Palmeiras desiste de Sampaoli e fica entre Luxa e Ramirez

Dois nomes estão na mesa de avaliação do Palmeiras depois que fracassou a negociação financeira com Jorge Sampaoli: Vanderlei Luxemburgo e o espanhol Miguel Ángel Ramírez. No entendimento da diretoria, apesar de alguma resistência interna, ambos se encaixam no perfil pretendido. O clube sonha com um técnico que consiga montar um time ofensivo.

Luxemburgo comunicou na sexta-feira que não renovou contrato com o Vasco. Está livre no mercado. Ele tem três passagens e sete títulos pelo Palmeiras (quatro Paulistas, dois Brasileiros e um Rio-São Paulo).

Aos 67 anos, o histórico multicampeão pelo clube pesa muito – sobretudo politicamente. Muitos conselheiros foram próximos do treinador tanto na década de 1990 quanto entre 2008 e 2009, na sua última passagem.

Ramírez (foto acima) está empregado. Foi campeão da Copa Sul-americana deste ano no Independiente del Valle, do Equador, e é um nome que agrada muito ao presidente Maurício Galiotte. A ressalva é a pouca idade.

O técnico tem 35 anos e pouca experiência. Na avaliação do comitê gestor, Ramirez talvez não consiga suportar a pressão da torcida diante de um princípio de resultados ruins logo no primeiro semestre, como aconteceu com Eduardo Baptista e Roger Machado.

Quem deu a ordem de censurar sites?

Do The Intercept_Brasil

Você provavelmente ainda não se deu conta disso, mas a gente vai te falar: a sua provedora de internet – aquela para a qual você paga seus boletos todo mês – está controlando que tipo de sites você vai ou não ver. E não estamos falando de sites com conteúdo flagrantemente criminoso ou ilegal. Estamos falando de sites com informações públicas sobre direitos reprodutivos e sobre como fazer um aborto seguro. Ao sonegarem esse tipo de informação, as empresas contribuem para a estatística: em 2016, foi registrada uma morte a cada duas tentativas de aborto.

Tente acessar este site agora: https://www.womenonwaves.org/pt/

Nesta semana, mostramos aqui no Intercept que a Vivo e a NET/Claro, as duas maiores provedoras de internet banda larga do país, fazem exatamente isso: elas bloqueiam o acesso de seus clientes ao site Women on Waves, que fornece assistência e informações sobre aborto seguro. Para você ter uma ideia, só outros quatro países fazem o mesmo tipo de bloqueio: Arábia Saudita, Irã, Turquia e Coreia do Sul.

A gente foi, então, perguntar para as empresas por que elas censuram esse conteúdo. Isso porque, apesar de o aborto ser crime no Brasil (exceto nos casos de anencefalia, estupro ou risco) compartilhar informações sobre aborto seguro não é crime. Nós já publicamos, a revista AzMina já publicou (e foi atacada por isso), até a Organização Mundial da Saúde tem o beabá do aborto seguro disponível na internet. Por que o Women on Waves é bloqueado?

As operadoras responderam com uma notinha de duas linhas que diz que o bloqueio aconteceu por causa de uma ordem judicial e que elas não comentam decisões da justiça. Uma notinha vaga que desperta outras perguntas: quem pediu esse bloqueio? Partiu de quem? As operadoras de telefonia recorreram? O processo está em segredo de justiça? Por quê? Não sabemos.

No caso do bloqueio ao Women on Waves, a situação é grave porque o conteúdo não é criminoso. Por causa de uma ordem judicial que não sabemos de onde veio e nem o seu teor – mas podemos imaginar o que a provocou, já que a censura se agravou em 2019 –, milhões de brasileiros vão ficar privados do acesso a informações de interesse público sobre saúde reprodutiva feminina. Trata-se de uma censura a um site que, a rigor, é legal.

Depois da publicação da reportagem – que se concentrou só na banda larga fixa –, recebemos relatos de leitores que relataram que o bloqueio também acontece na Tim. Ou seja, é mais grave do que relatamos.

Nós perguntamos ao Sinditelebrasil, que representa as telecoms, o número do processo que motivou a censura. Ninguém respondeu. Sem transparência, você fica sem saber as razões das operadoras esconderem um site de você. Pior: fica sem saber, também, se há outros sites que estão sendo censurados sem nenhum aviso ou explicação. O que mais a Vivo, NET/Claro e a Tim  estão tentando impedir que seus clientes acessem? E por quê?

Sugerimos que vocês perguntem às telecoms nas redes sociais. Talvez com pressão pública elas tomem coragem de nos contar a verdade. Marquem o TIB: a gente quer saber o que elas respondem.

FACEBOOK:

Vivo: https://www.facebook.com/vivo/

Net: https://www.facebook.com/NEToficial/

Claro: https://www.facebook.com/clarobrasil/

Tim: https://www.facebook.com/timbrasil/

TWITTER:

Vivo: https://twitter.com/vivobr

Net: https://twitter.com/NEToficial

Claro: https://twitter.com/ClaroBrasil

Tim: https://twitter.com/TIMBrasil

Por fim: quem tiver alguma pista ou ideia de que processo seria esse que derrubou o site, por favor, responda a este e-mail. Estamos apurando, mas vocês podem nos ajudar.

Léo Figueiró, alma, Botafogo e a arte do impossível

Era junho de 2017 quando o Botafogo vencia o Joinville em casa pra conquistar a Liga Ouro, garantindo o acesso ao NBB na temporada seguinte. Seria o recomeço de uma história que teve bastante sucesso no final dos anos 90 e começo dos anos 2000. O elo que colaria as duas pontas chegaria na temporada subsequente a subida à elite do basquete nacional. Ídolo do basquete alvinegro como jogador, Léo Figueiró chegou em 2018/2019 para dar um salto de qualidade na equipe mas nem ele acreditava, se lhe contassem no começo do campeonato, que com um time bem armado mas modesto ele chegaria na quarta posição.

Antes dessa temporada Léo disse em longa entrevista ao blog que a expectativa era de subir mais uma casinha e que algum título viria. O que era desejo se mostrou insano com as dificuldades que se apresentaram logo de cara. Atraso de salários, o principal ídolo (Jamaal) com uma situação de saúde do pai que atrasou a sua chegada, reforços que demoraram a se adaptar, derrotas em sequência no NBB, questões de documentação, pressão política interna e muito mais. Muita gente duvidava que o projeto seguiria em 2020/2021 inclusive.

Precisava ser um monge budista para segurar a onda e seguir em frente. A campanha do Botafogo no NBB mostra bem como um elenco bem montado pode ser abatido com tanta atribulação. São cinco vitórias em 12 jogos apenas. Todo mundo previa evolução. O Botafogo mostrava que as situações internas impactavam no resultado da quadra. Qual seria a tábua de salvação? Haveria tábua de salvação? Veio a primeira fase de Liga Sul-Americana. Sufoco danado, time jogando mal, tiraram vantagem, passaram.

Chegou a segunda fase, time argentino no meio, de novo jogando atrás, passaram. Se tem coisas que só acontecem ao Botafogo, estava tudo improvável demais para estar acontecendo um conto de fadas tão impactante quanto lindo. A final contra um invicto Corinthians chegou e aparentemente o lindo roteiro teria um corte com o vice-campeonato. Ninguém perde em casa levando uma surra como o time levou no primeiro jogo e vai pra casa do rival precisando vencer duas vezes em dois dias, né? O Corinthians estava invicto na Sul-Americana, dominou o jogo 1, tem elenco mais caro, estava tudo pronto. O que era improvável se desenhou impossível portanto.

Sabe-se lá como os jogadores e a comissão técnica decidiram acreditar. Se playoff é um duelo de ajustes táticos e técnicos, Léo Figueiró decidiu agir. Mexeu na escalação, na marcação, na cabeça dos atletas e fez seu time jogar na frente no jogo 2 e também no jogo 3 de ontem. Uma vacilada mental e técnica no final quase colocou tudo a perder mas é Botafogo, tem que ter sofrimento.

Saber sofrer é uma arte, e o Botafogo sofreu com força nesta sexta-feira diante de quase 5 mil pessoas no Wlamir Marques. Sofreu, perseverou, voltou a colocar a cabeça no lugar, venceu, se emocionou e deixou inúmeras lições pra quem acompanha a trajetória do time.

Time que escreveu a maior conquista do basquete do clube. De longe. Que coloca Léo Figueiró em um patamar diferente entre os ídolos do clube. Ele não tem só a cara do Botafogo. Léo tem a alma do alvinegro. Sente, sorri, chora e briga pelo Botafogo. E consegue fazer seus 12 jogadores e comissão técnica sentirem o mesmo. Ele está em seu segundo ano como técnico principal e o que se via dele como jogador, uma luta sem fim de dar orgulho a torcedores, ele consegue transmitir aos seus comandados mesmo com tantos problemas. Gestão de grupo perfeita, não há dúvida.

A torcida do Botafogo e também a sua diretoria têm a obrigação de abraçar um time que em 2 anos e meio saiu de uma divisão de acesso para ganhar o continente e se classificar para a Champions League da próxima temporada. Sem o maior orçamento, sem grandes estrelas, jogando contra o improvável o tempo quase inteiro, com problema pra caramba e encurralado em diversos momentos.

Quase ninguém acreditava. Léo acreditava. Os jogadores acreditavam. Foi o suficiente. O que era difícil ficou improvável. O que tornou-se improvável passou a impossível. E o impossível se transformou em troféu da Liga Sul-Americana. Quem explica isso? A arte chega onde a realidade não alcança, já diria aquela famosa frase (ou algo assim). O esporte também pode entrar assim quando um conto de fadas se transforma em uma história linda. Mais Botafogo impossível. (Do Bala na Cesta)

Gigante, Botafogo derrota Corinthians em SP e conquista inédita Sul-Americana

Do blog Bala na Cesta

Foi épico, foi improvável, foi com duas vitórias fora de casa. E o Botafogo conquistou a inédita taça da Liga Sul-Americana na noite dessa sexta-feira no ginásio Wlamir Marques ao vencer o mandante Corinthians por 74-70 diante de uma fanática torcida dos mandantes para fechar a decisão em 2-1. Com 20 pontos, Cauê foi o cestinha da partida que não só deu o troféu aos alvinegros cariocas mas também classificou a equipe do técnico Leo Figueiró para a Champions League de 2020/2021.

O jogo começou no mesmo ritmo da segunda partida de quinta-feira. O Botafogo abriu vantagem logo de cara ao fazer 21-12 no primeiro período diante de um atônito Corinthians, que atacava mal, defendia mal e não igualava em nada o que o alvinegro trazia para a quadra. Nos 10 minutos seguintes, mesmo panorama: 20-13 para os cariocas, e 41-25 para o Botafogo no intervalo.

Na segunda etapa o Corinthians partiu para a reação, fez 19-17 no terceiro período e teve uma atuação incrível nos 10 minutos finais. Venceu por 26-16 ao relegar os cariocas a nenhum ponto por mais de seis minutos, mas o Botafogo teve muito sangue frio para manter a concentração, fazer 6 pontos seguidos nos dois minutos finais e ganhar a partida por 74-70 para chegar ao inédito título da Liga Sul-Americana diante de um Corinthians que até os dois jogos finais em casa não havia perdido nenhuma partida na competição.

Parabéns ao Botafogo, aos atletas e sobretudo ao técnico Leo Figueiró, o maior, em minha opinião, responsável pela conquista. Amanhã um texto mais amplo sobre isso.

O desmantelamento do FGTS

Por Fernando Brito, no Tijolaço

Num país carente de recursos para investimentos públicos, o FGTS sempre foi uma das raras fontes de financiamento para habitação e para o saneamento.

Sempre teve, é certo, problemas de gestão – durante toda a década de 80 e boa parte dos anos 90 ficou esgotado e sem recursos para investir – e de direcionamento: mirou por muito tempo o financiamento da moradia para a classe média e deixou explodir o déficit habitacional entre os pobres.

Agora, porém, o que se anuncia é, numa palavra, a destruição completa do Fundo. Nos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro, no total, as liberações de recursos do FGTS como “analgésico” para a crise de empobrecimento da população e reativador pontual do consumo, somaram perto de R$ 90 bilhões.

Este era o valor que, em julho, faltava para honrar os contratos de financiamento de todos os projetos aprovados pelo Fundo para habitação, saneamento, infraestrutura e saúde, para o período de 2019 a 2022.

O anúncio do fim da multa de 10% sobre demissões imotivadas, além de ter criado uma “janela de oportunidade” para a demissão de trabalhadores – especialmente os com mais tempo na empresa, que acumulavam saldos maiores de FGTS – tira algo em torno de R$ 6 bilhões das receitas do Fundo e, por óbvio, de suas disponibilidades de financiamento.

Não pense que isto está sendo um movimento isolado.

Habitação e saneamento têm a porteira aberta para ficarem no “filé mignon” com o espaço que o financiamento estatal direcionava para os mais pobres.

Embora positiva, as taxas de juros imobiliárias a algo entre 7,5 e 10% de custo efetivo total (taxa, mais seguros e custos) ainda estão a anos-luz do que pode pagar a população de baixa renda, embora sejam extremamente atraentes para quem dispõe de mais recursos.

No saneamento, o jogo é mais pesado, pois envolve grandes financiamentos prometidos pelo BNDES para assim que o Congresso aprovar o marco regulatório do setor. E como as atuais empresas públicas do setor perderão os recursos do FGTS, o apetite das empresas que estão sendo escorraçadas do mundo desenvolvido por terem fracassado como concessionárias de água e esgoto se voltará para cá.

Escorraçadas? Sim, de 2009 para cá foram mais de 730 reestatizações de serviços de saneamento e coleta de lixo pelo mundo afora, sobretudo nos Estados Unidos e Europa, provocados por deficiência nos serviços.

Aqui mesmo já tivemos caso assim, em Itu. E, recentemente, no Rio, em cachoeiro de Macacu, onde a concessionária abandonou os serviços que o Estado, via Cedae, teve de assumir emergencialmente.

O FGTS, que foi implantado nos anos 60 em detrimento do trabalhador, que perdeu a estabilidade, acabou por gerar um fundo público de investimento. Agora, sem que isso devolva qualquer estabilidade ao empregado – ao contrário, facilitando sua demissão – é aniquilado como forma de “remendar” os efeitos da crise econômica e abrir espaços para a apropriação privada da área de serviços públicos e para devolver a habitação aos tempos em que, para pobre, só barracão e favela eram a saída.

Abrajet premia reportagens sobre turismo paraense

Nem mesmo a chuva forte que caiu no início da noite desta quinta-feira, 12, atrapalhou a entrega do Prêmio “Comendador Marques dos Reis”. O auditório do Centro Cultural Sesc Ver-O-Peso ficou lotado para receber os vencedores e homenageados do evento promovido pela Abrajet  Pará. Ao todo foram seis categorias premiadas sendo realizada também a entrega da comenda especial “Marques dos Reis” aos destaques do ano na promoção do turismo regional.
A recepção dos convidados ficou por conta de Mestre Curica e seu conjunto. Ao som das guitarradas, cumbias e carimbó, Mestre Curica também aproveitou a ocasião e apresentou em primeira mão quatro novas composições, todas do ritmo cumbia e inspiradas no trabalho do músico colombiano Aniceto Molina, falecido em 2015. Essas composições fazem parte de um projeto de um disco somente de cumbias, que mestre Curica pretende gravar em 2020.

A premiação teve início com a presença da diretoria da Abrajet Pará, na figura da presidente Christina Hayne, João Ramid, Lourdinha Bezerra, Isa Arnour e Julie Rocha. Nilton Guedes, vice presidente da Abrajet nacional, em um rápido pronunciamento, destacou a vitória de Santarém para sediar o Congresso de Jornalistas em Turismo da Abrajet em 2020. “Uma vitória do empenho de toda a diretoria da entidade e dos nossos parceiros”, destacou.
O Secretário Estadual de Turismo, André Dias, destacou a importância do evento para o turismo do estado. “Ele premia um elo importante da cadeia do turística, que é o jornalista, que é quem leva os atrativos do que há para ver, o que há de novo. Dessa forma ele trás o turista para nosso estado. Precisamos fomentar cada vez mais a atividade desses jornalistas, para se sentir prestigiado, valorizado”.
Comendas – A entrega das comendas “Marques dos Reis”, uma iniciativa da Abrajet e da Fecomércio, em reconhecimento aos destaques dos setores que compõe o trade turístico do estado, bares, restaurantes, rede hoteleira, agências de viagem e companhias aéreas, entre outros foi precedida pelo discurso de Joy Colares, Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da Fecomércio PA (Cetur PA).
Joy disse que a comenda é o reconhecimento dos profissionais de cada segmento do Trade Turístico, de cada atividade que faz a cadeia do turismo. “É muito importante porque valoriza o profissional porque foi escolhido como o melhor de sua categoria e quem votou sabe muito bem o que está fazendo”, afirmou.
Em meio a entrega das comendas, Joy Colares aproveitou para fazer um anúncio. “Nós da Federação do Comércio resolvemos encampar esse prêmio. Então, em 2019, esse prêmio é da Abrajet, mas em 2020, esse prêmio será conjunto, Abrajet-Cetur, um evento separado para colocar o trade turístico lá em cima”.
Christina Hayne, presidente da Abrajet Pará, encerrou o evento agradecendo a parceiros e apoiadores como André Dias da Setur,  Jorge Panzera,  da, Imprensa Oficial do Estado, Fecomércio e da deputada Paula Gomes, presidente da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Estado do Pará. Emocionada agradeceu também o apoio da diretoria da Abrajet e da própria família durante o ano de 2019.
Após a entrega dos prêmios aos vencedores do V Prêmio Comendador Marques dos Reis, foi realizado um Menu Degustação, com a presença dos chefes Herlander Andrade, José Carlos e Carlos Malicheschi, ambos de Salinoópolis. Eles também fora homenageados como destaque da Gastronomia Criativa pela Abrajet.
Ao fim do evento houve o sorteio press trip entre os jornalistas presentes. Foram sorteados o fotógrafo Ary Souza e os jornalistas Cleyton Palmeira e Tânia Monteiro.
Vencedores destacam a importância do prêmio
Com a matéria “Paraíso da Criação”, a jornalista Laís Azevedo Martins conquistou a primeira  colocação na categoria Jornalismo Impresso. “Eu soube desse prêmio quando eu estava em Abaetetuba fazendo matéria sobre o festival do Miriti e a gente já falava do nosso papel como  jornalistas, dos diversos papéis que a gente tem. E apresentar para as pessoas, no caso do turismo,  os lugares, mostrar o que se tem de mais interessante ali é um papel muito bacana, valoriza as pessoas que moram naquele lugar, valoriza aquele lugar e o prêmio com certeza é um incentivo. A gente está aqui participando e já está pensando no próximo, que coisas bacanas que pode trazer. Com certeza é um grande incentivo para o meu trabalho”, comemorou Laís.
A jornalista Izabel de Souza Chaves  foi uma das vencedoras, na categoria Radiojornalismo, com a reportagem “Pará, a cozinha mestiça brasileira e o movimento do turismo gastronômico ”. Para ela, o prêmio estimula de forma maravilhosa o turismo paraense. 
“Sempre que eu posso eu estou prestigiando a Abrajet. Participando de todos os eventos de premiação. Eu venho com os programas, com matérias, pois eu acho importante valorizar o turismo, que tem um valor incrível para o resto do Brasil. Temos a gastronomia, temos praias, temos rios. Todo o tipo de turismo nós podemos fazer aqui no estado do Pará. Para mim é uma honra ter participado da premiação mais uma vez ”, afirmou Bebel Chaves.
Na categoria de Telejornalismo, o vencedor foi o jornalista Michel Bruno Moraes Ribeira, com  a matéria ” Mercado Ver-o-Peso”. Para ele, o prêmio valoriza o trabalho do jornalista. “A gente que está nos bastidores, produzindo e editando é muito importante ter esse reconhecimento. uu fiquei nervoso de competir com tanta gente legal, com tanta gente competente e ser o vencedor foi sensacional. Indescritível”, comemorou Michel.
Vencedores da categoria Jornalismo Online, Luciana Loebens Marschall e Ulisses Pompeu, com Serra das Andorinhas: paraíso das águas, da ciência e da fé, contaram que o prêmio da Abrajet serviu de inspiração para a realização do trabalho vencedor.
“A gente já acompanha Serra das Andorinhas sempre de forma segmentada, uma matéria aqui outra ali.  E é um lugar muito grande, com muitas atrações, muitos atrativos, que tem muito potencial. Decidimos fazer uma matéria grade, apresentando esse potencial todo para as pessoas, com vídeos, com fotos, com textos e aproveitar para inscrever”, disse a jornalista.
Rafael Fernando Chaves, primeiro colocado na categoria mídias sociais, além de surpreso com a vitória, avalia  que o prêmio é a oportunidade de divulgar o município de São Domingos do Capim e a comunidade de Independência.
“Ter esse reconhecimento é uma possibilidade para quem tem um olhar sensível para sua realidade, independente do local, possam também ajudar a gerar o turismo, a difundir essa realidade e as belezas que existem em cada município, sua beleza peculiar e especial. Então pra mim foi uma honra receber esse prêmio, poder levar São Domingos do Capim com esse olhar e para todo o mundo”, destacou.
O fotógrafo Fernando Sette Câmara, vencedor na categoria fotojornalismo, disse estar muito grato pela primeira participação na premiação e a vitória.
“Eu já faço material turístico há muito tempo, andando pelo Pará. E participar de um prêmio desses só faz engrandecer o meu trabalho e mostrar um pouco mais do meu projeto, o Expedição Pará. E ter concorrido com essas duas lendas pra mim já foi fantástico”, declarou.

Veja a lista dos vencedores:

Jornalismo Impresso

-Laís Azevedo Martins (Reportagem “Paraíso da Criança”, Caderno Você/Diário do Pará)

 Radiojornalismo 
-Izabel de Souza Chaves (Reportagem “Pará, a cozinha mestiça brasileira e o movimento do turismo gastronômico”, Rádio Cultura) 

Telejornalismo
-Michel Bruno Moraes Ribeira (Reportagem “Mercado Ver-o-Peso” – TV Record Belém).

Fotojornalismo
-Fernando Coelho Sette Câmara (Ilha dos Papagaios/Série Belém das Ilhas/Agência Belém).

Jornalismo Online

-Luciana Marschall e Ulisses Pompeu (Reportagem “Serra das Andorinhas: paraíso das águas, da ciência e da fé”, Portal Correio (Marabá)

Mídias Sociais 

1° lugar

Rafael Fernando Serrão Chaves (Unidade Rio, Luz e Homem)
Pacote oferecido pela Turvicam

2° lugar

Antônio Carlos Medeiros de Castro (Pesca do Mapará);
Pacote oferecido pela Rede Viva Marajó

3° lugar

Deia do Socorro Pinheiro Lima (Amanhecer no Veropa II)
Pacote oferecido pela Rede Viva Marajó