Pandemia é ameaça aos pobres

“As classes médias podem se isolar, usar álcool gel, fazer coisas pela internet. Os pobres, não. Quando a epidemia explodir, ela vai dizimar os pobres desse país. Podemos retardar a explosão dessa epidemia. Mas, quando ela explodir, vai flagelar especialmente a população pobre. As condições de vida dessa população favorecem o coronavírus. Nas casas onde moram vivem muitas pessoas, há poluição ambiental, é preciso trabalhar o tempo todo. Essa precariedade não está sendo objeto de políticas públicas no Brasil”.

Ligia Bahia, médica sanitarista e professora da UFRJ

Coronavírus paralisa Parazão por 15 dias

Os jogos do Parazão 2020 estão suspensos por 15 dias. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (16) depois de uma reunião entre dirigentes de Remo, Paissandu, Federação Paraense de Futebol (FPF) e representantes da Funtelpa, patrocinadora do campeonato.

Inicialmente, a ideia era antecipar datas para acelerar o campeonato, mas o decreto anunciado na tarde desta segunda-feira pelo governador Helder Barbalho – proibindo por 15 dias eventos com a presença de mais de 500 pessoas -, os dirigentes rediscutiram a situação e decidiram paralisar a competição.

Dirigentes de Remo e PSC não concordaram com a proposta de jogos com portões fechados, em função do fator financeiro. Por isso, optaram pela paralisação imediata.

“A partir da publicação do decreto, a tendência é de que a FPF adote a suspensão das partidas do campeonato, entretanto cabe aos clubes o direito deles realizarem jogos de portões fechados. O nosso posicionamento é de paralisar o Campeonato Paraense”, observou o diretor jurídico da FPF, Antônio Cristino, em entrevista à Rádio Clube, ainda sem manifestar um posição definitiva sobre o problema.

Até o momento, o Pará não registrou nenhum caso de coronavírus, mas o certame seguirá o exemplo de outo campeonato estaduais.

SITUAÇÃO DOS ESTADUAIS PELO PAÍS:

Mineiro: Paralisado
Gaúcho: Paralisado por 15 dias
Sergipano: Paralisado
Carioca: Paralisado por 15 dias
Alagoano: Paralisado por 15 dias
Pernambucano: Paralisado por 10 dias
Catarinense: Paralisado
Paulistão: Irá parar hoje após o dérbi campineiro
Goiano: Portões fechados
Paranaense: Paralisado
Candango: Portões fechados
Amapaense: Portões fechados
Baiano: Portões fechados
Cearense: Portões fechados
Piauiense: Portões fechados
Paraibano: Reunião de emergência marcada para quarta-feira (19).
Acreano: Mantido
Amazonense: Mantido

“Isso é homicídio doloso”, diz Janaína sobre presença de Bolsonaro em protestos

A deputada estadual Janaína Paschoal, uma das autoras do impeachment de Dilma Rousseff e antiga aliada de primeira hora de Jair Bolsonaro, fez um discurso na ALESP, nesta segunda (16), afirmando que o presidente deve ser cobrado por “homicídio doloso” e afastado do cargo em acordo entre as autoridades, porque o País não tem tempo para um processo de impeachment.

A manifestação de Janaína ocorre um dia depois de Bolsonaro furar as recomendações médicas e internacionais em favor do isolamento social contra o avanço do coronavírus. Ainda sob suspeita de estar contaminado (o presidente testou negativo, mas deveria estar em auto-quarentena e aguardar por novos exames), Bolsonaro foi aos protestos e entrou em contato com mais de 270 pessoas.

“Quando as autoridades têm o poder/dever de tomar providências para evitar um resultado danoso e assim não procedem, elas respondem por esse resultado. Isso é homicídio doloso”, disse a deputada.

“Isso vai ser atribuído ao governador do estado de São Paulo, ao presidente da República, principalmente ao presidente da República. O que ele fez ontem é inadmissível, injustificável, indefensável”, acrescentou.

Segundo ela, Bolsonaro “tem que sair da Presidência da República, deixa o Mourão, que entende de defesa.” “As autoridades têm que se unir e pedir para ele se afastar. Não temos tempo para um processo de impeachment”, defendeu.

REALE JR.: “CRIME”

Autor do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, o jurista Miguel Reale Junior afirmou ao Estadão desta segunda (16) que Jair Bolsonaro está sujeito a medidas administrativas e eventualmente criminais, por ter incentivado e participado dos protestos do dia 15 de março, furando o isolamento social recomendado por médicos e autoridades internacionais no combate ao coronavírus.

Segundo Reale, “assumir o risco de expor pessoas a contágio é crime”. A declaração ocorre depois que Bolsonaro disse à Rádio Bandeirantes que se ele foi responsável por contaminar pessoas no domingo, é “problema” dele e “ninguém tem nada a ver com isso”. Segundo levantamento do Estadão, Bolsonaro teve contato com mais de 270 apoiadores durante o protesto.

De acordo com Reale, a participação de Bolsonaro fere a Lei 13.979, que regula as ações para enfrentar pandemias. Apesar de ter motivo para impeachment, Reale não defendeu que este seja o caminho para Bolsonaro. “O impeachment é um processo muito doloroso”.

Na visão dele, o presidente pode ser considerado até “inimputável”, caso fosse submetido a uma “junta médica” para avaliar suas condições mentais.

Mister testa ‘positivo fraco’, e Flamengo aguarda contraprova

Jesus revelou que perdeu amigo para o coronavírus

O treinador do Flamengo Jorge Jesus realizou nesta segunda-feira um teste para detectar a contaminação por coronavírus. Segundo o clube, o resultado foi positivo fraco ou inconclusivo. O técnico fará a contraprova nesta terça-feira. Jesus apresenta quadro estável de saúde e está sob os cuidados do departamento médico do Flamengo.

Desde que o vice-presidente do clube foi diagnosticado com o vírus, os atletas, comissão técnica e funcionários têm sido submetidos a exames. Os resultados saíram nesta segunda-feira e mais ninguém testou positivo, segundo o clube.

O mister já havia perdido um amigo por causa do coronavírus. Mário Veríssimo, de oitenta anos foi a primeira vítima fatal de Portugal.

O técnico também se mostoru a favor da paralisação do campeonato estadual e temia pela segurança dos atletas.

A nota do Flamengo

O Clube de Regatas do Flamengo informa que os testes para detectar a presença do Covid-19 em atletas, comissão técnica e funcionários do departamento de futebol foram concluídos na tarde desta segunda-feira (16). O Clube informa que o treinador Jorge Jesus realizou um primeiro teste para o Covid-19 e o resultado foi um positivo fraco ou inconclusivo. A contraprova do resultado está sendo realizada.

O Mister está sob os cuidados do departamento médico do Flamengo e apresenta quadro estável de saúde. A diretoria reitera o compromisso durante a pandemia do Coronavírus e anunciou a suspensão dos treinos da equipe profissional e das categorias de base ao menos por uma semana.

Atletas, integrantes do departamento de futebol e comissão técnica testaram negativo para o Covid-19. Vale ressaltar que o departamento de futebol seguirá as orientações do Ministério da Saúde durante a pandemia do Coronavírus.

Da lama ao caos

POR GERSON NOGUEIRA

O torcedor que gastou dinheiro para assistir futebol neste fim de semana em Belém, enfrentando muita chuva e riscos potenciais do coronavírus, merece aplausos entusiasmados. No total, 10 mil heróis compareceram ao Baenão e à Curuzu, sábado e domingo. Compraram ingresso para ver futebol e receberam em troca duas gloriosas peladas.

Nos dois jogos, Remo x Independente e PSC x Castanhal, faltou drible e sobrou chutão. Apenas um gol marcado – e, ainda assim, irregular. Ao invés de lances bonitos, trombada e pancadaria. Sem campo bom para trocar passes, principalmente na Curuzu, os times se danaram a lançar bolas na área inimiga. Bumba-meu-boi virou estratégia de jogo.

É claro que o leitor amigo vai ouvir muita análise rebuscada, apontamentos minuciosos sobre variações táticas, técnicos esmiuçando valências posicionais de seus atletas etc. Esqueça. Tudo conversa fiada.

Na prática, não houve futebol nestes dois dias. Foi quase como se os clubes tivessem feito um pacto secreto de adesão ao bizarro pré-decreto do prefeito de Belém ameaçando proibir eventos de grande porte na cidade.

Por conta própria, os times trataram de desmotivar o torcedor quanto a futuros jogos sob o previsivelmente chuvoso início de temporada. Se era essa a intenção, a coisa funcionou. A partir de agora, dificilmente o torcedor vai pagar bovinamente para ver novas peladas aquáticas.

O confronto no Baenão teve gramado ligeiramente melhor, mas só houve alguma movimentação no 1º tempo, quando o Remo tentou chegar ao gol tocando bola no meio-campo. Errava, porém, nas finalizações.

Geovani acertou um cabeceio, mas o goleiro Evandro Gigante espalmou. Depois, Robinho chutou à meia altura para nova boa defesa do goleiro do Independente. No meio-campo, a bola era disputada a tapa e safanão. Pouquíssimos lampejos de categoria. Eduardo Ramos tentou algumas investidas, mas faltava fôlego para avançar.

Mazola Jr. insistiu com a ideia marota de usar Jackson e Geovani no ataque, com um anulando o outro. Teimosamente, também, manteve Nininho, Xaves e Robinho. Erros que custariam caro ao Remo, que se apresentou travado pelos lados, moroso no meio e anêmico na frente.  

Na etapa final, o árbitro Joelson Nazareno expulsou Wellington Cabeça e Ezequias (nocauteou Jackson dentro da área), o Leão não teve competência para chegar ao gol ou assustar a última linha do Independente. Somente dois lances levantaram a torcida: Fredson cabeceando junto ao poste direito e Gelson errando no toque final ante o goleiro Evandro.

A rigor, o único instante de satisfação para os 5 mil azulinos presentes ao Baenão foi Wallace. Substituiu Nininho e deu vida ao lado direito. Lúcido e habilidoso, atuou por 12 minutos e mostrou que merece oportunidades – tanto ele quanto Hélio, que não entrou. Um 0 a 0 foi justo.

Na manhã de ontem, a Curuzu teve um bom começo de jogo, com o gramado ainda em condições. Na metade do 1º tempo, a chuva começou a cair e transformou o campo em piscina, dificultando para os dois times. Antes, porém, ocorreu o lance que definiu a partida.

Aos 9 minutos, Nicolas subiu e desviou cruzamento. Deivid Souza (em impedimento) aproveitou para finalizar e fazer o gol. Depois disso, pouca coisa ocorreu. O Castanhal tentava reagir, mas parava na firme atuação da zaga do Papão, que não permitiu chances na jogadas aéreas.

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O aguaceiro forçou uma parada de 30 minutos no começo do 2º tempo. Arbitragem e capitães aceitaram continuar e aí tudo virou pelada. Para piorar as coisas, o Japiim teve o centroavante João Leonardo expulso por tocar a bola com a mão. Um recorde: estava há 2 minutos em campo.

Aos 48’, o árbitro Joelson Silva Santos expulsou Eneilson por entrada violenta em PH. Se já estava difícil para o Castanhal, a perda do segundo jogador tornou a missão impossível. Pecel até se aventurava pela esquerda, mas a única jogada era o balãozinho improdutivo na área.

O Papão (19) já classificou e o Leão (17) está quase nas semifinais, mas o futebol segue abaixo do que a torcida merece. Sem emoções, o campeonato caminha para um desfecho técnico melancólico. Uma paralisação (pelo coronavírus) viria a calhar a essa altura.

Com apenas 3 gols, 8ª rodada é a mais fraca do Parazão

Para um campeonato que ostentava orgulhosamente a média de quase 3 gols por jogo, o Parazão sofreu duro baque na oitava rodada. Os ataques entraram em modo econômico. Uma queda brutal. A sétima rodada, por exemplo, registrou 18 gols.

Com quatro gols marcados neste final de semana, a média baixou para 2,5. Até então, as rodadas menos generosas eram a segunda e a terceira, ambas com 10 gols. De quebra, a rodada ampliou para oito (20%) a quantidade de empates na competição.

Via CBF (quem diria?), futebol dá exemplo de sensatez

Com certa demora, mas com a responsabilidade que falta ao poder político, a CBF decidiu ontem suspender todas as competições de âmbito nacional, tanto no masculino quanto no feminino.

A providência era esperada há pelo menos uma semana, mas chega a tempo de contribuir para o esforço (quase) geral de prevenção ao Covid-19.  

(Coluna publicada na edição do Bola desta segunda-feira, 16)

Bolsonaro aumentou ameaça ditatorial

Por Jeferson Miola

A ameaça de avanço ditatorial no Brasil está no ar; é bem palpável. É preciso atentar para essa realidade urgentemente.

Bolsonaro repete com êxito a estratégia de Mussolini e de Hitler de esgarçar a ordem vigente até o limite máximo de elasticidade do sistema. Quando finalmente atingir o ponto de ruptura, consuma o golpe institucional e instala uma ditadura. Tudo feito, naturalmente, dentro da chamada “normalidade institucional” [aqui].

No mesmo dia em que os presidentes da CNBB, OAB, ABI e Comissão Arns publicaram o histórico apelo Em defesa da democracia na Folha de São Paulo e afirmaram ser “urgente neutralizar e vencer as ameaças às instituições”, Jair Bolsonaro propagou em tempo real, na conta oficial da Presidência da República no twitter, os atos promovidos pela matilha bolsonarista pedindo o fechamento do Congresso e do STF.

Bolsonaro, todavia, foi além. Ele se juntou presencialmente e festejou o ataque aos poderes da República com a matilha golpista em frente ao Palácio do Planalto, rompendo inclusive o protocolo mundialmente pactuado para prevenir a propagação do coronavírus.

Os movimentos que Bolsonaro defende como “espontâneos e legítimos” e que, na opinião dele, “atendem aos interesses da nação” e estão “balizados pela lei e pela ordem ….” [ler aqui], desfilaram nos gramados da Esplanada dos Ministérios em Brasília neste 15 de março propondo o “incêndio de Reichstag”: “Contra os vírus do STF e do Congresso, álcool e fogo! Fodam-se”.

O terrível é saber que os defensores do fechamento do Congresso e da Suprema Corte atentam contra a ordem política e social do país nas fuças do MPF, do ministério da Justiça, do STF e do Congresso.

Os conspiradores estão muito à vontade, manifestam-se num raio não superior a 300 metros de distância da sede destas instituições. Ou seja, desafiam abertamente as instituições que têm a obrigação constitucional de defender e proteger o pouco que resta da ordem jurídica [ainda] vigente.

O MPF e o ministério da justiça, como é sabido, estão corrompidos e inteiramente implicados na ruptura da ordem e no aprofundamento do Estado de Exceção. Estas instituições, portanto, não serão empecilho à evolução autoritária do regime. Muito ao contrário, agirão a favor do avanço ditatorial.

O Congresso e o STF, por outro lado, estão acovardados e acanalhados. O acanalhamento do Congresso é inteligível. Bolsonaro é garantia do padrão devastador, inaudito, de roubo e pilhagem materializado pelas políticas do agente das finanças internacionais Paulo Guedes. Um saqueio nunca antes visto desde a invasão do país pelos colonizadores, há 520 anos.

O Supremo se acanalha principalmente por meio de Dias Toffoli, o presidente tutelado pelo general lotado no seu gabinete que escreve as ordens que ele deve cumprir como um títere servil. Nesta submissão covarde do STF aos militares, Toffoli não está sozinho.

Empresários financiam a conspiração que é também apoiada pelo Clube Militar e pela organização criminosa de Curitiba, como Gilmar Mendes chama a Lava Jato, que adicionou combustão à convocatória dos atos ilegais acusando o Congresso e o STF de “impedirem o ataque à corrupção”, nas palavras de Deltan Dallagnol.

Ao assumir a autoria [aqui] e ao participar presencialmente e virtualmente dos atos de 15 de março, Bolsonaro dobrou a aposta para alcançar um poder ditatorial no país.

Ou Bolsonaro é afastado do cargo por ter atentado contra a ordem política e social, que corresponde a crime de responsabilidade; ou o Brasil se encaminhará inexoravelmente para uma ditadura.

É urgente deter a escalada tirânica que, se não for brecada e derrotada a tempo, avançará de modo inexorável.

É preciso agir-se urgentemente, antes que seja tarde demais e antes que o país seja mergulhado numa ditadura nazi-fascista “por dentro da institucionalidade”, como aconteceu na Itália dos anos 1920 e na Alemanha dos anos 1930.

Maia: Bolsonaro atentou contra a saúde da população brasileira

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou as redes sociais neste domingo (15) para repreender o presidente da República, Jair Bolsonaro. Maia afirmou que Bolsonaro “fez pouco caso da pandemia” do novo coronavírus em uma atitude que classificou como “atentado à saúde pública”.

O presidente da Câmara dos Deputados também ressaltou a crise econômica que acompanha a pandemia e a necessidade de ações do governo para conter tais efeitos. Maia disse ainda que Bolsonaro “deveria estar no Planalto” coordenando respostas para a crise.

Mais cedo neste domingo, Bolsonaro deixou o isolamento ao qual foi submetido devido às precauções com o novo coronavírus e cumprimentou manifestantes em Brasília. A manifestação a favor do governo vinha sendo chamada há semanas e tinha tom de ataque ao Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal.

Os organizadores da manifestação chegaram a cancelar o ato devido às recomendações em torno da pandemia da COVID-19, mas mesmo assim manifestantes foram às ruas em diversas cidades do país.

Nas redes sociais, o presidente Bolsonaro demonstrou apoio às manifestações, compartilhando imagens e vídeos dos manifestantes nas ruas. Em algumas das imagens compartilhadas é possível ler ofensas a Rodrigo Maia e ataques aos outros poderes.

Depois de posicionamento do presidente da Câmara, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também criticou a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diante das manifestações deste domingo (15).

Alcolumbre disse ser inconsequente estimular a aglomeração de pessoas nas ruas em um momento em que a pandemia do coronavírus fecha as fronteiras dos países e assusta o mundo.

“A gravidade da pandemia exige de todos os brasileiros, e inclusive do presidente da República, responsabilidade! Todos nós devemos seguir à risca as orientações do Ministério da Saúde”, disse Alcolumbre por meio de nota.

O presidente do Congresso Nacional também criticou uma das pautas principais dos atos deste domingo, a de ataque às instituições, em especial o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, convidar para ato contra os Poderes é confrontar a democracia.

“É tempo de trabalharmos iniciativas políticas que, de fato, promovam o reaquecimento da economia, criem ambiente competitivo para o setor privado e, sobretudo, gerem bem-estar, emprego e renda para os brasileiros”, concluiu.