O adeus da Rainha da Saudade

A cantora Cleide Moraes, de voz marcante, conhecida como Rainha da Saudade, viajava na estrada de Mosqueiro, próximo a Santa Bárbara, quando a Kombi em que estava foi atingida por um veículo que na via oposta. Testemunhas disseram que o motorista do outro carro estaria embriagado, informação ainda não confirmada pelas autoridades. Cleide morreu no local.

O músico Miguel, que dirigia a Kombi, sofreu lesões leves e já recebeu alta do hospital. Ele chegou a publicar uma foto com a banda durante a apresentação de domingo, em Icoaraci. Na legenda, o músico agradeceu a Deus pelo primeiro show depois de quatro meses, que estava inativa devido à quarentena pelo novo coronavírus.

O corpo da cantora será velado na sede do Rancho Não Posso Me Amofiná, seguindo os cuidados determinados pelas autoridades durante a pandemia. Já o enterro será na terça-feira (28), às 9h, no cemitério São Jorge, no bairro da Marambaia.

No vídeo, o clipe de “Entre o Céu e o Mar”, de Cleide Moraes.

Um comentário em “O adeus da Rainha da Saudade

  1. Gerson, esses acidentes que costumam acontecer no mês de julho, e feriados prolongados, aqui no Pará, tem um fator comum, além da precariedade de nossa malha rodoviária – ocorrem em sua maioria no regresso à capital, no período da noite/madrugada, quando o irresponsável motorista já bebeu todas, além de sua capacidade física/mental. Portanto, sugere-se às forças de segurança pública adaptar o esquema de fiscalização, priorizando as abordagens e testes de dosagem alcoólica, nesses períodos.

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