Papa pede que parem de ‘instrumentalizar’ religião para incitar o ódio e o fanatismo

Papa Francisco

O papa Francisco publicou um pedido nas redes sociais neste sábado, 22, para que se deixe de utilizar a religião para “aterrorizar as pessoas”. “Peço a todos que parem de instrumentalizar as religiões para incitar ao ódio, à violência, ao extremismo e ao fanatismo cego”, publicou.

“Deus não precisa ser defendido por ninguém e não quer que o seu nome seja usado para aterrorizar as pessoas”, também aponta a postagem do líder da Igreja Católica.

Mais tarde, ele fez outra publicação, na qual diz: “Deus não te ama porque te comportas bem; ele simplesmente te ama e basta. Seu amor é incondicional, não depende de ti.”

Desde 2019, 22 de agosto é considerado o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença, conforme foi estabelecido em Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A escolha da data foi apoiada pelo Brasil e outros sete países (Canadá, Egito, Jordânia, Nigéria, Paquistão, Polônia e Estados Unidos).

A postagem do papa traz a hashtag #FraternidadeHumana, que faz referência ao Documento sobre a Fraternidade Humana, firmado durante encontro com o grande imã de Al-Azhar, Ahmad al-Tayyeb, do Conselho Muçulmano de Élderes, em 2019.

No texto, assinado por ambos, há um apelo “a toda a consciência viva, que repudia a violência aberrante e o extremismo cego”.

Trivial variado do país (e da imprensa) que perdeu o rumo

“Só a Folha, beneficiária da ditadura, fornecedora de veículos para seu carrascos, é capaz de criar o “Jair Rousseff”, ligar o nome de um genocida ao sobrenome da vítima de torturas atrozes para combater a excrescência do teto de gastos parido pelo golpe que patrocinou”. Palmério Dória, jornalista e escritor

“O termo ‘Jair Rousseff’ mostra a enorme insensibilidade da @folha ao misturar o prenome de um sujeito que tem como ídolo um torturador com o sobrenome de uma mulher que foi vítima de tortura. Dá para debater política sem ser baixo nem vulgar, coisa que a @folha não consegue”. Ricardo Pereira, professor e jornalista

“Aos poucos, o fascismo ganha o discreto apoio de setores liberais que se colocavam contra Bolsonaro”. Lula Falcão, jornalista e escritor

“Comparar um Ditador genocida envolvido com milícias e corrupção com Dilma, somente por ódio ao mais pobres, servidores públicos e trabalhadores é muita sujeira. Está difícil decidir quem é mais anti povo: a imprensa ou Bolsonaro”. Professor Sérgio

“A Folha de São Paulo não tem o direito de comparar Bolsonaro a Dilma Rousseff. Dilma nunca trataria com desdém a vida do povo brasileiro e permitiria a desproteção da economia. Agindo assim, a Folha tira a responsabilidade da elite que trocou Haddad por Bolsonaro”. Paulo Teixeira, advogado e deputado federal (PT-SP)

“Sonhei que virava franqueado da Kopenhagen e recebia 63 depósitos de 1,5 mil reais, 63 de 2 mil e 74 de 3 mil. Tudo em dinheiro. Que luxo!!”. Marcelo Uchôa, professor e advogado