral para que Biden chegasse a 270 e sua vitória se confirmasse, segundo as projeções da Associated Press. Com a vitória projetada na Pensilvânia, Biden chegou a 284 delegados.

Outros veículos, como o “New York Times”, por exemplo, ainda não haviam declarado Biden vencedor no Arizona, que tem 11 delegados. Porém, com os 20 votos eleitorais da Pensilvânia, a disputa no Arizona passou a ser indiferente, já que não muda mais o resultado.

O presidente Donald Trump alega que a eleição está sendo roubada, sem apresentar provas, e promete ações na Justiça. Logo após a declaração de Biden como vencedor na imprensa americana, sua campanha soltou nota dizendo que a eleição não acabou. A campanha republicana pediu recontagem em Wisconsin e tenta suspender a apuração na Pensilvânia, na Geórgia e em Michigan.

Também pediu interferência em um caso pendente na Suprema Corte dos EUA sobre a Pensilvânia, um estado importante da disputa que ainda está contando centenas de milhares de cédulas enviadas pelo correio. O republicano tenta impedir que o estado conte votos que cheguem depois da eleição.

Essas manobras judiciais de Trump ocorreram após ataques do republicano contra a integridade da votação, ao mesmo tempo em que declarou vitória e sugeriu — sem comprovação — que os democratas tentariam fraudar a eleição. Trump está tentando evitar se tornar o primeiro presidente em exercício dos EUA a perder uma candidatura à reeleição desde George H.W. Bush, em 1992. Apesar dos esforços, suas chances de reverter o quadro eleitoral são remotas, segundo os analistas políticos do país.